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"Tudo o que inspira com a sabedoria, a Verdade ou o Amor -- seja um cântico, um sermão ou a Ciência [Cristã] -- abençoa a família humana com migalhas de conforto que caem da mesa de Cristo, alimentando os famintos e dando água viva aos sedentos."
"O que foi prometido será cumprido"
(Do livro Ciência e Saúde p 234 e 55)

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Olhem para o que É … não para o que parece ser …e encontrem a realidade! Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: É o universo, que inclui o homem, evoluído pela força atômica?


CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA
Olhem para o que É … não para o que parece ser …e encontrem a realidade!
17 a 23 de junho de 2019
É o universo, que inclui o homem, evoluído pela força atômica?
Estudo preparado por:
Kathy Fitzer
kathyfitzer@gmail.com
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Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia A Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB
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Texto Áureo (Atos 7:49,50). Esta é a primeira das inúmeras referências na Lição desta semana que fala de Deus como criador de tudo. Deus (e tudo o que criou) habita no reino de Deus— este reino criado por Deus (a Mente). Nada ficou para trás para ser criado pelo homem ou para ser a criação de algo que não a excelência de Deus. Vocês notaram alguma variação nesse tema da bondade/excelência de Deus tendo aparecido em cada lição há algum tempo? Talvez valha a pena dar alguma atenção! Pense nisso como a chave para ver a harmonia do ser/existir, presente agora, revelando um universo intocado.
Leitura Alternada (Isa. 44:6-8,21,24; Rom.11:34,36; 1:20). Ao longo do antigo e do novo testamento da Bíblia está a mensagem da totalidade e unicidade de Deus. Junto com essa mensagem está garantia de que não há necessidade de temer haver outro poder além da bondade de Deus. Deus criou todas as coisas. Somos informados de Deus formou Israel para ser Seu servo. Formar vem do hebraico yatsar, e indica a ação de “apertar para dar forma”, como um oleiro faria para moldar seu projeto. Ser servo de Deus inclui ser sujeito e um adorador de Deus—devendo fidelidade a Ele e sendo governado por Suas leis. Quando copmpreendemos isso, nos livramos de limitações de uma criação material ou de sermos sujeitos ao controle de doutrinas humanas e influências mortais. “Porque dele [tudo se origina], e por meio dele [todas as coisas vivem e existem] e para ele são todas as coisas [dirigidas]” (Rom. 11:36). Mais adiante na lição iremos considerar a ideia de traduzir coisas em pensamentos. A última linha da LA toca na questão de ver as coisas ao nosso redor enquanto vemos as qualidades e ideias que constituem a criação espiritual de Deus: “Desde que Deus criou o mundo, as suas qualidades invisíveis, isto é, o seu poder eterno e a sua natureza divina, têm sido vistas claramente. Os seres humanos podem ver tudo isso nas coisas que Deus tem feito” (Rom. 1:20, NTLH).

