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"Tudo o que inspira com a sabedoria, a Verdade ou o Amor -- seja um cântico, um sermão ou a Ciência [Cristã] -- abençoa a família humana com migalhas de conforto que caem da mesa de Cristo, alimentando os famintos e dando água viva aos sedentos."
"O que foi prometido será cumprido"
(Do livro Ciência e Saúde p 234 e 55)

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Abram os olhos para ver e regozijem-se com os mensageiros do Amor sempre ao seu redor! Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: O Amor.

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

Abram os olhos para ver e regozijem-se com os mensageiros do Amor sempre ao seu redor!

28 de janeiro a 3 de fevereiro de 2019
O AMOR
Estudo preparado por:
Kerry Jenkins CS, Kerry.helen.jenkins@gmail.com
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Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia A Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB
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A lição desta semana está cheia da riqueza do Amor e do modo como tal riqueza é expressada na ideia do Amor, o homem. Essa expressão pode ser vista na forma de anjos. E, por anjos, quero dizer os pensamentos espirituais de Deus que vêm para nos inspirar, elevar, guiar, consolar e proteger (ver CS, p. 581; citações CS4 e CS3). Não são apenas “ideias bonitas”. São ideias de poder que verdadeiramente desenvolvem as ações já citadas. Provavelmente muitos dos que leem esta mensagem já passaram, uma ou duas vezes, pela experiência em que isso ficou evidente. Se não, não desista. Isso não quer dizer que os anjos não estiveram com você. Quando aprendemos a abrir os olhos, nossos sentidos espirituais, conseguimos ver que tais anjos estão à nossa volta, mesmo nas horas mais amargas.
Começamos esta lição sobre o Amor com a mensagem no Texto Áureo (Salmos 91:1, 2, 11) de que os anjos de Deus nos guardarão. Qual o “pré-requisito” para vivenciarmos esse senso de segurança? Temos que “habitar” no esconderijo de Deus, e “descansar” em sua sombra, na sombra do “Onipotente”. O que isso quer dizer? Bem, sem dúvidas este lugar é a consciência. Onde está ‘habitando e repousando’ nossa consciência atenta e espiritual? Por acaso está habitando na ansiedade, ou está permitindo que o Amor governe seu senso de habilidade, tempo, prazo final, e assim por diante? Se nossa consciência habita em união com o Amor, ela está alerta para rejeitar um senso de separação que nos levaria a nos sentirmos inseguros, preocupados e temerosos.
Você já vivenciou uma emergência e sentiu profunda calma, um senso divino de governo, ou percebeu que outra pessoa o fez? Essa é uma pessoa que está conscientemente aproveitando a onipresença do Amor e os anjos do Amor. Eu lembro dessa profunda calma quando eu estava dirigindo para encontrar meu marido que se envolvera num sério acidente em meio a cortes de árvores. Enquanto dirigia perguntei-me conscientemente qual seria minha resposta a essa circunstância. A resposta veio de minha boca, em tom audível: “Deveria eu ficar com medo?” A única resposta que obtive foi um senso de que a calma e a segurança do Amor já deviam estar lá, já estavam lá antes, estava naquele momento, e sempre estará. Encontrei meu marido consciente e fazendo algumas brincadeiras com o pessoal da emergência que o ajudava a descer da copa da árvore que havia caído sobre ele. […] Assim como respondemos com calma quando uma criança tem uma queda, em vez de correr para seu lado, podemos empregar esse consciente “habitar” no “Esconderijo do Altíssimo”. O “altíssimo” é a avaliação espiritualmente informada de uma situação. Como veremos nesta Lição, nossas experiências humanas não estão fora dos desafios das pretensões de que o Amor poderia não ser o que dele dizemos. Mas quer nos encontremos longe da sociedade, civilização, abrigo, ou nos encontremos num buraco de desespero pecaminoso, cegados pelas adjacências, ou, literal e figurativamente aprisionados, o Amor nos envia seus anjos. Eles indicam com exatidão o que precisamos, regozijam-se em nossa salvação e nosso valor, curam e nos guiam à liberdade e à segurança.
Como estaremos de olhos abertos esta semana sobre como podemos dar testemunho do abundante bem do Amor, não deixa de ser brilhante que a Leitura Alternada (Salmos 148:1-4,9,11-13; 1João 3:1,18,21-23; 4:7,8,19) que nos é brindada é composta principalmente de louvor. Gratidão/louvor é como vemos e reconhecemos todo o bem que Deus nos outorga. É impossível obter mais do que o que o Deus infinito nos dá. Assim, quando nos sentirmos privados de algo, seja financeiro, alegria e saúde, podemos ter a certeza de que no momento em que começarmos a reconhecer a evidência da atividade do Amor ao nosso redor, ainda que sutil, esse é o momento em que começamos nossa jornada para ver mais de Deus, o Amor, em nossas vidas. Tal gratidão deve, então, ser posta em prática: “[…] não amemos de palavra, nem de língua, mas de fato e de verdade. […] amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus.” O Amor nunca é passivo; ele é manifestado, caso contrário, não é amor.

