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"Tudo o que inspira com a sabedoria, a Verdade ou o Amor -- seja um cântico, um sermão ou a Ciência [Cristã] -- abençoa a família humana com migalhas de conforto que caem da mesa de Cristo, alimentando os famintos e dando água viva aos sedentos."
"O que foi prometido será cumprido"
(Do livro Ciência e Saúde p 234 e 55)

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Ganhe uma compreensão de Deus por meio das Escrituras. Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: Deus.

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

Ganhe uma compreensão de Deus por meio das Escrituras.

1 a 7 de julho de 2019

Deus

Estudo preparado por:
Kerry Jenkins CS. House Springs, House Springs, MO, EUA
Kerry.helen.jenkins@gmail.com +1(314) 406-0041
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Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia A Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB
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Recentemente tornou-se-me importante distinguir em meu pensamento entre o que sempre pensei, e o que realmente está escrito a respeito de Deus, sobre a Ciência Cristã (de acordo com sua descobridora), sobre igreja, sobre oração e cura, e assim por diante. É fácil cair um certo padrão mental de que “isso é assim” simplesmente porque sempre vimos ou fizemos dessa maneira. Uma coisa prática que aprendi na Instrução em Classe da CC foi que sempre devemos testar as coisas que ouvimos, ou ideias que nos vêm, coisas que lemos, contra as Escrituras, ou contra MBEddy. Desse modo podemos determinar a diferença entre o que “soa bem” e o que faz parte da Verdade universal. Isso parece simples, mas pode, de fato, tornar-se fonte de muita discórdia se tivermos uma interpretação diferente do escrito! Eu posso ler algo e vê-lo sob uma ótica espiritual, enquanto outro estudante igualmente fervoroso e devoto pode ter outra visão. Já houve guerras iniciadas por menos do que isso.
Um modo de eliminar a disputa sobre revelação espiritual: é guardar o mandamento: “Amarás teu próximo como a ti mesmo”. Este é o “Segundo grande” de acordo com Jesus, em Mateus 22:39. Logicamente o primeiro é: “O senhor nosso Deus é o único Senhor” (B12, Marcos 12:29). Se realmente adorássemos um e o mesmo Deus, de qualquer nome, só poderíamos ter essa Mente única e seríamos impedidos de sermos enredados em conflitos por diferença de opinão. Mas, em essência, se podemos aprender a amar nosso próximo como a nós mesmos, podemos pesquisar e esforçar-nos na vida a compreender Deus, o Amor, com mais profundidade, e isso só irá nos aproximar uns dos outros. Outro modo de dizer isso é por meio do que MBEddy nos diz no livro Ciência e Saúde (p. 9): “O teste de toda oração se encontra na resposta a estas perguntas: Sentimos mais amor por nosso próximo graças a essa oração?”. O teste segue com mais indagações, mas essa nos ajuda a responder se nosso modo de ver Deus é genuíno, inspirado, espiritual.
MBEddy deixa claro que a única maneira de nos beneficiarmos com as Escrituras é por meio de interpretação espiritual. “A Bíblia ensina a transformação do corpo pela renovação que vem do Espírito. Se suprimires o significado espiritual das Escrituras, essa compilação não poderá ajudar os mortais, assim como os raios da lua não podem derreter um rio de gelo. O erro dos séculos é pregar sem praticar” (CS, p. 241).
Notem que Eddy emprega um “E” na palavra Espírito. Será que isso significa um renovado entendimento de Deus/Espírito? Com certeza, não é uma renovação do Espírito, pois Deus não precisa de “renovação”. Mas gosto da ideia de que a Bíblia esteja sempre nos encorajando a renovar nosso senso de Deus, do Cristo, e tudo o que tem a ver com o homem. Mas, notem que as Escrituras têm de ‘transformar’ por essa renovação, essa é a nossa ‘prática’, e a única maneira de adorar a Deus de um modo alegre e honesto.
Falando dessa adoração, o Texto Áureo (Apoc. 7:12) nos dá uma direção em como podemos reconhecer Deus. E, Isaías, na Leitura Alternada (Isa. 43:1,3,5,11,12,15,19,21; 40:25,26), nos alenta que não temos nada a temer de Deus porque Deus chama a cada um ‘pelo nome’, por sua real identidade. Deus nos reune, nos salva, nos guia, nos governa, nos forma, nos leva através de desafios (deserto), e é infinitamente poderoso. Essas são umas poucas qualidades e maneiras de Deus aparecer nesta lição da semana.

