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"Tudo o que inspira com a sabedoria, a Verdade ou o Amor -- seja um cântico, um sermão ou a Ciência [Cristã] -- abençoa a família humana com migalhas de conforto que caem da mesa de Cristo, alimentando os famintos e dando água viva aos sedentos."
"O que foi prometido será cumprido"
(Do livro Ciência e Saúde p 234 e 55)

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Sintam-se escolhidos e estabelecidos num sólido fundamento que não pode ser minado por mentiras! Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: Denunciadas a necromancia antiga e a moderna, isto é, o mesmerismo e o hipnotismo.


CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA
Sintam-se escolhidos e estabelecidos num sólido fundamento que não pode ser minado por mentiras!
27 de maio a 2 de junho de 2019
Denunciadas a necromancia antiga e a moderna, isto é, o mesmerismo e o hipnotismo
Estudo preparado por:
Kerry Jenkins, CS, of House Springs, MO
Kerry.helen.jenkins@gmail.com +1(314) 406-0041

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Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia A Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB
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Texto Áureo (1Pedro 2:9). Eis aqui o fundamento da liberdade e poder do homem espiritual diante do senso material que procura nos convencer de haver desamparo e vitimização: Nós somos escolhidos! Deus, o divino criador, escolheu o homem como Sua expressão, de como Ele expressa vida, existência, alegria, energia, inteligência, humor, graça e assim por diante. Ele nos escolheu como Seu modo de demonstrar essas qualidades. Ele não criou nenhum outro poder que se oponha à Sua expressão. Naturalmente, pelo fato de sermos Sua expressão, nós proclamamos em voz alta, por meio de nossas ações, Sua maravilha, glória, bondade, habilidade, graça, inteligência e amor.
Nosso modo errôneo de ver as coisas talvez nos diga que essas habilidades e qualidades pertençam à matéria (ou a uma mente mortal separada de Deus); mas isso não é assim; nem estão essas qualidades sujeitas a limitações e distorções de outra pretensa mente. É o que nos revela a Lição Bíblica desta semana. Por meio da lição vemos que há um fundamento de integridade e amor (Verdade e Amor) que está na base e não pode ser destruído. Quando nos tornamos conscientes desse fato, constatâmo-lo diariamente em nossa experiência.
Conquanto pareçamos viver num mundo de poderes antagônicos, de desequilíbrio, desarmonia, a lição desta semana revela meios de atravessar essa cortina ‘obscura’ e encontrar o fato espiritual do todo-poder divino. Às vezes parece que levamos ‘tempo’, como na interessante história de Esdras nas seções 2 e 3. Mas podemos sempre opor-nos a tudo que se apresente a nosso pensamento como desarmonioso—qualquer coisa que sugira a separação de nossa posição como Seus ‘escolhidos’.
Essa é a essência da Leitura Alternada (Salmos 27:1,3-6; Sofonias 3:14,15): “Ainda que um exército se acampe contra mim, não se atemorizarrá meu coração; e, se estourar contra mim a Guerra, ainda assim terei confiança”. Em vez de enfocar no inimigo “acampado” ao redor de nós, seja doença, pesar, desespero, escassez financeira, nós podemos ‘desejar’ uma coisa: a saber, “que eu possa morar na casa do Senhor todos os dias da minha vida, para contemplar a beleza do Senhor e meditar no seu templo”. O que quer dizer isso? O que é preciso para “morar na casa do Senhor”?
M. B. Eddy traduz essa palavra “casa” na sua interpretação do Salmos 23, à pag. 578 de Ciência e Saúde. Ela a denomina ‘consciência’. Assim, podemos estar ‘conscientes’ de Deus, o Amor—cônscios e despertos a tudo que o Amor esteja fazendo em nossas vidas—e assim “morar na casa do Senhor”. A frase seguinte talvez nos seja ainda mais fácil compreender, “para contemplar a beleza do Senhor…” Podemos ver essa beleza em inumeráveis atos de amor, gentileza, paciência, ou por meio de belezas da natureza ou arquitetura ou qualquer tipo de arte. Focando nosso pensamento nesses objetivos, estaremos nos desviando da sugestão de outros poderes. Estaremos ativos e alertas ao poder de Deus, sem oposição, nossa única fonte de tudo o que é real e bom.