Seção 1: Por acaso a árvore que cai na floresta, sem ninguém por perto, faz barulho?
OK, essa é uma questão um tanto tola de cunho filosófico/quântico e que geralmente é respondida com um “não”. É nossa observação, nossa presença que oportuniza nosso ouvido a receber as ondas sonoras que nos alcançam e interagem como som no interior de nossos ouvidos. Sem esses ouvidos que percebem esse som de uma árvore caindo, não há consciência para absorver o acontecido. Não vamos entrar na complicação desse ponto agora, mas é a Bíblia (B2, Salmos 107:8, 9, 43) que nos diz: “Quem é sábio atente para essas coisas e considere as misericórdias do Senhor.” A que temos de “atentar”? Às maravilhosas coisas que Deus criou. Em outras palavras precisamos estar gratos e cônscios da beleza, inteligência, amabilidade, generosidade que são expressadas ao nosso redor. Então começaremos a compreender algo do grande Amor que nos rodeia. As citações B3 (1João 4:16) e B4 (Salmos 23:6) nos dizem explicitamente que “conhecemos” esse Amor. E Eddy traduz B4 com a palavra consciência. Algo divertido na busca de diferentes traduções da Bíblia é a visão que obtemos de passagens familiares, como essa do Salmo 23. A palavra “seguir” em hebraico é traduzida em algumas Bíblias como “perseguir”. E “Sentinel Lens” (Lente Sentinela) chama a atenção de que “certamente” pode ser traduzido por “unicamente”. Em vista disso, podemos ver esse versículo final do Salmo 23 como: “Bondade e misericórdia unicamente me seguirão todos os dias de minha vida”, seguido da tradução de Eddy: “[…] e habitarei na casa [consciência] do [Amor]” (CS5, p. 578). Não gostaria de encerrar esta seção sem mencionar que a definição de “anjos” por Eddy tem lugar proeminente ao desenvolvermos a consciência do Amor (CS3, p. 298 e CS4, p. 581). Antes dessas definições lemos que “o ponto de partida da Ciência divina é que Deus […] é Tudo-em-tudo (CS2, p. 275). Ele é a fonte, o Princípio, de todo bem. Se algo não é bom, não vem de Deus, não é verdadeiro. Todo o bem vem de Deus por meio de Seus anjos.

Seção 2: O Amor nos aparece conforme a nossa necessidade.
Tenho certeza de que alguns talvez discordem. Como explicar as necessidades do mundo que não foram atendidas? Eis o ponto em que podemos ajudar a elevar o nível de consciência no mundo. Se uma árvore que cai precisa de uma consciência de sua queda para ouvi-la cair, assim, o Amor precisa de cada consciência para praticar uma constante consciência de Seu bem abundante. Podemos fazer isso por meio da gratidão, da nossa generosidade, nossa oração amável e poderosa, nossa disposição em atender as necessidades de outros. Não quer dizer que o Amor não esteja derramando o bem infinito; é que nosso foco no material nos engana a respeito desse bem. Podemos declarar com Jeremias (B5, Jeremias 31:3): “De longe se me deixou ver o Senhor, dizendo: Com amor eterno eu te amei; por isso com benignidade te atraí.” Ou tentar como diz na Biblia A Mensagem: “O Eterno disse a eles: “Nunca deixei de amar vocês e nunca vou deixar! Esperem de mim mais e mais amor!” Agora temos uma história que ilustra como, quando aparentemente somos “excluídos” ou exilados de nossa própria família, de cuidados, de amor e deixados num deserto para morrer, podemos vivenciar a consciência do Amor! Perguntem-se se já não houve uma época em que se sentiram como a Agar nessa história. Se já ficou no passado, vocês conseguem perceber agora, que mesmo nesse deserto metafórico, o Amor estava ali? Às vezes é preciso certo distanciamento para sermos capazes de identificar como nossas necessidades foram amorosamente supridas! A Sra. Eddy põe nos seguintes termos: “Os passos com que o pensamento se eleva acima dos pontos de vista materiais são lentos, e pressagiam uma longa noite ao viajante; mas os anjos de Sua presença — as intuições espirituais que nos avisam quando ‘vai alta a noite, e vem chegando o dia’ — são nossos guardiões nas trevas” (CS9, p. 174). Algumas vezes, por mais triste que possa parecer no momento, temos de romper “os laços carnais” (CS10, p. 57) para chegarmos ao ‘nosso limite’ (fim das soluções materiais) para nos apoiarmos totalmente no Amor. Nesse caso, o senso material não mais obscurece nossa visão da abundância do Amor. Gosto de refletir sobre o surgimento da fonte na história de Agar. Ela sempre esteve ali e Deus lhe mostrou? Podemos dizer que esse é um exemplo da provisão do Amor que surgiu do Espírito infinito no exato momento em que ela precisou? E isso importa? De qualquer maneira, podemos esperar que essa infinitude do acolhimento do Amor e seu terno cuidado é nosso em todo e qualquer caso extremo.

