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Quarta-Feira, 17 de Julho de 2019
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 Mensagem Semanal
"Tudo o que inspira com a sabedoria, a Verdade ou o Amor -- seja um cântico, um sermão ou a Ciência [Cristã] -- abençoa a família humana com migalhas de conforto que caem da mesa de Cristo, alimentando os famintos e dando água viva aos sedentos."
"O que foi prometido será cumprido"
(Do livro Ciência e Saúde p 234 e 55)

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Entoai “o cântico da Ciência Cristã”! Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: A Ciência Cristã.

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

Entoai “o cântico da Ciência Cristã”!

24 a 30 de junho de 2019

A Ciência Cristã

Estudo preparado por:
Christie C. Hanzlik, CS, Boulder, CO, EUA
ccern@mac.com +1 (720) 331-9356 www.christiecs.com
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Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia A Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB
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Introdução
Nunca houve o momento em que a Ciência Cristã iniciou. Ela sempre existiu. A Ciência do Cristo foi descoberta, mas não inventada ou iniciada. A Lição Bíblica desta semana explica como a Ciência Cristã foi revelada a MBEddy—sua descobridora e fundadora—e depois compartilhada com a humanidade. Numa palestra dada em 1900, Eddy transmitiu a ideia: “A canção da Ciência Cristã é: ‘Trabalhai—trabalhai—trabalhai—vigiai e orai” (1900, p. 2). Um modo de entender essa declaração é enfatizar que, para praticar a Ciência Cristã, temos que estar dispostos a ‘Trabalhar—trabalhar—trabalhar’. Eu também gosto do modo como ela inicia a frase—a canção da Ciência Cristã. A alegre prática da Ciência Cristã é uma canção que nos leva em nosso trabalho cristão. Enfatizar a parte de “canção” de sua ideia nos ajuda a sentir a leve alegria que nos vem por meio de nosso amor. “A canção da Ciência Cristã” nos ajuda a perceber que: “a parte vital, o coração e a alma da Ciência Cristã é o Amor” (CS, p. 113).
O Texto Áureo (Salmos 40:1,3) me faz lembrar dessa ideia sobre o ‘cântico da Ciência Cristã’. O salmista disse: “Esperei confiantemente pelo Senhor; ele se inclinou para mim e me ouviu quando clamei por socorro ... E me pôs nos lábios um novo cântico, um hino de louvor ao nosso Deus”. MBEddy ouviu o “cântico da Ciência Cristã” e depois o cantou conosco por meio de seus escritos.
A Leitura Alternada (Isa. 30:21,29; Salmos 46:2-5; Isa. 51:3,11,12) de Isaías e Salmos dão continuidade ao tema do Senhor pôr um cântico em nossas bocas e nos guiar. É interessante aplicar esses versículos ao caminho trilhado por Eddy até a descoberta e seu desejo de ouvir o confortante “cântico da Ciência Cristã”. Adorei ler esses versículos como se dirigidos a Eddy enquanto descobria a Ciência Cristã.
• “Quando te desviares para a direita e quando te desviares para a esquerda, os teus ouvidos ouvirão atrás de ti uma palavra, dizendo: este é o caminho, andai por ele”.
• “Um cântico haverá entre vós”.
• “Ainda que as águas tumultuem e espumejem ... Deus está no meio dela; Deus a ajudará desde antemanhã”.
• “Porque o Senhor tem piedade de Sião; terá piedade de todos os lugares assolados dela, e fará o seu deserto como o Éden, e a sua solidão como o jardim do Senhor; regozijo e alegria se acharão nela, ações de graças e som de música”.
• “Assim retornarão os resgatados do Senhor e virão a Sião com júbilo; e perpétua alegria lhes coroará a cabeça; o regozijo e a alegria os alcançarão, e deles fugirão a dor e o gemido”.
• “Eu, eu sou aquele que vos consola”...