Seção 1: Não há mente separada de Deus.
O que denominamos de magnetismo animal, mesmerismo, hipnotismo, ou mesmo necromancia, tudo implica uma mente separada da única que é todo-o-Bem. Eles implicam que haja uma outra inteligência que influencie e guie o homem, a escolhida expressão de Deus. Deus é “a rocha” sobre a qual edificamos nossa consciência da realidade. Essa rocha é o Cristo sanador. Uma rocha evoca imagens de solidez, integridade, confiabilidade, imutabilidade. A referência B1 (Salmos 62:7,11,12) faz menção da rocha, e a referência B2 (2Tess. 2:1-4,7,8) nos encoraja: “não vos demovais de vossa mente”. Por acaso essa passagem nos lembre de algo menos do que a “solidez da rocha”?
Quando nos movemos ao longo da vida aceitando haver muitas influências em nossa experiência, muitas mentes com poder, talvez nos sintamos um tanto abalados ao vivenciar medo, ansiedade, rancor, ódio, desespero e frustração. Em vez de assumirmos que tais influências tenham aval divino, e que por isso não possam ser vencidas senão por uma mudança de circunstâncias, que tal se mirarmos essas influências como sugestão de haver um poder oposto ao Único todo-poderoso? Se pudermos mover-nos nessa direção, podemos edificar nossa experiência no sentido de maior estabilidade, harmonia e paz—mesmo que ainda estejamos sendo confrontados com as tais sugestões de outro poder.
Podemos estar sobre a ‘rocha’, olhar para o vento e a chuva, e reconhecer que embora o vento e a chuva pareçam estar ao nosso redor, estamos, de fato, parados sobre a Verdade, que é Deus. Não podemos ser separados de Deus e ser influenciados a temer o ‘vento’. O vento não pode mover rochas. Parece que o livro do 2Tessalonicensses (B2:1-4,7,8), e essa passagem em particular, foram escritos para acalmar a preocupação de que a segunda vinda do Cristo já estivesse por acontecer. Acho que essa passagem é útil por apontar o modo de ficar firme em Cristo e sua sempre-presença, e permitindo, assim, que o falso senso de identidade mortal seja ‘descartado’. Isso faz sentido. Certamente, não podemos experimentar a paz de Deus enquanto sentirmos, ao mesmo tempo, de que sejamos um ego, ou identidade, separado dEle. Vejam como a passagem fala do homem que “se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus … a ponto de assentar-se no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus”. Isso ressoa a serpente do Gênesis que diz à mulher que seriam como deuses, conhecendo o bem o mal”, se tão só comessem da ‘maçã’. Essa é a sugestão de haver uma identidade ou ego separado do Bem, Deus, misturando as coisas do bem e do mal a seu bel prazer. Em vez de tacitamente aceitar em nossa experiência pensamentos que incinuam termos escassez, irritação, infelicidade, doença ou sofrimento de qualquer tipo, somos aqui instruídos a ‘deixar de lado’ esses pensamentos egoísticos, pensamentos que tendem a nos separar de Deus. Podemos ver esses pensamentos como uma sugestão de separação, do erro num universo de todo-Bem, o que é impossível. Estamos prontos a recolher esse fato em nossa consciência? Estamos prontos à alegria constante e estável e à paz que uma tal edificação mental pode proporcionar?

