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"Tudo o que inspira com a sabedoria, a Verdade ou o Amor -- seja um cântico, um sermão ou a Ciência [Cristã] -- abençoa a família humana com migalhas de conforto que caem da mesa de Cristo, alimentando os famintos e dando água viva aos sedentos."
"O que foi prometido será cumprido"
(Do livro Ciência e Saúde p 234 e 55)

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Espiritualizai vosso conceito do homem e de Deus para revelar e vivenciar uma criação abençoada. Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: O castigo eterno.

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA
Espiritualizai vosso conceito do homem e de Deus para revelar e vivenciar uma criação abençoada
29 de abril a 05 de maio de 2019
O castigo eterno
Estudo preparado por:
by Kerry Jenkins, CS, of House Springs, MO
Kerry.helen.jenkins@gmail.com; +1(314) 406-0041
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Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia A Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB
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O Texto Áureo (Deut. 23:5) desta semana vem da história no Antigo Testamento do profeta que se recusou a maldizer os judeus ao ser solicitado por um rei local na esperança de ter vantagem na batalha iminente. Esse profeta, em verdade não era judeu, mas ouviu a voz de Deus que o advertiu que esse povo, os judeus, era abençoado. Nesse contexto perfeito compreendemos porque seria uma farsa (caricatura) da mensagerm de Cristo de que todos os que não “aceitassem” Jesus Cristo como Salvador, seriam condenados ao castigo eterno. Esse não é o destino verdadeiro do homem criado por Deus. Se fosse, haveria no mundo algo como quatro bilhões e meio de pessoas condenadas a esse castigo. Esse é o número de pessoas no mundo que não adotam a fé cristã.
Só por curiosidade olhei o número de referências a “eterno” na Bíblia. Encontrei 91. Dessas há umas 6 que mencionam “confusão eterna” (referindo-se à experiência de inimigos), “fogo eterno”, que num caso nos diz que deveríamos lançar nesse fogo tudo o que nos ofenda, e há 4 lugares com um palavreado semelhante. As outras 85 referências incluem palavras do tipo: “aliança eterna”, “alegria”, “vida”, “gentileza”, “misericórdia”, “reino”, “domínio”, “juízo”, e assim por diante. É interessar notar isso, pois apoia ae conclusão que não é o homem da criação de Deus que está condenado a tão implacável e eterno destino. Ao invés disso, é a falsa história da criação que é desfeita para revelar o homem verdadeiro, puro e íntegro criado pelo Amor.
A palavra “amaldiçoado”, na maioria das vezes, está associada com o mitológico relato de Adão e Eva, daí a beleza de nosso TA (“…o Senhor teu Deus, …trocou em bênção a maldição, porquanto o Senhor, teu Deus te amava”) esta semana. Para compreender a verdadeira natureza do homem é necessária uma compreensão cada vez mais elevada/pura a respeito de Deus. Isso quer dizer que temos que crescer para além de um falso senso de ‘eu’. Notaram que eu disse ‘senso’? Não estamos mudando quem nós somos. Estamos desenvolvendo nosso senso espiritual, de modo a compreendermos nossa verdadeira natureza por meio da natureza de Deus. Desse modo, vemos que o pecado realmente não faz parte da criação de Deus.
Ao longo desta lição vemos que somos convocados a progredir e melhorar nosso senso do ego. A Leitura Alternada (Ezequiel 33:11,15; 18:22,23,31. Lament. 3:41,57,58) de Ezequiel é uma tal passagem, que nos insta a deixar as veredas que não levem a Deus. Vocês vão gostar de pensar no versículo 41 de Lamentações: “Levantemos o coração, juntamente com as mãos, para Deus nos céus”. Nosso coração é o que amamos e estimamos e apreciamos. Nossas mãos podem ser pensadas como aquilo que realiza; elas são supremamente úteis em fazer coisas. Elevá-las ao “céu” é um meio de espiritualizar nossos pensamentos, o que estimamos e o que fazemos. Podemos orar por essas coisas motivados pelo amor a Deus em vez dos motivos humanos, tais como aceitação, dinheiro, respeito, ou mesmo a fama.
Nossa responsabilidade como expressão do Espírito, é continuamente espiritualizar e purificar nossos pensamentos, atividades, desejos, de tal maneira que comecemos a perceber que esses modos mais puros de vermos a nós mesmos são nosso “verdadeiro ser”! Vemos isso no relato de Moisés ao descobrir os Dez Mandamentos, da mulher que foi levada a Jesus para ser julgada, e do paralítico que Jesus curou no templo; e também nas palavras de encorajamento de Paulo na Seção 5. Cada um desses exemplos encoraja a alimentarmos um conceito mais puro e espiritualmente mais verdadeiro e mais acurado sobre nós e o homem em geral. E isso vai de mãos dadas com uma compreensão mais pura e acurada de nosso Deus que “abençoa a todos e não prejudica ninguém!” (Hinário da CC, n. 157; tradução livre).