Seção 1: Pesquisa e Descoberta
O primeiro fundamento da Ciência Cristã é: “1. Como adeptos da Verdade, tomamos a Palavra inspirada da Bíblia como nosso guia suficiente para a Vida eterna” (CS, p. 497). E a primeira seção da lição abre com ideias sobre a aliança entre Deus e o homem, registrada no Antigo Testamento. Essa aliança estava baseada no amor—"Com amor eterno eu te amei” (B1, Jer. 31:3). Contudo, mesmo após a proclamação da aliança, alguns monoteístas hebreus pareciam haver-se perdido na letra em vez de sentirem o “espírito” que sacramentava a aliança deles com Deus. No Novo Testamento Cristo Jesus inspira seus seguidores com uma compreensão de Deus baseada no amor. Escritores do NT que captaram a inspiração de Jesus explicam: “[Deus] nos habilitou para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata, mas o espírito vivifica” (B3, 2Cor. 3:4-6). Eles entendiam que a letra sem o espírito é morta.
Também aqui (tal como no TA e LA), a primeira seção expõe a ideia do ‘cântico’ que guia nossa inspiração, deixando o espírito guiar nosso trabalho. “Orarei com o espírito, mas também orarei com a mente; cantarei com o espírito, mas também cantarei com a mente” (B4, 1Cor.14:15).
Na sua juventude, MBEddy amava a Bíblia e encontrava conforto na sua profunda conexão com ela. Mas ela ansiava e ansiava por uma compreensão mais profunda e mais inspirada. Ela sabia: “As Escrituras são muito sagradas”, mas ela buscava pela “palavra inspirada da Bíblia”. Como ela mesma explica: “Nosso objetivo deve ser torná-las compreendidas espiritualmente, pois só com essa compreensão se pode alcançar a verdade” (CS1, p. 547). Ela entendia que poderíamos perder-nos na letra da Bíblia, se não sintonizarmos com seu cântico sagrado.
Por meio de sua procura pelo cântico sagrado da Bíblia, ela descobriu a Ciência do Cristo. “Durante três anos após a minha descoberta, procurei a solução dessa questão da cura pela Mente, examinei as Escrituras e quase não li outra coisa, conservei-me afastada da sociedade, e dediquei meu tempo e minhas energias a descobrir uma regra confiável. A pesquisa foi doce, calma e animada pela esperança, não apegada ao ego, nem deprimente. Eu sabia que o Princípio de toda a ação harmoniosa da mente é Deus e que, nos primeiros tempos do Cristianismo, as curas se efetuavam por uma fé que santificava e elevava; mas eu precisava conhecer a Ciência dessa maneira de curar e cheguei a conclusões absolutas graças à revelação divina, ao raciocínio e à demonstração” (CS3, p. 109).
A descoberta de MBEddy não foi uma invenção. Não foi o começo de algo novo. Foi a revelação da plena importância das Escrituras, a chave para a compreensão das Escrituras. Ela mesma explica: “[A Ciência Cristã] é imperiosa através de todas as épocas, como revelação que Cristo fez da Verdade, da Vida e do Amor, revelação que permanece inviolada para que todos os homens a compreendam e a ponham em prática” (CS6, p. 98). Ela descobriu o “cântico da Ciência Cristã” quando tomou a “palavra inspirada da Bíblia como [sua] guia suficiente para a vida eterna” (CS, p. 497).

