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"Tudo o que inspira com a sabedoria, a Verdade ou o Amor -- seja um cântico, um sermão ou a Ciência [Cristã] -- abençoa a família humana com migalhas de conforto que caem da mesa de Cristo, alimentando os famintos e dando água viva aos sedentos."
"O que foi prometido será cumprido"
(Do livro Ciência e Saúde p 234 e 55)

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Certifique-se do que É, e perca de vista o que não é! Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: A Matéria.

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA
Certifique-se do que É, e perca de vista o que não é!
18 a 24 de março de 2019
A Matéria
Estudo preparado por:
Kathy Fitzer, kathyfitzer@gmail.com
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Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia A Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB
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Texto Áureo (Prov. 23:5): A versão “The Voice” traduz esse versículo como: “Tão logo você se fixe nas riquezas, elas se desvanecem”. Observando várias traduções da Bíblia, o contexto desse versículo parece focar-se especificamente em riquezas materiais, com a admoestação de não prender-se demasiadamente nessas riquezas. Contudo, considerando o escopo mais amplo da Lição, parece-me que podemos expandir o significado do trecho citado para incluir o não ficar dependente—ou acreditar—em qualquer informe da matéria como base de nosso bem-estar. A palavra ´olhos´ nesse versículo vem do hebráico ayin, que também pode ser traduzido como conhecimento. Assim, vamos basear nosso conhecimento naquilo que carece da substância do Espírito— aquilo que não tem vida, verdade, inteligência ou substância? Absolutamente não! É preciso estar com o pensamento alerta para focar no que é verdadeiro diante de uma mentira. Mas é preciso faze-lo!
Leitura Alternada (1Cor. 1:20,26,27,29; 8:2,3,5,6): Paulo está chamando a atenção que a sabedoria humana e as realizações humanas não têm nada a ver com o estar preparado para receber o Cristo—para saber a verdade de Deus. Na verdade, o orgulho do poder ou o conhecimento humano podem atrapalhar a necessária humildade para reconhecer Deus como a fonte de todo o bem e conhecimento. O conhecimento baseado na evidência material, ou educação material, tem de ceder ao que o único Deus nos ensina bem por meio de Seu Cristo. A humildade é essencial. A tradução The New Living Translation diz claramente: “Qualquer um que alegue saber todas as respostas, em verdade não sabe muita coisa” (v. 2).
Somos tentados a todo momento a adorar “muitos deuses” enquanto decidimos onde depositar nossa confiança ou o que acreditamos seja verdadeiro. É incrível quantas “pequenas coisas” tentam nos distrair de focar (ou confiar) nossa atenção na realidade de Deus, o Espírito. Mas quão maravilhoso é saber que: “se alguém ama a Deus [com total reverência, obediência e gratidão] esse é conhecido por Deus [como Seu e é muito amado].” Podemos fazer isso … podemos humildemente amar a Deus … confiar no que Deus está nos revelando, mais do que estejamos pensando saber, ou as coisa ao nosso redor estejam nos dizendo. Em assim fazendo, podemos confiar que o amor de Deus é suficiente para nos guiar pelo caminho correto.