Seção 3: O verdadeiro senso do Amor redime e revela o verdadeiro eu.
Na citação B10, Jesus está comendo e falando com "publicanos e pecadores". Não posso imaginar tal espécie de amor que Jesus expressou que fez com que aqueles que se consideravam "pecadores" fossem atraídos a ele. Não poderia haver nenhum senso de condenação, desdém, impaciência - nem um único elemento ausente de amor em sua consciência. Ele explica esse amor do Amor aos fariseus e escribas, que o estão julgando por estar fazendo companhia aos pecadores, através de uma série de parábolas sobre como Deus ama Sua criação. Por que a alegria de Deus em recuperar uma ovelha perdida, ou uma moeda de prata, é tão grande? Eu acho que pode ser porque quando nos encontramos redimidos ou "encontrados" pelo Amor depois de perder o caminho, estamos vislumbrando nossa verdadeira individualidade. Este é um ego que não tráz erros terríveis, nenhum destroço de passado.
Pense na parábola de Jesus sobre o filho pródigo. O filho mais novo retorna ao lar oferecendo-se como servo na casa de seu pai. Mas o Pai não lhe dá tal posição e, em vez disso, coloca Seu próprio anel no dedo do filho, Seu próprio manto sobre seus ombros! Em outras palavras, ele é bem recebido de volta como o verdadeiro filho, o homem da criação de Deus, sempre lá, apenas obscurecido por um tempo - vagando como uma ovelha perdida. Esse é o brilho dessas analogias. A ovelha se perdeu, ela não "foi embora". A Prata não está verdadeiramente perdida, ainda está na casa. Em nenhum momento aqueles que estão procurando as ovelhas ou a prata têm dúvidas de que as encontrarão. Pelo contrário, eles são diligentes e organizados em sua busca e se alegram ao finalizar a caçada bem-sucedida.
O Amor é a fonte do ensinamento de Jesus. A redenção é o principal objetivo de seu ensino — a redenção da falsa visão do homem e de Deus como materiais. Ele nos ajudou a obter um "[...] senso mais verdadeiro do Amor [...]" (CS12, p. 19). Os anjos aparecem nas citações de Ciência e Saúde. As citações CS13 e CS14 (p. 512 e p. 299) nos dão a mensagem de que os pensamentos angelicais nos trazem mensagens fortes, puras e santas para nos elevar acima da falsa visão material de nós mesmos. O processo redentor de nos despojar "daquilo em que erradamente confia[mos] e das evidências materiais, para que os fatos espirituais do existir possam aparecer – esse é o grande triunfo por meio do qual expulsaremos o falso e daremos lugar ao verdadeiro” (CS15, p. 428). Estas são instruções claras sobre como podemos entreter esses anjos do Amor!