Seção 2: Seguindo Cristo Jesus
A Ciência do Cristo é o estudo e demonstração de como Cristo Jesus fez o que fez. Cristo Jesus é uma luz para o mundo e a Ciência Cristã é o estudo do significado dessa luz para toda humanidade (B5, João 12:44-46). Os cientistas cristãos procuram compreender não só o que Jesus disse e fez, mas também o como e o porque que estavam por trás de suas palavras e obras. Levam a sério a afirmação de Cristo Jesus: “Aquele que crê em mim fará também as obras que eu faço e outras maiores fará, porque eu vou para junto do Pai” (B6, João 14: 12). Tal como os discípulos imediatos de Jesus, os cientistas cristãos se esforçam para seguir caminho, em seus pensamentos e ações, e obedecer a ordem de Jesus: “Curai enfermos, ressuscitai mortos, purificai leprosos, expeli demônios; de graça recebestes, de graça dai” (Mat. 10:8).
O segundo fundamento da Ciência Cristã é: “2. Reconhecemos e adoramos o Deus único, supremo e infinito. Reconhecemos Seu Filho, o Cristo único; o Espírito Santo, ou seja, o Consolador, o Confortador divino, e o homem como imagem e semelhança de Deus” (CS, p. 497). “O Espírito Santo ou Consolador divino” é o que Jesus prometeu-nos nas seguintes palavras: “E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco, o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece; mas vós o conheceis, porque ele habita em vós. Não vos deixarei órfãos, voltarei para vós outros. Isto vos tenho dito estando ainda convosco; mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito” (B6, João 14:12,13,16-18,25-26).
Para cada um de nós, a revelação da Ciência é o Consolador que podemos vivenciar diariamente quando o compreendemos e nos atemos a ele. É Eddy quem explica: “Mantém perpetuamente este pensamento—que é a ideia espiritual, o Espírito Santo e o Cristo, que te habilita a demonstrar, com certeza científica, a regra da cura baseada em seu Princípio, o Amor, que está por baixo, por cima e em volta de todo o verdadeiro existir” (CS10, p. 496).
A Ciência Cristã tem a ver com “as leis de Deus e Seu governo do universo, que inclui o homem. Quando compreendemos essas leis, podemos vivenciar o Consolador. Como Eddy explica: “Nosso Mestre disse: ‘Mas o Consolador ... vos ensinará todas as coisas’. Quando a Ciência do Cristianismo aparecer, vos guiará a toda a verdade” (CS7, p. 271).

Seção 3: O Consolador Demonstrado
A terceira seção apresenta a história de Jesus curando a mulher com hemorragia. Ele sente a ânsia da mulher por conforto e vai ao encontro a seu desejo de cura com amor e compreensão. Ele vê a dignidade dela e diz: “Minha filha, você sarou porque teve fé! Vá em paz”.
Em certo sentido, a mulher estava sofrendo pelo pecado - a crença de que era indigna e separada de Deus. Cristo Jesus derrubou a falsa lei humana que sugeria que ela poderia ser indigna e separada do amor de Deus. Ele viu sua integridade e dignidade, o que deixa claro ao reconhecê-la como a “filha” de Deus. Como ela experimentou o conforto de Cristo, ela deixou a crença do pecado (separação) e, portanto, a doença também. Sua fé a fez inteira e o pecado não foi mais “punido”. Gosto de pensar como essa mulher poderia ter se sentido quando Cristo Jesus falou com ela e sentiu uma dose inteira do Consolador lavando-a por completo (B8, Lucas 8:43-48).
O terceiro princípio da Ciência Cristã é “3. Reconhecemos que o perdão do pecado por parte de Deus, consiste na destruição do pecado e na compreensão espiritual que expulsa o mal por discerner que ele é irreal. Mas a crença no pecado é castigada enquanto ela perdura” (CS, p. 497).
A história desta mulher ilustra que a visão de Cristo Jesus sobre ela, como uma Filha de Deus, a libertou da punição do pecado, da crença de que era indigna e separada do Amor divino. Sua fé - mostrada ao se aproximar de Cristo com o intuito de tocar a bainha da vestimenta de Jesus – a restaurou por completo. Aquele dito pecado foi curado e ela ficou restaurada.
A cura como esta mulher experimentou é possível para todos nós “hoje, como no tempo de Jesus”, como entendemos a Ciência do Cristo (CS13, p. xi) Mary Baker Eddy explica: “A cura física pela Ciência Cristã resulta hoje, como no tempo de Jesus, da operação do Princípio divino, ante a qual o pecado e a doença deixam de ter realidade na consciência humana e desaparecem tão natural e tão necessariamente como a escuridão dá lugar à luz, e o pecado à reforma. Hoje, como outrora, estas obras poderosas não são sobrenaturais, mas supremamente naturais” (CS13). O alívio físico vem quando o pecado é curado. O Consolador responde ao nosso desejo de cura, de libertação do pecado.