Seção 1: A misericórdia de Deus é ilimitada.
Nós nunca chegamos a um ponto “sem volta”. Por sermos Suas ideias, a expressão de Seu próprio ser, sempre temos a oportunidade de descobrir esse fato. Que sentido faria se Deus criasse uma ideia que nunca pudesse compreender sua totalidade, sua espiritualmente maravilhosa natureza? Além disso, que senso faria para Deus criar um tal ser e depois puní-lo eternamente por não entender sua natureza? (CS2, p. 356). Mas esse fato não nos autoriza a voluntariosamente fazer o que quisermos sem olhar se é certo ou bom. Uma tal existência não trará o bem para nossa perspectiva. Por isso, é insustentável no final das contas.
Nossa natureza anseia por autoconhecimento, compreensão, satisfação. Quando forem a uma livraria encontrarão prateleiras e mais prateleiras com livros sobre auto-aperfeiçoamento, espiritualidade, dietas, exercícios, e assim por diante. Essa quantidade de livros indica o fato de que o desejo humano naturalmente anseia pelo bem. Aqueles que se achem atolados no erro, não estão ali por que querem. Sempre que estivermos preparados, há a misericórdia do Amor nos guiando de volta à nossa verdadeira natureza. Nunca é tarde “demais” para descobrirmos o Amor infinito.

Seção 2: Tempos difíceis e assustadores são nossa oportunidade de compreender melhor a natureza de Deus.
Quando Moisés esteve sumido por um mês, os Filhos de Israel começaram a preocupar-se de que ele não mais voltaria. Perdidos e sem liderança, eles sentiram a necessidade de fazer algo “tangível”, de fazer “alguma coisa”, como diríamos hoje quando diante de um desafio. No caso deles dirigiram-se a Aarão para que produzisse um “deus mais tangível” para eles adorarem. Não tinham uma compreensão profunda e espiritual de Deus. Seu conceito estava frortemente influenciado pelos deuses das culturas adjacentes de egípcios, cananeus, e outros. Como interessante nota a parte—o fato de Moisés reduzir o bezerro dourado a pó e o lançar sobre a água, provém da mitologia canaanita. Talvez Moisés tivesse isso em mente ao tomar essa providência, indicando subliminarmente que esses deuses mitológicos não só eram “nada” como podiam ser reduzidos a pó inofensivo e consumidos! O Deus de Israel nunca iria tomar uma forma material que possa ser destruída.
Considerando todas as demonstrações do poder divino que o povo testemunhou (escapar do Egito, separar o Mar Vermelho, água jorrar de um rochedo, maná do céu todos os dias) por que será que esse povo estava pronto a abandonar seu Deus quando Moisés não voltava? É uma boa pergunta para ser posta em termos atuais. Poderíamos perguntar-nos de onde provém nossa compreensão de Deus? Por acaso depende da força de crença e demonstração de nossos pais? Estará baseada no sentimento de que sempre nos chamamos de “cientistas cristãos”, ou por muito tempo? Ou estará baseada nalgum tipo de fé dogmática, ou talvez uma ou duas curas dramáticas?
Tenho quase certeza que uma das principais razões dos filhos de Israel terem abandonado Deus, foi por causa de que sua compreensão espiritual não esstava profundamente enraizada em sua própria demonstração. Antes, dependiam de Moisés para mostrar-lhes o poder de Deus e Seu suprimento. Talvez começassem a pensar que era o próprio Moisés que possuía esse poder e não Deus! Não será que tal situação possa apresentar-se hoje, de sermos tentados a sentir caso uma situação difícil não seja resolvida rapidamente pela oração? Podemos ser tentados a buscar uma solução “tangível” que nos faça sentir de estar “fazendo algo”, quando o apelo real é o aprofundarmos nossa compreensão de modo a podermos ver a ação de Deus em nosso dia a dia, e edificar um fundamento mais sólido para nosso amor a Deus.
A espiritualização do pensamento é algo que é desenvolvido ao longo da prática diária. Embora a adoração possa ser destacada/espiritulizada por meio de uma cura extraordinária, tal cura não é normalmente uma questão da vida diária. Estamos provavelmente, mais inclinados a adorar aquilo em sentimos um amor e dependência diários. Por isso Moisés recebeu os Dez Mandamentos que ele trouxe na volta da montanha (e depois quebrou quando viu seu povo dançando ao redor do bezerro dourado).
Os Dez Mandamentos foram um passo adiante na espiritualização diária de nossa adoração de Deus. Eles foram um avanço em relação às práticas de adoração anteriores. Temos a tarefa de progredir constantemente em nossa compreensão espiritual. De modo a que ao sermos enfrentados por um desafio, possamos sentir paz, e um senso de oportunidade espiritual de ouvir o que Deus tem a dizer a cada um de nós!