Seção 4: O poder de cura de Jesus provinha do Amor.
O que eu amo nesta história dos cegos é que eles estão gritando para chamar a atenção de Jesus e todos estão mandando ficarem quietos! É muito parecido com a história de Jesus curando o cego Bartimeu. Por que todos mandavam eles ficarem quietos? Existe um paralelo moderno com isso? Somos passivos demais para alcançar o Cristo? damos ouvidos às notícias ao nosso redor de que devemos "apenas aceitar as coisas como elas são"? Estamos perdendo o poder de cura redentor do Amor porque estamos muito ocupados ouvindo normas sociais que nos dizem para ignorar a presença do Cristo?
Veja as duas últimas citações nesta seção, CS22 e CS23 (p. 259 e p. 496). O que elas dizem sobre "pensamento"? A base do pensamento de cura de Jesus era "Deus perfeito e homem perfeito", e "Mante[r] perpetuamente esse pensamento [...]" Aqui está novamente aquela consciência de que estamos falando! Essa consciência deve estar baseada no Amor para curar! Assim como o poço surgiu para a egípcia Agar, esses homens tinham os olhos abertos para a verdade de que o Amor está sempre provendo, sempre visível à Sua criação.
Compartilhei uma cura maravilhosa que me ocorreu há alguns anos que é semelhante a esse tipo de "aparição" que aconteceu para Agar e para aqueles cegos. Eu estava realmente orando profundamente sobre a necessidade de um escritório para mim. As condições pareciam limitadas. Precisava estar em nossa propriedade para que pudesse estar perto o suficiente da minha mãe que mora com a gente, e para que pudesse supervisionar a educação escolar dos meus filhos que era feita em casa. Moro em um ambiente bastante rural, sem salas para alugar nas proximidades. Após muitos meses, percebi que bem na minha propriedade, já com luz elétrica instalada, havia um escritório perfeito. Era um daqueles pequenos escritórios montados em um canteiro de obras para o supervisor trabalhar. É daqueles com um janelão inteiro dividido em três partes, que eu amo! Alguém deu para nós e o arrastamos para casa muitos anos atrás e estava sendo ocupado só para armazenar lixo! Já estava nivelado e tudo mais. Tudo que tive que fazer foi limpar tudo, instalar aquecedores (que já tínhamos) e um ar-condicionado pequeno durante o verão (que também já tínhamos), e então eu estava estabelecida! A única coisa que comprei foi uma mesa usada e uma cadeira de escritório. Sou grata toda vez que eu sento aqui para fazer meu trabalho de prática! E tenho certeza de que a gratidão torna o lugar o que ele é. Até instalei alimentadores de pássaros de todos os tipos do lado de fora dos janelões, e posso ficar vendo os lindos pássaros durante o trabalho! O Amor havia provido, e fora a minha consciência que precisou ser despertada para enxergar isso. Poderia ser tentada a ceder às sugestões de que dinheiro, localização, situação familiar tornavam minhas necessidades impossíveis de serem atendidas. Assim como os cegos precisavam insistir para que Jesus os ouvisse, eu tinha que continuar insistindo que o lugar certo para trabalhar existia! O Amor respondeu.

Seção 5: Onde as coisas parecerem piores, observe o Amor.
Essa história do Pedro sair da prisão mesmo com inúmeros guardas, correntes e trancas é uma poderosa demonstração do fato de que não existe nenhuma situação demasiadamente difícil em que a segurança do Amor não possa ser revelada. Um anjo o acordou, proveu luz, o liberou das correntes, e o levou para fora da prisão até a cidade.
A citação CS24 (p. 574) se aplica igualmente a todas as histórias na lição. “Aquela mesma circunstância que teu senso sofredor considera ameaçadora e aflitiva, o Amor pode converter em um anjo que acolhes sem o saberes”. Precisamos lutar contra essas sugestões conforme Eddy nos diz na próxima citação. Não podemos esperar sentados e passivamente ou sucumbir ao desespero. A Bíblia tem muitas histórias que nos ajudam a ver como podemos permitir que nossa fé, gratidão e amor por Deus brilhem mais que a aparente escuridão apresentada pelos sentidos materiais. Temos de nos levantar contra “Os poderes desse mundo […]” (CS28, p. 225). Mas, como aprendemos na lição da semana passada, é a Verdade que prevalece, e o Amor está bem aqui ao lado da Verdade! O mundo/Herodes, buscava uma maneira de “alegrar” os judeus - o mundo. Ele até colocou mais soldados encarregados de Pedro, pois ele provavelmente sabia que Pedro tinha saído da prisão antes com outros apóstolos - novamente levados por um anjo. Mas verdadeiramente o “Amor é o liberador” (CS28).

Seção 6: Acolher estranhos - acolher anjos.
Na citação B19 (Hebreus 13:1,2) somos exortados a não negligenciar “[…]a hospitalidade, pois alguns, praticando-a, sem o saber acolheram anjos.”. O que isso significa para nós? Às vezes, são as pessoas simples que surgem do nada e nos ajudam quando menos esperamos! Outras vezes, é quando acolhemos o Cristo com insistência, como fez o homem cego. Aprendemos que veremos a verdadeira irmandade, a verdadeira paz quando o fato de que só existe uma Mente […] uma Vida, Verdade, Amor […] se “tornar aparente” (CS30, p. 467). Quando estamos conscientes de que só existe uma única Mente, não pode haver nada além do Amor. Recebemos instruções de como obter essa consciência: “o viver e a felicidade espirituais são as únicas evidências pelas quais podemos reconhecer a verdadeira existência e sentir a paz inefável que provém de um amor espiritual que preenche todo o pensamento” (CS31, p. 264). Coloquei em itálico para enfatizar o papel que a consciência tem em tornar o Amor visível em nossas vidas. Portanto, siga em frente, consciente de todas as pequenas maneiras com que o Amor está ativo em nossas vidas. E então veremos juntos os anjos do Amor em nossa volta, guiando, curando, salvando e trazendo a liberdade.
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A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Elisabeth Zir Friedrichs, Ovídio Trentini e William Trentini, com revisão de Leila Kommers. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link http://www.cedarscamps.org/metaphysical.



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