A descoberta de Mary Baker Eddy da "operação do Princípio divino" permitiu-lhe escrever declarações fortes sobre a potência de cura da Ciência Cristã:
• “A Ciência Cristã traz ao corpo a luz solar da Verdade, que revigora e purifica. A Ciência Cristã age como alterante, neutralizando o erro com a Verdade. Modifica secreções, elimina fluídos nocivos, dissolve tumores, relaxa músculos enrijecidos e restaura a saúde dos ossos. O efeito desta Ciência consiste em sacudir a mente humana, levando-a a uma mudança de base, sobre a qual possa ceder à harmonia da Mente divina” (CS14, p. 162).
• "Afirma tu os fatos da Ciência Cristã, - que o Espírito é Deus e, por isso, não pode estar doente; que aquilo que se chama matéria não pode estar doente; que toda a causalidade é a Mente, agindo mediante a lei espiritual. Então, mantém tua posição com a compreensão inabalável da Verdade e do Amor, e vencerás" (CS15, p. 417). Ela provou esses fatos em sua vida e na cura de outros.

Seção 4: Os Passos da Verdade
Às vezes podemos sentir que não somos "bons cientistas cristãos" porque não podemos demonstrar a cura no mesmo grau de Cristo Jesus. Mas todos podemos encontrar palavras de encorajamento, tanto na Bíblia quanto no Ciência e na Saúde, quando estamos praticando a oração.
Conforme estamos aprendendo, podemos dar um passo à frente, pouco a pouco, e não precisamos sentir que temos que entender tudo imediatamente. Em Isaías, encontramos a garantia reconfortante de que não há problema em dar um passo à frente em nossa prática: “Porque é mandamento sobre mandamento, mandamento e mais mandamento, regra sobre regra, regra e mais regra: um pouco aqui, um pouco ali” (B9, Isaías 28:10).
E, quando sentimos que não entendemos bem toda a Ciência Cristã, podemos saber que estamos em boa companhia. O apóstolo Paulo, que divulgou o evangelho do cristianismo, eloquentemente descreve como é sentir que estamos entendendo apenas parte de toda a visão. Como ele escreveu aos Coríntios: “Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido” (B10, 1Cor. 13:12). Em outras palavras, por enquanto podemos sentir como se estivéssemos vendo através de um espelho sombrio/escuro, mas então quando começamos a ver mais claramente, podemos ver a reflexão completa (face a face) e nos conhecer como Deus nos conhece. A Bíblia da Nova Tradução para Linguagem de Hoje traduz este verso desta forma: "O que agora vemos é como uma imagem imperfeita num espelho embaçado, mas depois veremos face a face. Agora o meu conhecimento é imperfeito, mas depois conhecerei perfeitamente, assim como sou conhecido por Deus” (B10).
Quando estamos começando a entender a Ciência Cristã, podemos saber que isso pode parecer um reflexo intrigante em um espelho, mas podemos ficar com ela, e ficará claro: "Porque é mandamento sobre mandamento, mandamento e mais mandamento, regra sobre regra, regra e mais regra: um pouco aqui, um pouco ali" (B9).
Cada pedacinho que entendemos é como o fermento na parábola de Jesus. Apenas um pouquinho de fermento pode fazer um monte de pão crescer (B11, Mateus 13:33).
Esta seção também inclui uma história sobre quando os discípulos de Jesus partiram em um navio e ele os alcançou ... "andando em cima da água". Mesmo que o conhecessem bem, assustou-os quando o viram andando sobre a água (tendo alcançado-os tão rapidamente), então “ficaram com muito medo”. Eles não conseguiam entender o que estava acontecendo - estavam “vendo através de um vidro escuro” - então ficaram com medo. Mas Jesus lhes disse: “não tenham medo”. E então “logo” alcançaram à terra para a qual estavam viajando (B12, João 6:3,16-21).
Espere, o quê?! Logo?
Eu não sei qual parte disso seria mais surpreendente para os discípulos: 1) que Jesus andou sobre a água, 2) que ele andou na água rápido o suficiente para alcançá-los em um navio, ou 3) que uma vez os tendo alcançado eles "logo" chegaram ao seu destino. Mas esses não eram milagres inexplicáveis. Ao entendermos as palavras e obras de Cristo Jesus na Ciência Cristã, podemos ver que todas essas demonstrações são divinamente naturais. À medida que entendemos a Ciência do Cristo cada vez melhor, podemos esperar demonstrações divinamente naturais de harmonia e saúde na experiência diária. Novamente, quando olhamos para as coisas surpreendentes que Cristo Jesus demonstrou, podemos saber que: "Hoje, como outrora, estas obras poderosas não são sobrenaturais, mas supremamente naturais" (CS13, p. XI).
A medida que entendemos os ensinamentos de Cristo Jesus, mesmo um pouquinho, podemos começar a praticar e demonstrar as verdades desta Ciência, podemos não entender tudo sobre a Ciência Cristã, mas até mesmo um pouco de compreensão é suficiente para começar a multiplicar a eficácia de nossa oração. Mary Baker Eddy explica: “Um pouco de fermento faz levedar toda a massa Um pouco de compreensão da Ciência Cristã prova a verdade de tudo o que dela digo. Por não poderes, tu mesmo, andar sobre as águas e ressuscitar os mortos, não tens o direito de pôr em dúvida o grande poder da Ciência divina nesse sentido. Sê grato pelo fato de que Jesus, o verdadeiro demonstrador da Ciência, fez essas coisas e nos deixou seu exemplo. Na Ciência só podemos usar o que compreendemos. Temos de provar nossa fé pela demonstração” (CS17, p. 328).