Seção 3: Buscas espirituais mais elevadas em nossa adoração a Deus!
Se os Dez Mandamentos foram um grande passo à frente na espiritualização de nosso entendimento, então as instruções de Jesus para todos nós poderiam ser comparadas a um lançamento de um ônibus espacial em avanço espiritual. Ele mudou de ações para os pensamentos que produziram essas ações. Ele esperava que tivéssemos uma visão muito diferente do homem. Não poderíamos mais anular nosso comportamento típico e dizer "isso é apenas humano". Vingança, ódio, pensamentos impuros, tudo isso precisava ser visto como um impedimento para espiritualizar a consciência e entender Deus. Espero que, ao afirmar isso abertamente, eu não esteja entrincheirando a crença de que o entretenimento desses pensamentos torne alguém ´mau´.
Quando estamos com problemas, o melhor caminho a seguir é identificar o erro, "agarrá-lo de frente" e ver o que ele é um desafio ao verdadeiro senso de nossa identidade. A autocondenação, a vergonha, o desespero - essas não são formas úteis de avançar. Na verdade, são maneiras seguras de estagnar ou cair mais profundamente no desespero. Reconhecendo que esses pensamentos não são quem somos, sabendo quem somos, quem é Deus, dedicando nosso pensamento à descoberta e demonstração diariamente a esse trabalho, isso nos levará a uma compreensão espiritual mais elevada de Deus! Também removerá naturalmente de nossa experiência algumas dessas inclinações menos espirituais. Importa se não estamos achando que esse progresso seja fácil? Não! "Nenhum juízo final aguarda os mortais, pois o dia em que a sabedoria profere o julgamento vem a toda hora e continuamente, isto é, o julgamento pelo qual o homem mortal é despojado de todo o erro material" (CS16, p. 291).
Os fariseus, na citação B12 (Mateus 5:27,28,48), estavam procurando uma maneira fácil de condenar Jesus, pegá-lo desobedecendo à lei mosaica. Jesus, com seu profundo entendimento espiritual, descobriu que a sabedoria divina o levou a dirigir-se àqueles que não tinham pecado para que fossem os primeiros atirarem uma pedra na mulher. Sem levantar os olhos do chão, dando a cada homem a privacidade de partir sem julgamento pessoal do Mestre, Jesus abriu caminho para que o Amor fosse demonstrado. Não havia "castigo eterno" aqui, mas a misericórdia e a sabedoria que permitiam a cura e o progresso espiritual para todos - não apenas para a mulher que estava sendo julgada.

Seção 4: A cura espiritual eleva o homem de todas as formas.
Às vezes, acho que tendemos a achar difícil abandonar o pecado e mais fácil se livrar da doença. Quando estamos lutando para elevar o pensamento e nossa maneira de agir, e vemos que não estamos avançando mais alto de forma discernível, podemos sentir uma sensação de desesperança. Então nos culpamos. Isso não é produtivo ou útil no avanço espiritual. Eu acho que talvez Jesus tenha percebido algo ao longo destas linhas na citação B14 (Mateus 9:2-7) quando ele curou o paralítico. Sua mensagem ao homem era "Coragem meu filho! Os seus pecados estão perdoados". Primeiro de tudo, ele se referiu a ele como "Filho". Que designação calorosa e amorosa! Tenho certeza que ele viu o homem como filho de Deus! E seu simples reconhecimento de que esse homem não estava ligado a um modelo pecaminoso e decaído de masculinidade, era suficiente para curar aquele homem de sua condição.
Quando somos confrontados com pensamentos menos que amáveis, podemos simplesmente reconhecer que esses pensamentos parecem estar aí. Embora possam parecer muito reais, eles nunca colocam você como filho de Deus. Reconheçam e acolham nossa inocência e pureza como criação de Deus. Façam isso todas as vezes que esses pensamentos vierem! Mary Baker Eddy (MBE) tem claro que este é o caminho: "Quando a ilusão da doença ou do pecado te tentar, agarra-te firmemente a Deus e Sua idéia. Não permitas que coisa alguma, a não ser Sua semelhança, permaneça no teu pensamento". Este parágrafo inteiro na citação CS21 (p. 495) dá uma direção clara sobre como podemos eliminar esses desafios para nossa condição de bondade, nossa integridade, nossa perfeição divina. O senso físico não testemunhará esses fatos espirituais, mas podemos evitar que esses sentidos ofusquem nosso senso claro e nossa calma confiança, como diz MBE. Em última análise, o Amor dentro de cada um de nós prevalece sobre a mentira que tenta nos dizer que não somos totalmente dignos e bons.