Seção 1: Devemos olhar além da mentira e do vazio da matéria para a plenitude do Espírito
Lendo em várias traduções os versículos de abertura de Eclesiastes encontramos palavras tais como sem sentido, fútil, inútil e sem rumo onde a versão JFA usa a palavra vaidade (B1, Ecles. 1:1,2,14). A palavra original em hebraico é hebel que inclui ideias de vazio, transitório e insatisfatório, bem como vapor e sopro. Uma das traduções coloca um professor dizendo: “Nada faz sentido! Tudo é absurdo. Já vi de tudo—nada faz sentido!” (B1, idem, CEV). Não é assim que nosso mundo—nossa experiência—às vezes se parece? Por que preocupar-se—nada faz sentido e tudo está bagunçado? Mas isso é que se vê através da lente da matéria!
Achei interessante a palavra hebraica traduzida como “sopro”, porque me mostrou claramente como a visão material tenta contrariar a visão real pela lente do Espírito—o sopro da inspiração e da verdade que é DEUS! Depois da citação de abertura, o restante das citações bíblicas apontam para a necessidade de silenciar o testemunho da carne—ou a representação material da criação (B2, Zacarias 2:13). E somos assegurados que “não temos recebido o espírito do mundo, e sim o Espírito que vem de Deus, para que conheçamos o que por Deus nos foi dado gratuitamente (B3, 1Cor. 2:12). A palavra espírito usada aqui é do grego pneuma, que inclui a ideia de “princípio vital”. Deus nos deu a habilidade de discernir entre o vazio de uma visão material e a totalidade do princípio vital que é completo e cheio de bênçãos.
Na oração do salmista, a palavra vaidade vem do hebraico, shav (B4, Salmos 119:33,34,37). Inclui um sentido de vazio e inutilidade, mas também expande o significado a incluir desolação, mal (como destrutivo), idolatria (como falsa e subjetiva), sem valor, mentirosa. Não é de admirar que o salmista tenha pedido a Deus que afastasse os tais de seu pensamento! Se entretermos uma oração semelhante, podemos esperar que Deus nos livre de olhar por meio das mentiras e visões distorcidas apresentadas não só pelas sugestões destrutivas mas também pelas sugestões atrativas da visão mortal e limitada da matéria.
As citações do Ciência e Saúde deixam bem claro que o Espírito e a matéria são completamente opostos e que nunca se misturam. A definição de matéria no glossário é muito completa—abrindo mais um pouco a respeito do que a Bíblia disse sobre vazio e inutilidade da matéria (CS4, p. 591). Em resumo: “Não existe verdade material” (CS7, p. 273). Por que será que sempre somos atraídos, ou tememos ou somos influenciados por um mito? E isso é tudo o que matéria é, com seus falsos relatos! Às vezes parece uma luta não ser pilhado numa mentira, e por isso é tão maravilhoso saber que Deus está sempre nos guiando (e todos os demais) para a clara visão da verdade do Espírito.
Quando estivemos olhando através de um nevoeiro—ou após acordarmos de um sonho noturno—reconhecemos que o quadro falso e distorcido nunca foi real. Quando a neblina se vai, vemos as coisas claramente. Assim, também, “só podemos captar claros vislumbres de Deus” (a realidade do Espírito que está sempre aqui) “quando a neblina se dissipa” (CS6, p. 205). Quando desejamos permanecer na luz solar da Verdade, o Amor nos despertará para vermos além da mentira da matéria para a verdade infinita da infinita harmonia do Espírito!

Seção 2: Não vivemos na carne … nós vivemos no Espírito
Intrigante a pergunta: “O que [imaginais] vós contra o Senhor?” (B5, Naum 1:9; segundo Bíblia inglesa). O termo `imagine´ vem do hebraico, chashab que significa (entre outros): fabricar, conspirar ou enganar, considerar, inventar, planejar. Será que, conscientemente, conspiraríamos contra Deus? Não … mas às vezes não nos vemos temendo, sendo impressionados ou atraídos “pelas coisas da vida” mais do que sabemos, no fundo, das coisas que Deus criou ou designou para nós? Dizem-nos para não “amar” o mundo. Uma vez que aceitemos o modelo material, (incluindo os prazeres e as facilidades da matéria), querendo ou não, também estamos adquirindo a possibilidade das “dores” e elementos destrutivos da matéria. De qualquer modo, uma vez absorvidas as falsas imagens da matéria, fica bem mais difícil “sentir o amor do Pai” (B6, 1João 2:15-17). É como ficar tão absorto num filme (bom ou mau) que a gente esquece do bem que ocorre no “mundo real” ao nosso redor.
Está dito claramente: “[…] o pendor da carne dá para a morte” (B7, Rom. 8:5-9). ´Pendor da carne´ vem do grego sarx, e pode ser entendido como a carne, o corpo (como algo oposto ao espírito; o símbolo do exterior, ou natureza humana com suas fraquezas, sejam físicas ou morais). [W: notem que a palavra grega para carne (sarx) é também radical de sarcófago (caixão ou tumba).] Inclui também a natureza sensual e cheia de desejos do homem, mas que também está cheia de sofrimentos. O resultado de ser mentalmente espiritualizado parece muito mais compensador! Todavia a atração do pensar mundano (ou material) parece muito forte. A última linha do trecho bíblico é muito tranquilizador. NÃO estamos na carne. Não somos governados por uma natureza humana! Estamos no Espírito—o Espírito de Deus mora em nós (B7, Rom. 8:5-9). Não podemos ser separados desse Espírito (e amor) que é Deus. E para experimentar esse amor só precisamos dar as costas ao filme (ou abrir os olhos) e ver o bem que está sempre presente.
Ciência e Saúde nos diz claramente: “O homem não é matéria” (CS8, p. 475). Independente do quanto o mito tente enganar-nos, a “matéria não é coisa nem pessoa, mas é meramente a suposição objetiva do oposto do Espírito” (CS9, p. 287), e nós a chamamos de matéria. Temos que acompanhar a lógica apresentada nessa seção—e confiar na Ciência (os fatos); então não seremos enganados. Quem não gostaria de abandonar “os grilhões (limitações) da capacidade finita (limitada) do homem”? Precisamos começar e permanecer na recusa em aceitar “a ilusão de [que vivemos] no corpo em vez de na Alma, na matéria em vez de no Espírito” (CS11, p. 222). Quanto mais praticarmos em ser alertas sobre o que aceitamos como fato, tanto melhor veremos além da ilusão e acharemos a liberdade!