Seção 2: Não deixe sua consciência de Deus ser paralizada por uma mentira.
Deus sempre nos dá o bem, abundância, alegria e saúde. Quando não estamos vivenciando essas coisas, podemos perguntar-nos se estamos dando atenção a outros pensamentos que não a Deus. A história de Esdras nesta seção, e na próxima, não me recordo de já ter visto em alguma lição anterior. É a reminiscência de Neemias e a reconstrução do muro. Nesse caso o rei da Persia, Ciro, que governava Israel, teve momentos de iluminação e desejou dar ao seu território cativo algum controle sério sobre algumas coisas que lhe eram importantes.
O rei Ciro decretou que os judeus reconstruíssem seu templo em Jerusalém. Tal decreto foi seguido pelo que parecem décadas de interferência por um povo que não queria que os judeus tivessem êxito em seus esforços. De fato, tiveram êxito em bloquear o progresso das obras de reconstrução até que, como mostrado na próxima seção, foram reassumidas no próximo reinado.
Qual a lição a ser aprendida nesta seção? Como devemos opor-nos a essas más influências? Às vezes as más influências se parecem com “outras pessoas”. Mas, na maioria das vezes, elas aparecem como nossos pensamentos. Não me parece que os judeus, pela história, se sentiram inseguros, ou preguiçosos, ou que não tivessem suprimentos para a obra. Eles certamente lutavam com oposição externa. Mas em qualquer caso, quando nós enfrentamos o que parecem forças opostas ‘externas’, nossa resposta, quase sempre, vem de ‘dentro’.
Por acaso estaremos permitindo que tais influências causem em nós um comportamento diferente? Muitas vezes, é a esses “métodos mentais ocultos que o mal utiliza para levar a cabo a iniquidade” (CS6, p. 570) que mais devemos cuidar. Você já esteve envolvido num projeto difícil, e constatado de ter ficado parado a toda hora? Pode ser que tenhamos ficado paralizados por falta de recursos, ou de intelecto, tempo, ou saúde, ou energia, ou mesmo clima desfavorável! Se encararmos essas ‘oposições’, como atos genéticos ou casuais, ou mesmo como naturais, então temos uma firme base sobre a qual refutar cada uma dessas aparentes oposições. Construimos uma forte defesa contra os ‘oponentes’ a Deus, quando estamos atentos aos meios do pensamento mortal e mantemos vigilância, ocupando nossos pensamentos com “a virtude e a verdade” (CS10, p. 234). Por que essas qualidades em particular? Parece que a verdade tem muito a ver com sólidos fundamentos.
Pensem sobre a ideia da verdade sendo mais um modo de expressar integridade. Este é também um termo empregado em construção, no que tange à integridade estrutural. Não há pontos fracos, nem vazios em uma estrutura íntegra. De igual modo, não há espaços em nosso pensamento para serem influenciados pelo mal quando preenchemos nossa consciência com a verdade e a virtude! ‘Não há vagas’ é o sinal para essas sugestões aleatórias de que deveríamos ficar desesperados, temerosos, frustrados por oposição. Não deixando espaço para esses pensamentos opositores, verificamos que a virtude e a verdade nos abrem infinitas soluções disponíveis no Bem infinito.
Nós tínhamos um vizinho difícil, durante uns 5 a 6 anos. Ele tentava de todos os meios tornar nossa vida um inferno. Tentamos seriamente ‘amar nosso próximo’, mas ele usava todos os meios para acabar com nossa paz. Sem entrar em detalhes, os modos dele incluíam, mas não se limitavam a, cortar três belas árvores que ficavam na frente de nossa casa, sendo uma delas uma macieira que nos fornecia frutas, além de tocar música em volume extremamente alto, com as caixas de som na varanda da casa e viradas para a nossa, durante os dias de verão, das 9:00 às 23:00 horas; ainda por cima, depositava na divisa de nossas propriedades restos de sanitários, pias, colchões, jogando lixo em nossa propriedade, e deixando portões trancados no acesso a nossas propriedade, a 700m de nossa entrada, para atrapalhar as pessoas que vinham conversar conosco, ou tratar de negócios, o correio, etc.
Eu poderia continuar, mas acho que vocês captaram a cena. Certa vez houve intervenção da polícia e dos bombeiros também, quando ele colocou gasolina e botou fogo em colchões no seu jardim, de modo a fazer com que a fumaça viesse para nosso lado. Honestamente, durante um ano tentamos tudo o que podíamos para atendê-lo. Chamamos companhias de remoção, já que ele disse que era de nossa responsabilidade tratar desses assuntos. Tentamos ser respeitosos de todas as maneiras. Mas, finalmente, despontou em nosso pensamento que estávamos lidando com um mal impessoal, e não com uma pessoa irrazoável. Uma vez identificado o mal, o ‘espinho’ de sentir-nos abusados simplesmente foi deixando de nos importunar. Se o mal não é uma pessoa, podemos sentir-nos mais livres em nossos movimentos, sabendo que Deus está agindo. Não ficamos mais paralizados pela agressão de uma ‘pessoa má’, mas pudemos identificar que o mal é nada mais do que a sugestão de que Deus/o Bem esteja ausente. Eu mentiria se dissesse que o proceso foi ‘divertido’; mas aprendi as lições dessa experiência, e repetidas vezes obtive cura quando tentada a sentir-me abusada de algum modo. Minha família nunca deixou de ser abençoada por esses desafios quando nos lembramos que o mal é impessoal; ele nunca tem uma ‘razão’. E como tal, ele precisa ser abordado com paz e confiança de que Deus está governando Sua criação.