Seção 1: Deus nos concedeu a dádiva de perceber a boa criação do Espírito infinito, a Mente
O tema de Deus como criador de todas as coisas continua. Mas, agora é introduzida a natureza infinita da criação—sem começo, e com certeza sem fim e sem interrupção. Essa criação é a ideia completa e em desdobramento da Mente. Nada é difícil demais para a Mente, Deus—assim, toda ideia correta (cada solução a cada problema surgido) está sempre disponível (B1, Jer. 32:17-19). Para tornar isso prático em nossas vidas, temos que começar por raciocinar corretamente a partir da base de Genesis 1. “No princípio criou Deus os céus e a terra”, (v. 1) e “viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom” (v. 31). Deus e Sua criação, sendo infinitos—ilimitados—não poderia haver um começar, se raciocinarmos em termos mortais. Eddy diz que a “palavra princípio é aqui empregada para significar o único—isto é, a eterna realidade e unidade constituída por Deus e o homem, incluindo o universo” (CS1, p. 502). A tradução do hebraico da palavra princípio inclui “a coisa principal” e no grego significa “a substância primordial, também a causa, fonte ou origem de algo”. Assim, a substância de toda a criação é Espírito (como Deus) e é boa. Seria impossível ao Espírito infinito criar a matéria limitada. E sem a Palavra (ordem) de Deus, ou Espírito, nada poderia ser criado. Sempre que começarmos com Deus como a única causa e criador, é lógico vermos a bondade/perfeição como a única realidade.
É interessante pensar quantas vezes Eddy se refere “a universo que inclui o homem” ou “o homem que inclui o universo” (CS1, p. 502 – CS3, p. 518). Unidade na criação. Nenhuma separação. Nenhum conflito de qualquer tipo entre o homem e a natureza. Isso descarta possibilidades de alergias, reações a plantas ou animais, ameaças do clima, contaminação por coisas chamadas germes ou vírus, e tanto mais. Uma tal compreensão nos habilita a trazer cura a nós mesmos, nosso próximo, nossos animais, nosso clima, nosso governo, nossa relação com outros, e qualquer outra sugestão de desarmonia. Deus cria tudo e o faz bom. Nossa tarefa é perceber essa realidade e ver além das mentiras colocadas pelo falso testemunho dos sentidos mortais. “Nós recebemos o Espírito de Deus (não o espírito do mundo) para conhecermos a maravilhosas coisas que Deus nos deu livremente” (B3, 1Cor. 2:11-14; tradução livre). Deus (o Amor divino) nos deu a capacidade de ver Sua criação e não ser enganados pelo testemunho dos sentidos físicos. É um presente! Tudo o que temos que fazer é aceitar esse presente e praticá-lo com o uso.

Seção 2: O Espírito é a única substância real e é percebido por meio da fé e da compreensão
Como já dissemos, o Espírito ilimitado não poderia criar seu oposto, a matéria limitada. Acho útil pensar simplesmente acerca do que chamamos matéria (aquilo que se crê criado de átomos que possam reagir ou tornar-se mal-arranjados, quando não prejudiciais ou destrutivos) como qualquer visão de limitação ou sugestão do mal ou de desarmonia. Pensai seriamente sobre a explanação de Eddy: “ a matéria com sua mortalidade”, dada na citação CS9. Mortalidade é um estado sujeito à morte. Não queremos ter parte nela! Mas também é verdade que por ser a matéria sujeita à morte, podemos descartá-la por não ter efeito duradouro. Sua pretensa realidade e autoridade tem de ter um fim—tem que morrer—deixando a substância do Espírito harmonioso. Por ser Espírito, a substância “é aquilo que é eterno e incapaz de manifestar desarmonia e sofrer decomposição” (CS6, p. 468). Que impressionante …INCAPAZ de manifestar desarmonia e decomposição! A matéria não é uma criação em separado. Não há duas coisas—matéria e Espírito—apenas dois modos de percepção. E assim, quando mudamos nossa percepção, somos capazes de ver além da discórdia da matéria (em qualquer forma que se apresente) e descobrir a sempre presente harmonia do Espírito. Acho que basicamente era isso que Paulo estava dizendo quando escreveu aos hebreus: “foi o universo criado pela palavra de Deus e que aquilo que pode ser visto foi feito do que não se vê” (B5, Hebr. 11:3, NTLH).
É preciso fé para ver o que é em vez daquilo que parece ser (B5, Hebr. 11:1,3). E é preciso humildade para confiar no que nos é ensinado sobre a criação de Deus—e louvar a Deus pelo que é e o que faz—em vez de confiar na evidência diante dos sentidos materiais ou depender no que pensamos saber com base no saber humano (B1, Jer. 32:17-19). A fé não é algo fora de nosso alcance—algo que precisemos labutar para obter. É algo que podemos obter, reivindicar para nós como dádiva de direito, e algo que podemos praticar cada vez que sejamos tentados a crer que algo nos afronte e que sabemos não ser criado pelo Amor. Eddy descreve a fé como mais elevada do que a crença. Buscando sinônimos de fé encontramos convicção, expectativa, aspiração e enlevo. E do grego podemos traduzir como convicção e fidelidade. Para mim, essas são qualidades do pensamento que podem—e devem—ser praticadas. Podemos começar pelas pequenas coisas a fim de fortalecer nossa capacidade de manter a fé diante de questões aparentemente mais difíceis. Eddy descreve a fé como um “estado de crisálida do pensamento humano” (CS7, p. 297). Crisálida é um estado preparatório ou transicional (assim como uma larva se transforma em borboleta). Nesse estado “a evidência espiritual, que contradiz o testemunho do senso material, começa a aparecer, e a Verdade, sempre presente, vai sendo compreendida” (CS7). Começamos com fé—a convicção de que o que a Ciência divina (o conhecimento da criação de Deus) nos diz é verdadeiro, em vez do que os sentidos físicos nos reportam—e gradualmente chegamos a compreender que toda a realidade é verdadeiramente Espírito indesterutível. Uma vez que compreendamos isso, ficamos imperturbáveis diante da falsa evidência das supostas mentiras da matéria, e, ali mesmo, vemos a realidade da saúde e da harmonia.