Seção 3: O acúmulo de matéria determina a nossa substância?
É tentador nos dias de hoje julgar o valor de uma pessoa por quanto - ou quão pouco - de riqueza material ela tenha acumulado. Aparentemente essa não é uma tentação nova, desde que Jesus falou sobre ela. Ele advertiu: “Prestem atenção! Tenham cuidado com todo o tipo de avareza porque a verdadeira vida de uma pessoa não depende das coisas que ela tem, mesmo que sejam muitas” (B9, Lucas 12:13-23, NTLH). Jesus disse a seus discípulos: “É por isso que eu digo a vocês: não se preocupem com a comida que precisam para viver nem com a roupa que precisam para se vestir. Pois a vida é mais importante que a comida e o corpo é mais importante que as roupas” (B9). Por que não devemos nos concentrar na quantidade de bens que temos? Porque “O Espírito de Deus é quem dá a vida, mas o ser humano não pode fazer isso” (B10, João 6:63, NTLH). Focar nas qualidades duradouras que definem a vida - em vez das disposições temporárias do mundo material - nos permitirá ver como Deus está atendendo a todas as nossas necessidades.
O livro Ciência e Saúde traz à tona o fato de que, ou a matéria é substancial (e duradoura), ou o Espírito é substancial (e duradouro). Os dois são opostos e, assim, apenas um é verdadeiramente confiável (CS16, p. 278). Se alguém está “se esforçando por entrar” no reino da consciência spiritual, onde todo bem existe e pode ser experimentado, Mary Baker Eddy diz que “se desvia constantemente do senso material e olha para as coisas imperecíveis do Espírito”. Não é algo que requer prática - algo que precisamos desejar fazer através do pensamento. Mas, à medida que praticamos, temos a certeza de que vamos “terminar nosso percurso com alegria” (CS18, p. 21).
Será que às vezes nos distrairemos e ficaremos hipnotizados em julgar as coisas boas em nossas vidas de acordo com como elas se parecem? Mas será que ao fazer isso podemos nos tornar super confiantes ou talvez desencorajados? Provavelmente! Mas, enquanto nos mantemos alertas e estabelecemos em pensamento o fato de que Deus sempre provê todo o bem para todos os Seus filhos, nos lembraremos de que não precisamos nos preocupar com o quanto nós ou o outro possa ter. Desde que entendamos que o Espírito é a fonte de todo o bem e que não podemos ser separados daquele bem que vêm do Espírito, teremos o que precisamos - e os outros também!