Seção 5: A Visão, O Livro [maiores informações em Apocalipse citações B14 e B15]
O livro do Apocalipse é uma visão do Cristo (a completa ciência do poder absoluto do Amor) triunfando sobre o mal e aniquilando pecado, doença, e morte para sempre.
No Ciência e Saúde, MBEddy revela uma exegese em Apocalipse - “O Apocalipse”, MBEddy explica que seu autor descreveu coisas que apontam para a descoberta da Ciência divina. Conforme ela explica, “esse Anjo ou mensagem que vem de Deus, envolto em nuvem, prefigura a Ciência divina. Ao senso mortal a Ciência no começo parece indistinta, abstrata e obscura; mas uma promessa luminosa lhe coroa a fronte. Quando compreendida, é o prisma e o louvor da Verdade. Quando a examinas com atenção, podes curar por meio dela, e ela tem para ti uma luz mais resplandecente que o sol, pois Deus ‘a iluminou’” (CS20, p. 558).
Através de sua descoberta da Ciência Cristã, MBEddy nos ajuda a compreender a inspirada Palavra do Apocalipse. Ela escreve: “Esse anjo tinha na mão ‘um ‘livrinho’, aberto para ser lido e compreendido por todos. Pergunto: Não continha esse mesmo livro a revelação da Ciência divina, cujo ‘pé direito’ ou poder dominante estava sobre o mar, - sobre o erro básico, latente, a fonte de todas as formas visíveis do erro? O pé esquerdo do anjo esta sobre a terra; isto é, um poder secundário era exercido sobre o erro visível e o pecado audível. O ‘cicio tranquilo e suave’, a voz do pensamento científico, se estende sobre continentes e oceanos, até as extremidades mais remotas do globo. A voz inaudível da Verdade é para a mente humana, ‘como quando ‘ruge um leão’. É ouvida no deserto e nos lugares escuros do medo. Ela desperta os ‘sete trovões’ do mal, e agita essas forças latentes para fazer ressoar o diapasão completo dos tons secretos. É então que o poder da Verdade fica demonstrado—fica manifestado na destruição do erro. … Mortais, obedecei à mensagem celestial. Tomai a Ciência divina. Lede este livro do começo ao fim. Estudai-o, ponderai-o” (CS21, p. 559). No meu entendimento atual dessas palavras, MBEddy está explicando a nós o papel da Ciência Divina na aniquilação do pecado, doença e morte para sempre.
Pode ser que não entendamos essa visão completa de uma só vez. E podemos não entender a Ciência totalmente hoje. Pode parecer que estejamos olhando através de ‘um vidro escuro’, mas a visão foi revelada e podemos vê-la. MBEddy explica que os ensinamentos que ela oferece são “avançados para sua época”. É pensamento metafísico além do que possamos plenamente compreender agora, mas se desdobrará. Não é impossível de entendermos. Conforme ela diz: “não peço nada de impossível ao insistir nas declarações da Ciência Cristã; mas por estar esse ensinamento mais avançado do que a época atual, não deveríamos negar que precisamos de seu desdobramento espiritual. A humanidade vai melhorar por meio da Ciência e do Cristianismo” (CS22, p. 371).
O fato de não compreendermos tudo hoje não significa que nunca vamos compreender. A Mente Divina está falando conosco agora, desdobrando os fatos da Ciência, da maneira exata em que precisamos ouvir. Nas palavras de MBEddy: “Por ser necessário elevar o gênero humano, é que a Mente pode elevá-lo; pois a Mente pode propiciar pureza em vez de impureza, força em vez de fraqueza, e saúde em vez de doença. A Verdade é um alterante para o organismo inteiro, e tem o poder de torná-lo sadio em todos os aspectos (CS22, idem). É através da Mente, e não do esforço humano, que a Ciência se desdobra para nós.
Podemos todos vigiar e orar para termos aquela Mente que também havia em Jesus Cristo. O sexto fundamento da Ciência Cristã é nosso lembrete para sintonizar com a Mente para uma revelação total, e os passos de ação que podemos tomar enquanto fazemos isso. Lemos: “6. E solenemente prometemos ser vigilantes, e orar para haver em nós aquela Mente que havia também em Cristo Jesus; fazer aos outros o que desejamos que eles nos façam; e ser misericordiosos, justos e puros” (CS, p. 497:24).