Seção 3: Vá direto à verdade fundamental na busca de autoridade sobre o mal.
Na ‘segunda parte’ de nossa história de Esdras, vemos que alguns judeus reassumiram o projeto parado há anos, e começaram a reconstruir o templo em Jerusalém. Dessa vez, quando confrontados por oposição, eles não se deixaram envolver. De fato, continuaram até terem que dar satisfação à autoridade máxima do dia, o rei Dario da Pérsia. Eles lhe enviaram uma carta solicitando que olhasse nos registros por um decreto escrito pelo rei Ciro que autorizava a reconstrução. Eles não tinham que lutar contra a oposição. Eles só precisavam dirigir-se ao rei, e ao decreto verdadeiro. Isso não parece uma bela analogia de como podemos resistir ao mal, confiando na suprema Verdade para destruir o erro? Este é, em última análise, uma nulidade (CS12, p. 446). Sabemos que tem de ser nada, porque tudo o que pertence à Verdade é bom, e a Verdade é Tudo.
Na última seção da lição bíblica, somos lembrados para não sermos enganados pelas aparências (B11, 1Pedro 3:12,13). Não precisamos prosear sobre anos de luta com o mal. Temos a habilidade de vigiar, identificar a nulidade da mentira, e resistir de todo o coração. Mas, e se o caso se estender por anos, como foi nessa história do meu caso? Podemos ir direto ao fundamento da Verdade e encontrar nossa autoridade sobre o mal. No caso de Esdras, esta autoridade foi o registro deixado por Ciro e a autoridade deixada ao Rei Dario.
No caso de minha família, houve uma constante melhora de consciência sobre o todo-poder de Deus. O curioso foi quando esse vizinho se mudou, foi de modo abrupto e inesperado. Ele simplesmente saiu e sumiu um dia, e três semanas depois uma família maravilhosa mudou-se para a sua casa. Eles têm um haras e diariamente somos visitados por cavalos, porcos, galinhas d’angola, e outros animais soltos. Nosso filho Huck obteve vários anos de emprego na porta ao lado, e eles passaram muitos Natais conosco. Raramente me lembro da situação do vizinho anterior e, quando ocorre, não há qualquer rancor ou hostilidade. Honestamente, eu teria que lembrar quantos anos que ele morou ali, pois parece que os atuais vizinhos sempre moraram ali. Será que isso não aponta para a verdade da nulidade do mal?

Seção 4: Contradizer observações materiais não lhe traz amigos.
Vocês provavelmente pensariam que alguém curado de uma dificuldade enorme e que durou a vida toda, expressaria admiração e gratidão. Mas não é assim que o senso material atua. Nosso sentido material quer que as coisas concordem com o que ele vê e experimenta. Se as coisas ocorrem fora desse quadro, esse senso material diz que é uma anomalia. Que é milagre, ou o trabalho de algo distinto de algum tipo de compreensão espiritual. Tem de ter uma explicação material! Foi o que aconteceu quando Jesus curou um homem cego e mudo. O fato de Jesus aparecer com tal poder era uma ameaça ao poder dos fariseus. Eles sentiam ter que defender suas posições na Igreja, e o que seria melhor do que alegar que o poder de Jesus vinha, em verdade, do próprio demônio? Mas os fariseus trabalhavam a partir de uma base que material.
Jesus atuava com base na cura pelo Cristo, que é o fundamento da integridade e consistência espirituais. Os sistemas materiais, aos quais pertenciam o sistema farisaico, são crendices, ou baseados em invenção humana. O fundamento do Cristo é puramente de Deus. Assim, mais uma vez, temos de ir direto à rocha Cristo, a Verdade, para edificar nossa prática de cura. Se tentarmos abrir nosso caminho por meio de teorias da mente mortal, só acharemos confusão.