Seção 4: Anuladas as supostas leis da matéria
É divertido quando temos na lição alguma história de família (como o homem cuja mão ressequida foi curada) para olhar de uma perspectiva ligeiramente diferente ou obter dela uma nova percepção. Cada um tem a oportunidade de deixar a mensagem de Cristo trazer uma nova inspiração ao pensamento. Uma coisa que desta vez veio a mim é o perigo de ficar preso nas crenças gerais que nos rodeiam, que nos mantêm reféns de uma crença falsa. Deve ter sido preciso muita coragem ao homem da mão ressequida se afastar da multidão, quando Jesus o chamou. Eu me pergunto se ele estava mesmo esperando ser curado. Parece que era mais importante a Jesus mostrar aos governantes que é da vontade de Deus que o homem seja libertado - independentemente de regras de dia da semana ou de outras crenças materiais que possam estar circulando. E, para crédito daquele homem, ele respondeu à voz de Cristo mais do que aqueles que criticavam (B12, Marcos 3:1-5). Temos a coragem de responder ao chamado de Cristo, a Verdade, quando enfrentamos um problema físico - independentemente do que a mídia ou outros dizem sobre a probabilidade de cura - ou o direito de ser curado?
Jesus “nunca teme[u], nem obedece[u] ao erro sob nenhuma forma” (CS19, p. 243). Ele entendeu tão bem a realidade da lei de Deus e a irrealidade de qualquer outra lei, de tal forma que nunca ficou impressionado com a evidência física. Oh, estar naquele lugar! Mas, nós também podemos estar cada vez melhores na tarefa de estar seguros em não cair na mentira - não ficar impressionados com o “modelo imperfeito” que o “mundo o coloca continuamente” lá fora, para nos impressionar e temer. O remédio, nos é dito, e consiste em "volver o olhar para a direção certa, e então seguir esse caminho" (CS22, p. 248).
Repetidas vezes, as pessoas demonstraram que “a Ciência Cristã age como um alterante” (CS24, p. 162). A Ciência Cristã pode ser pensada como o conhecimento da Verdade que contraria as mentiras do senso mortal (ou matéria). Como toda doença é uma mentira ou ilusão, a Verdade naturalmente corrige essas mentiras. Como a luz de Cristo contradiz as trevas do medo e da crença falsa, o conhecimento dessa luz naturalmente destrói as trevas e, assim, cura a doença. Uma alternativa pode ser pensada simplesmente como aquela que tem o poder de alterar (Webster 1828). A verdade tem claramente o poder de alterar a falsidade. A saúde é verdadeira e a deformidade (de qualquer tipo) não é real… mas uma ilusão (CS19, p. 243). Como Cristo, a Verdade, através da Ciência Cristã, revela a irrealidade do erro do testemunho da matéria, a cura acontece. Nada está além do alcance da mão estendida do Senhor - demonstrando o poder infinito do Espírito para destruir as visões limitadas da matéria (B13, Isaías 14:27). Ao nos apegarmos à visão do Espírito, vemos como Deus vê - uma criação perfeita e completa.

Seção 5: As supostas leis da matéria se rendem para a lei da Mente
Há muito que podemos aprender sobre como Felipe, André, e Jesus encararam o problema de precisar alimentar mais de 5000 pessoas. Me chamou a atenção que Jesus começou perguntando a Felipe onde eles poderiam possivelmente comprar comida o suficiente para alimentar as pessoas que vieram escutar a Jesus. Jesus sabia que isso não era a resposta, mas podia estar querendo ajudar a Felipe a pensar sobre o assunto. A maioria de nós provavelmente começaria procurando por uma solução externa - em que meios materiais podemos nos apoiar para que nossas necessidades materiais sejam atendidas. Felipe pareceu jogar suas mãos para os céus em desespero. Não existia nenhuma solução do seu ponto de vista.
Agora, André reconheceu o suprimento que eles tinham (cinco pães e dois peixes). Para mim, isto parceria um passo na direção certa - reconhecer o bem presente. Mas, sua visão limitada rapidamente tomou conta - sim temos isso, mas que bem isso faria? Jesus, por outro lado nem sequer julgou de acordo com as evidências materiais. Ele reconheceu que a lei de Deus de suprimento e demanda estão sempre em equilíbrio e que nunca precisamos julgar de acordo com a evidência material. Jesus usou o bem que estava à mão - talvez como uma expressão de gratidão por aquilo que Deus tinha feito evidente. E então ele começou destemidamente à distribuir aquele bem! Tendo visto a substância como totalmente espiritual, ele teria deixado para traz todo o sentido finito de substância. Tendo visto o bem como uma ideia, ele sabia que a natureza infinita dessa ideia era ilimitada (B15, João 6:3-13).
Podemos ter esse mesmo ponto de vista - e demonstrar o mesmo sentido ilimitado de suprimento porque existe uma “relação científica entre Deus e o homem” (CS27, p. 206). Esse relacionamento significa que o suprimento sempre tem sua fonte na lei universal da bondade de Deus. O suprimento nunca vem da matéria e se aplica a todos. O Amor certamente não poderia reconhecer aqueles que “tem” e aqueles que “não tem”; aqueles que são merecedores de terem suas necessidades atendidas e aqueles que não são (CS27, p. 206). TODOS são abençoados - de maneiras que atendem imediatamente as necessidades humanas. Eventualmente seremos alimentados e vestidos por completo espiritualmente. Mas, por hora, nossas necessidades são atendidas de maneiras que podemos entender no reino humano. É assim que o Amor funciona! (CS28-29, p. 461 e p. 442)