Seção 6: A Promessa
A Ciência Cristã provê a promessa de plenitude, de paz e harmonia por toda nossa experiência. Não precisamos esperar por essa promessa. Ela está disponível agora para nós, pedaço por pedaço. A Lição dessa semana conclui com afirmações encorajadoras da Bíblia e do Ciência e Saúde sobre a promessa de salvação.
Lemos essa promessa em Isaías - que profecia!: “Dispõe-te, resplandece, porque vem a tua luz, e a glória do Senhor nasce sobre ti. Nunca mais se ouvirá de violência na tua terra, de desolação ou ruínas, nos teus limites; mas aos teus muros chamarás Salvação e às tuas portas Louvor. Nunca mais te servirá o sol para luz do dia, nem com seu Resplendor a lua te alumiará; mas o Senhor será a tua luz perpétua, e teu Deus, a tua glória… Todos os do teu povo serão justos, para sempre herdarão a terra; serão renovos por mim plantados, obra das minhas mãos, para que eu seja glorificado” (B16, Isa. 60:1,18-21). Apesar de não vermos isto plenamente conforme descrito por Isaias, é uma promessa sobre o que receberemos conforme compreendermos mais integralmente a revelação da Ciência Cristã.
A profecia de Isaías não é apenas uma esperança cega… é uma visão cheia de entendimento. É a promessa do Consolador naqueles tempos e hoje também. Entender o Consolador é a Ciência Cristã. E como lemos na seção 6: “A Ciência Cristã traz à luz a Verdade e sua supremacia, harmonia universal, a totalidade de Deus, o bem, e a nulidade do mal” (CS23, p. 293).
Nosso trabalho - “o cântico da Ciência Cristã” - é para avançarmos pouco a pouco a cada dia na direção certa. À medida em que aceitamos essa tarefa, estamos nos “alistando” para fazermos nossa parte. Estamos nos [alistando] para diminuirmos o “mal, a doença, e a morte; e [nós] os [venceremos] por compreender que eles são o nada, e que Deus, o bem, é tudo” (CS24, p. 450).
Se estamos duvidando quanto ao nosso progresso nesse caminho, podemos nos perguntar a nós mesmos: “Estou vivendo a vida que se aproxima do bem supremo? Estou demonstrando o poder de cura da Verdade e do Amor? Se assim for, então o caminho se tornará cada vez mais claro ‘até ser dia perfeito’. [Nossos] frutos darão provas daquilo que o compreender Deus traz ao homem” (CS25, p. 496). Essas perguntas nos levam diariamente a “Trabalhar - trabalhar - trabalhar - vigiar e orar”. E através desse trabalho, podemos alegremente cantar “o cântico da Ciência Cristã” (00’, p. 2:7-8). Esse cântico é nosso Consolador.

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A equipe de tradução para o português é composta por Ana Steffler, Ovídio Trentini e William Trentini. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link http://www.cedarscamps.org/metaphysical.




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