Seção 3: A Ciência divina transpõe coisas em pensamentos
Quando Deus enviou Samuel a Jessé para escolher um de seus filhos como o novo rei que iria substituir a Saul, instruiu-o a não olhar para a aparência, mas para o ‘coração’. Em outras palavras, Samuel deveria considerar o caráter do indivíduo selecionado. E, assim, Davi, o humilde e alerta jovem pastor foi escolhido por Deus por meio do profeta Samuel a liderar Israel quando tinha apenas 10-15 anos (B8, 1Sam. 16:1,4,5-7,10-12). Ele só começou a reinar ao chegar aos 30 anos. Durante esses anos ele enfrentou desafios e teve oportunidades de aprender e demonstrar habilidades que iria precisar mais tarde em seu reinado sobre Israel. Como pôde Samuel saber que esse era o escolhido se não lhe fosse dado o conceito por Deus de olhar além das aparências da verdadeira natureza de Davi? A nós, também, foi dada a habilidade de expressar esse conceito. Não podemos estancar ante a aparência externa.
Temos novamente uma citação que tivemos numa lição recente: “A receita para a beleza é ter menos ilusão e mais Alma, afastar-se da crença de que haja dor ou prazer no corpo e refugiar-se na calma imutável e na gloriosa liberdade da harmonia espiritual” (CS12, p. 247). Nesse contexto, vejo um conceito ampliado. Se relaciona muito mais do que apenas ver a real beleza de nós mesmos ou outros. Acho que pode ser expandido a uma aplicação de como ver a harmonia em todas as coisas olhando-se para além da aparência exterior à verdadeira essência do caráter (ou a qualquer coisa pela qual estejamos olhando) como criado pela Alma, ou o Espírito. E assim veremos harmonia onde a discórdia pareceria reinar, pois tudo o que Deus fez é bom! Quando vemos as coisas do ponto de vista da "infinitude da Mente", descobrimos que a ‘‘matéria tem de ser desconhecida’’ (CS13, p. 280). E assim não seremos mais enganados por falsa aparências—quer aparentem prazer ou dor. A harmonia entra como visão total.
Eddy diz: “A Ciência divina, que está acima das teorias físicas, exclui a matéria, explica que as coisas são pensamentos, e substitui os objetos do senso material por ideias espirituais” (CS14, p. 123). Assim como dependemos da Ciência astronômica para inverter o testemunho que nos diz que o sol gira em torno da Terra, dependemos da Ciência divina ou conhecimento de Deus para que nos habilite a ver a criação em termos de pensamentos—ideias mantidas seguras na Mente. A visão distorcida de matéria vulnerável então se desfaz. Traduzindo (transpondo) as coisas, penetramos nosso olhar nas qualidades de pensamento designadas a representar, e encontramos que a bondade (excelência) da criação de Deus é indestrutível. Quando a realidade científica entra em foco, a evidência da desarmonia é cambiada para revelar a harmonia que sempre esteve aí! Requer prática—mas quanto mais você focar nessa ‘tradução’, mais fácil será e melhores resultados você obterá! Tente!