Seção 6: Olhando através da lente do Espírito, a realidade aparece e a matéria desaparece
Essa última seção remete a mensagem do Texto Áureo - não foque (ou pense) naquilo que não é. Aquilo que não é inclui aquilo que “erradamente confia e as evidências materiais” (CS30, p. 428). Temos que perder de vista (virar para o outro lado) o testemunho material, para que os “fatos espirituais do ser possam aparecer” (CS30). Pense sobre como é difícil manter dois modelos de algo no pensamento ao mesmo tempo… talvez imaginar tudo dando errado num evento enquanto ao mesmo tempo trabalhar duro para planejar para que tudo dê certo; ou focar num aspecto negativo de uma pessoa ou coisa e deixar que isso esconda todo o bem que está presente.
Conforme paramos de focar nos aspectos negativos das coisas tudo que nos resta no pensamento (portanto experiência) é o bem. Isso não significa que vamos ignorar aquilo que precisa ser corrigido. Mas, significa trocar a fábula do erro pelos fatos da Verdade. Jesus disse: “Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. Isso, é claro, segue a instrução dele: “se continuarem na minha palavra, então vocês são meus discípulos de fato” (B19, João 8:32); Jesus curou vendo através das mentiras (mitos) da matéria a verdade do Espírito. Conforme seguimos seu exemplo (continuamos em sua palavra), nós também veremos e saberemos a verdade do Espírito e seremos livres das limitações da matéria.
Para mim, essas são as mensagens das citações da Bíblia. A primeira nos diz: “não espalhe testemunhos falsos. Não se junte com os perversos para agir como uma testemunha maliciosa. Fique longe de uma falsa acusação” (B16, Êxodo 23:1,7, NRSV) soa parecido com o nono mandamento: “não dirás falso testemunho contra teu próximo”. Em outras palavras, vivendo e agindo de acordo com a verdade do Espírito, não nos deixaremos ver ou falar sobre outros (ou nós mesmos) como maus, doentes, egoístas, ou qualquer das variações que são as expressões da matéria irracional e ignorante - aquilo que não é.
Provérbios 9:6 nos diz: “desista das suas maneiras ingênuas, seus pensamentos inocentes, pela vida verdadeira. Ajuste seu percurso para o entendimento” (B17, Provérbios 9:6,10, Voz). Ser ingênuo é ser “facilmente convencido a acreditar em algo”; imagens de doença, limitação, ganância, destruição e o mal de todos os tipos nos bombardeiam constantemente. Mas todas essas coisas são distorções da realidade. Temos a escolha de acreditar nelas e nos emaranharmos no medo ou raiva associados com elas, ou podemos (e devemos) nos apoiar no entendimento da eterna bondade de Deus e a realidade do Espírito, e mudar nosso ponto de vista até que esse ponto de vista se torne a realidade que experimentamos. Devemos fazer isso, um pensamento de cada vez - emergindo gentilmente, mas emergindo! (CS31, p. 485).
E então emergindo gentilmente encontramos isso como verdade: “À medida que os mortais alcançam perspectivas mais corretas a respeito de Deus e do homem, inumeráveis objetos da criação, que antes eram invisíveis, se tornam visíveis. Quando compreendemos que a Vida é o Espírito e nunca está na matéria nem é constituída de matéria, essa compreensão se expande até ser completa em si mesma, achando tudo em Deus, o bem, sem necessitar de nenhuma outra consciência” (CS32, p. 264). Podemos parar de olhar para aquilo que não é, e ver aquilo que é!!!

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A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Ovídio Trentini e William Trentini. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link http://www.cedarscamps.org/metaphysical.


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