Seção 5: A base da fraternidade é o Amor.
Quando trabalhamos juntos em qualquer instituição encontraremos, mais cedo ou mais tarde, “divisões e ofensas” (B17, Rom. 16:17,19). Me parece incrível que essas duas palavras ainda melhor descrevem os desafios que encontramos hoje em dia nos trabalhos da igreja, e também em trabalhos variados com outras pessoas. E isso vem de uma carta de Paulo escrita para a igreja em Roma! Essas palavras em adição a “inveja e desavença” na citação B18 (Tiago 3:16), coletivamente expressam aspectos do ego e da vontade humana - uma mente separada do Único Deus. É esse senso de separação que nos leva a pensar que nunca poderemos ser um, unidos em Amor.
Temos que reconhecer quando nossas próprias vontades e desejos estão envolvidos em nossos trabalhos (estes geralmente se apresentam como “bons”). E novamente nos são dados meios para derrotar tamanhos pensamentos de vontade pessoal como vemos na citação CS23 (p. 464), onde Mary Baker Eddy nos diz que eles caem “…frente um coração honesto”. Honestidade, integridade, etc, será que podemos ver aqui que existe força numa base construída com integridade? E existe integridade somente quando construímos no Cristo, Verdade. Se estamos procurando apoio para, ou nos segurarmos em perspectivas pessoais, opiniões, desejos, então não estamos sendo honestos e puros em nossas atividades. Sabem o que nos une na igreja? Veja citação CS21 (p. 35).

Originalmente, Mary Baker Eddy (MBE), queria ter, como um requerimento para se tornar membros da igreja, algo tipo um exemplo de cura. No entanto, ela inclui essa passagem no Ciência & Saúde: “Nossa igreja está construída sobre o Princípio divino, o Amor. Só podemos nos unir a essa Igreja à medida que nascemos de novo do Espírito e conforme alcançamos a Vida que é a Verdade e a Verdade que é a Vida, ao produzir os frutos do Amor, - expulsando o erro e curando os doentes” (CS21, p. 35). Aí está um requerimento caso queiramos encontrar um!
Quando nos unimos a nossa igreja através dessa atividade, estamos certamente construindo uma base de Verdade e Amor que opõe qualquer sugestão do mal, desavenças, inveja, divisão. (Estas são todas formas de magnetismo animal, hipnotismo, mesmerismo, e até mesmo necromancia, se você pensar nisso como um desejo de olhar para o passado para saber como proceder! Quão frequentemente as desavenças na igreja são provenientes exatamente desse desejo de nos atermos a tradições passadas!)

Seção 6: “Portões do inferno" não podem "prevalecer" sobre o reconhecimento do poder-Cristo de curar (o fundamento na rocha).
É o nosso inabalável reconhecimento e alegria no Cristo e o trabalho do Cristo para curar hoje que nos mantém edificados na rocha, a Verdade.
Essa é a base sobre qual Jesus falou a Pedro na citação B22 (Mat. 16:13-18). Não existe base para nada oposto a Deus, (podem pensar sobre a influência do mal como uma estrutura assentada sobre uma planta Vitória Régia), e uma vez que esse fato for reconhecido e demonstrado a oposição cai (ou afunda!).
Como Cientistas Cristãos concordamos em nos opor à sugestão de que o mal tenha poder. E concordamos agir como MBE diz na citação CS28 (p. 450). Os males listados na citação CS29 (p. 483) não tem poder para “fazer ruir os alicerces” da base do Cristo que descobrimos nessa Ciência. Podemos fazer isso diariamente ficando alertas e em guarda com nosso pensamento e verificando nossa consciência para ver se está alerta.
A Mente nos guiará na direção correta, não importando onde estejamos em nosso entendimento de Deus. Construir uma igreja e dar continuidade ao trabalho não é uma atividade que fazemos somente uma vez e pronto. Porque é uma atividade espiritual, constante, sempre se desdobrando. Nunca terminamos as atividades da igreja. Então, que possamos continuar a curar a partir dessa base do Cristo, e não sermos atrapalhados por quaisquer ventos do erro.

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A equipe de tradução para o português é composta por Ana Steffler, Ovídio Trentini e William Trentini. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link http://www.cedarscamps.org/metaphysical.



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