Seção 4: Como medimos o sucesso?
Sei que pode parecer complicado considerar este assunto de medir o sucesso. Por acaso é errado ser ‘rico’ no sentido tradicional das coisas? Ou é uma questão não de quanto nós temos, mas do que valorizamos—e quão claramente vemos que Deus é a fonte de todo o bem? (B10, 1João 2:15). Jesus disse: “O espírito é o que vivifica; a carne para nada aproveita” (B11, João 6:63) Ou, dito em palavras mais simples: “Só o Espírito dá Vida eterna. O esforço humano não produz nada”. Jesus parecia estar reforçando a importância de seguir o espírito de seus ensinamentos e de viver de acordo com seu exemplo—confiar em Deus como fonte de todo o bem. O ‘‘homem rico’’ parecia totalmente focado em suas riquezas materiais, as quais ele acreditava fossem fruto de seu esforço humano. Com tal modo de pensar ele acaba ou sobrecarregado com o que fazer com toda essa riqueza, ou focado no conforto material e prazeres (B12, Lucas 12:16-21). Mas, e quanto ao senso de equilíbrio e bem-estar que nos vem da compreensão de nossa relação com Deus, e quão magnificamente nosso Pai-Mãe atende nossas necessidades? Em tudo o que fazemos só precisamos perguntar-nos se nosso propósito é achar conforto na matéria—ou aumento de matéria—ou ser a expressão de tudo o que Deus nos criou para ser? Acaso nosso propósito não é o de deixar a bondade de Deus aparecer por nosso intermédio e constantemente nos voltarmos a Deus em tudo o que fazemos—reconhecendo o “infinito sustentador” em vez dos recursos materiais ou a sabedoria humana—como fonte de todo o bem? Isso seguramente garante bênçãos ilimitadas a nós e àqueles sobre os quais nossas vidas tenham algum impacto. Então, as realizações e recompensas em nossas vidas não terão nada a ver com as circuntâncias materiais.
Às vezes é útil considerar se estamos tentando edificar sobre “falsos fundamentos”. Estes poderiam incluir a dependência da educação humana, ou do intelecto humano, táticas que funcionaram no passado, quanto dinheiro dispomos, teorias psicológicas, etc, para resolver um problema. No entanto, lemos em Ciência e Saúde que: “o meio de extrair o erro da mente mortal consiste em inundá-la com a verdade mediante torrentes de Amor” (CS16, p. 201). Para mim, isso quer dizer abordar tudo o que fazemos do ponto de vista de nosso amor a Deus e ao nosso ‘próximo’—de ser o melhor ouvinte que possamos ser, confiar que Deus nos guie, e saber que soluções corretas abençoam todos os envolvidos. O senso material apresenta o quadro de desigualdade, inaptidão, necessidade de às vezes contar com um final infeliz. Mas, quando vemos a Mente como a fonte de todas as ideias corretas e ‘‘nos esforçamos por entrar’’ no reino do Espírito como a única realidade—isto é, quando olhamos para “as coisas imperecíveis do Espírito”—podemos esperar para ver (sem delinear) a abundância da bondade de Deus se evidenciando em tudo (CS17, p. 21). O Espírito, o Amor, gosta de abençoar!