Seção 5: O pecado é escravidão, quem gostaria disso eternamente?
Para estarmos claros, o pecado é meramente a sensação de estarmos separados de Deus, o Bem. É um antigo termo usado pelos arqueiros para errar o alvo. É util lembrar disso para não fazermos do pecado algo “maior” e aparentemente mais difícil de destruir do que realmente é. Podemos praticar para nos tornarmos mais “precisos” (continuando a analogia dos arqueiros)? Podemos continuar elevando nossos pensamentos a Deus, para um uma compreensão mais elevada do Espírito?
Quando estamos caminhando, podemos fazer anotações mentais da beleza ao nosso redor, seja natural ou feita pelo homem. Isto é reconhecer a presença de Deus por reflexo. Podemos reconhecer a cabeça iridescente do pica-pau de barriga vermelha em nosso alimentador como uma indicação da variedade, beleza, liberdade, e vida de Deus. Podemos reconhecer a gentileza e presença do Amor quando experienciamos um gesto generoso de ajuda de alguém para conosco. Reconhecer a evidência do divino é uma maneira de elevar nosso entendimento espiritual. Quanto mais fazemos isso, mais sentimos a presença de Deus em nossa vida e mais encontraremos nós mesmos “caminhando no Espírito e não na luxúria da carne”, para parafrasear Paulo na citação B18, Rom. 8:1,2,4.
Para erradicar o sentimento de ser separado de Deus, precisamos substituí-lo com o reconhecimento consciente de nossa unidade com o Bem. Isto é feito pela prática diária e horária da bondade. Mary Baker Eddy diz ser o caminho: “o esforço habitual para sermos sempre bons é oração incessante” (CS24, p. 4). Quando envolvemos religião ou a Ciência Cristã em um tipo de prática dogmática ou retrato que levamos em nossas mentes, retrato esse que está involucrado em hábitos, tradição, “aquilo que sempre fizemos” … então encontramos nossa liberdade para sentir nossa verdadeira natureza de sermos alegres, puros, vivos, amarrada e limitada por algo que funciona como uma âncora. Não estamos, então, abertos a mensagem mais fresca que Deus está nos dando a cada hora! Olhando para as citações da Bíblia nessa seção podemos encontrar essas mensagens frescas de liberdade porque elas estão baseadas na Verdade eterna (frescor não é encontrado em algo novo necessariamente, mas em uma nova visão de algo baseado na Verdade).

Seção 6: O Amor é oposto à punição eterna.
Amor, Deus, simplesmente é oposto, por natureza, a qualquer coisa como a punição eterna. Na citação B20 (2. Cor. 3:17) somos encorajados a “manter a nos mesmos no amor de Deus, buscando a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo para vida eterna.” Isso requer ação de nossa parte. Podemos chamar isso de “demonstração”. Temos encontrado que essa demonstração não deve estar confinada ao “incrível”, mas deve ser o reconhecimento horário do poder e presença de Deus em nossa experiência para manter nosso pensamento direcionado ao Espírito.
Conforme nos encontramos inspirados, é como possuir um poder que naturalmente repele o erro. O Amor nos traz essa inspiração a cada dia, e cada hora. Só precisamos nos mover naquela direção com persistência e cheios de fé. Mary Baker Eddy nos diz que o “Amor inspira, ilumina, designa o caminhoe nele nos guia. Motivos corretos dão asas ao pensamento, e força e Liberdade à palavra e à ação” (CS28, p. 454). Pinhões são as grandes asas de voo que permite um pássaro voar. Pense nessa imagem, que motivos corretos, pensamentos inspirados, Amor em si, nos dão poder para nos elevarmos espiritualmente acima dessas doutrinas terríveis que nos fariam pensar sobre o homem em termos de ser prisioneiro, ou alguém condenado a punição eterna. O esforço para erguer nosso pensamento espiritualmente, para diariamente e a cada hora percebermos e estimarmos a presença e bondade de Deus, essas atividades revelam um novo e fresco sentido de Verdade, de Amor, de Espírito. E esses pontos de vista são livres, abençoados e sanadores.


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A equipe de tradução para o português é composta por Ana Steffler, Ovídio Trentini e William Trentini. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link http://www.cedarscamps.org/metaphysical.



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