Seção 5: Olhando profundamente no realismo, descobrimos que “milagres” são naturais na Ciência!
De vez em quando ouve-se pessoas dizer que Jesus realizava milagres. Esta seção fala de dois—Jesus transformando água em vinho num casamento e trazendo de volta o filho de um nobre (B14, João 4:46,47,50,51,54). Desafortunadamente, muitíssimas pessoas acreditam que tais “milagres” sejam eventos extraordinários muito além do poder de pessoas “normais” como você e eu. Mas, Jesus veio para mostrar-nos o que é possível a todos quando obtemos uma compreensão correta de Deus e do universo espiritual de Deus. A palavra grega traduzida como ‘milagre’ também significa “sinal”. Então, que tal pensarmos de milagres como apenas um sinal do que realmente é. Coisas modernas, tais como a comunicação por telefone, sem falar de outras coisas que fazemos com nossos smart-fones e computadores, teriam soado como milagres a gerações anteriores: carros que andam sem motorista, (ou os próprios veículos), enviar um homem à lua! Mas, nós sabemos que tais coisas não são milagrosas. São nada mais que o resultado de aplicação de princípios científicos. Com o tempo, acho que ficaremos menos surpresos pelo que ainda está por ser realizado, pois chegamos a apreciar o potencial de aplicações científicas. Agora está na hora de perceber que Jesus estava praticando e demonstrando os princípios da Ciência divina—os princípios da Verdade absoluta! E esses pricípios são acessíveis a todos. “Milagres” deveriam tornar-se menos surpreendentes a todos nós com o tempo. Como diz Eddy: “O milagre desdobra a ordem original, estabelecendo a Ciência da lei imutável de Deus” (CS22, p. 135).
Quando Jesus olhava para uma situação não ficava parado diante das aparências—falta de vinho ou um rapaz morto. Ele via o que era verdade de acordo com a lei de Deus—suprimento ilimitado do bem e vida eterna! Ele olhava “profundamente no realismo”. E é o que nós devemos fazer também! (CS25, p. 125). O universo espiritual de Deus—o único universo e aquele com que estamos unidos—é ilimitado e todo harmonioso. Assim, quando a desarmonia aparece—sob qualquer forma—olha para além do aspecto superficial com a expectativa de ver um ‘milagre’ (ou aquilo que é divinamente natural) e “toma posse de teu corpo, e governa-lhe a sensação e a ação”. Deus fez o homem capaz de erguer-se “na força do Espírito para resistir a tudo o que é dessemelhante do bem”, e “nada pode invalidar a capacidade e o poder divinamente outorgados ao homem” (CS26, p. 393).
Recentemente me pareceu útil pensar sobre tomar posse de meu corpo como abrangente de um correto senso de identidade, e optando por vê-lo como inteiramente espiritual em vez de definido por elementos materiais. Tomando tal posição, somos livres para dar forma a nosso corpo (ou outra circunstância que estejamos enfrentando) de acordo com a verdade do ser de Deus em vez da visão distorcida apresentada pela matéria. Então podemos esperar que a aparência externa corresponda “miraculosamente” à visão divinamente científica!

Seção 6: Orem para ver a nova visão daquilo que é, em vez daquilo que pareça ser
É maravilhoso que João tenha escrito a visão do universo espiritual, como vemos no livro do Apocalipse. Exatamente onde outros viam o que sempre haviam visto, João viu a cidade santa, a nova Jerusalém. Aqui não havia a separação entre Deus e o homem, e nada a não ser a harmonia (nada de lágrimas, morte, preocupação, choro ou dor). Ele viu que as primeiras coisas (as coisas que eram tidas como reais) haviam passado. E Deus tornou conhecido que “eis que faço novas todas as coisas” (B18, Apo. 21:1-5; CS27, p. 572). Essa ideia de renovação é o tema metafísico no Acampamento dos Cedros neste verão. Muito apropriado que esteja na lição desta semana—correspondendo à primeira sessão no acampamento! Olhando o original no grego, podemos pensar nessa nova ideia como um frescor. Nunca precisamos ficar estagnados numa antiga crença—ou pensar que já sabemos como algo irá se desenvolver porque "já estivemos lá". Precisamos orar com o salmista para que Deus nos abra os olhos para ver as coisas maravilhosas que vêm da instrução (ou lei) de Deus (B16, 2Cor. 4:15,18). Segundo um estudo bíblico, o termo lei é usado nos Salmos como sinônimo de revelação. A lei de Deus revela ao homem a natureza do universo espiritual de Deus! Quando aprendemos a olhar além das aparências, e recusamos ser enganados pela miragem do pretenso universo material, podemos ver o eterno bem que existe—e continua a aparecer em modos renovados (B16, idem).
Eddy nos diz: “Temos de olhar para onde queremos caminhar, e temos de agir como possuidores de todo o poder dAquele em quem existimos” (CS30, p. 264). Embora genericamente não vejamos as coisas com a claridade de S. João, se continuarmos a olhar na direção certa—qual seja, a perspectiva da lei espiritual do bem e agirmos com a confiança de que a lei de Deus é a única lei—a visão espiritual virá cada vez em foco e seremos abençoados por uma perspectiva renovada, livres das imitações das crenças de um universo “evoluído pela força atômica”. Olhai ativamente para o ideal da criação de Deus, e a velha visão se dissipará e a nova aparecerá—onde a lei de Deus, do bem, é vista como a realidade! E não há nenhuma outra!

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A equipe de tradução para o português é composta por Ana Steffler, Ovídio Trentini e William Trentini. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link http://www.cedarscamps.org/metaphysical.




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