Seção 1: Deus, Vida, Verdade, Amor, Espírito, infinito, Tudo-em-tudo—nos fala através das Escrituras.
Será que nos sentimos tentados a pensar que os escritos de MBE estejam desatualizados quando cotejamos sua linguagem e a das Escrituras? Há milhares de anos de diferença entre eles! Mas quando lemos com ouvidos atentos a como Deus fala conosco, podemos encontrar toda uma legião de ideias contemporâneas, e vitais nos enchendo a consciência. Isso é porque esses escritos contêm a verdade universal em si. A idade da linguagem não pode ser uma barreira a essa verdade. Daniel representa o pensamento que está sempre atento à orientação direta de Deus, destemidamente, confiantemente, alegremente. Com certeza podemos aprender desse tipo de caráter representado na Bíblia. Que outras qualidades Daniel representa? Fidelidade, devoção firme.
Pensem nas condições que Daniel enfrentou. Quando foi escolhido e recomendado a comer das iguarias da mesa do rei, ele afrontou o encarregado, e depois provou por sua prática da fé que Deus sustenta o homem sob qualquer circunstância. Ao ser lançado na cova dos leões depois de recusar-se a adorar a não ser o único Deus, demonstrou por sua prática que Deus protege e salva. A lista continua com outras qualidades, e poderíamos incluir a inocência. Essas são qualidades ilustradas nas Escrituras, que podemos praticar hoje para encontrar cura e ouvir a voz de Deus nos dirigindo e consolando.
Daniel não foi poupado dos desafios que enfrentamos hoje na experiência humana. Ele assumiu o conhecimento que tinha de Deus e pôs esse conhecimento, amor, confiança e entendimento a trabalhar. Assim viu-se interpretando sonhos, trabalhando como líder num governo estrangeiro, e ajudando outros a compreenderem o poder e bondade de Deus. Deus é revelado por meio do senso espiritual, tal como neste texto de Daniel nas Escrituras. Daniel nunca olhava para ‘além’ de Deus. Ele sempre se voltava a Deus por respostas. Desse modo, a infinitude do poder de Deus foi revelada. “… não pode haver nada além da ilimitável natureza divina”, diz MBEddy (CS6, p. 127).

Seção 2: “…a Ciência Cristã aproxima Deus do homem…”
Uma arma que tenho visto ser levantada várias vezes contra a CC é que por não vermos Jesus como Deus, pomos de lado a ‘humanidade’, o consolo humano que podíamos achar em Deus. Para mim, nada poderia estar mais longe da verdade! Por sabermos que Deus é Amor, nós o vemos e sentimos presente em todo lugar no amor das pessoas ao nosso redor. Por sabermos que Deus é a Verdade, valorizamos e reconhecemos a integridade como a própria expressão do ser de Deus em nós e na humanidade.
Por sabermos que Deus é a Vida, reconhecemos nossa energia, alegria, graça, flexibilidade, força como expressões de Deus-Vida e tudo mais ao nosso redor, expresso infinitamente. Só par dara uma ideia. Na fiambreria, há poucos dias, vi que me faltavam uns poucos dólares. Não seria nenhuma tragédia em pôr de volta alguns artigos, e comecei a fazer isso quando o homem atras de mim na fila insistiu em pagar a diferença. Eu nunca tinha visto esse homem! Para mim foi uma expressão tangível de Deus como Amor, bem ali. Rejubilei-me nessa expressão várias vezes naquele dia, a também após.
Vejam o que diz a Bíblia na citação B8: “…ele fartou de bens a alma faminta … Enviou-lhes a sua palavra, e os curou, e os livrou do que lhes era mortal” (Salmos 107:1,9,15,20,21). Essas são promessas que têm brotado na vida humana. Não são declarações distantes e agradáveis que se apliquem a ‘alguém’. Como já lemos na LA de que Ele chama cada um por sua verdadeira identidade, sabemos que Deus nos conhece, e cuida de cada um individualmente. Ele é Tudo-em-tudo.






Seção 3: Jesus deu o exemplo de interpretar as Escrituras de forma espiritual.
Nesta seção, recebemos um exemplo perfeito de interpretação espiritual das Escrituras. O próprio Jesus reinterpretou grande parte do Antigo Testamento, sem nunca se desviar da verdadeira intenção espiritual da lei. Ele fez isso não para buscar modernidade, mas para revelar um sentido mais verdadeiro de Deus e do homem. Em outras palavras, sua compreensão espiritual das Escrituras levou a uma obediência mais profunda ao primeiro e segundo grandes Mandamentos que mencionamos. (Como um aparte, esta é uma ótima atitude quando buscamos renovar nossa compreensão da lei bíblica.) Quais são nossos motivos? Estamos tentando aprofundar nossa compreensão de Deus? Ou, estamos simplesmente procurando uma vantagem pessoal? Claramente se vê que Jesus nunca procurava uma "outra forma" de lei! Ele, de fato, tomou leis importantes, como os Dez Mandamentos, e mostrou como poderíamos aprofundá-las a um nível espiritual de consciência e não apenas uma regra ou ritual de comportamento humano.
Os saduceus eram uma seita de judeus que estavam muito preocupados com a interpretação da Escritura na questão da ressurreição. Eles escolheram se concentrar em uma interpretação que acreditava na inexistência da ressurreição. Jesus encontrou seu desafio com a declaração na citação B12 (Marcos 12:18,24,26,27,28,29). Ele mostrou que Deus, na Bíblia, declara ser o Deus de Abraão, Isaque e Jacó. Isso não implica que estes profetas ainda estivessem vivos, mas, em contra partida, poderia dar a entender que Deus teria que ser o Deus dos "mortos"? Essas elites da igreja teriam estado entre os líderes poderosos do momento. Jesus reconheceu apenas o poder da Mente, Deus. Com essa Mente, ele sempre soube como responder espiritualmente a truques. Ele sabia que as qualidades de Deus eram úteis, reconfortantes, inteligentes, curativas e poderosas. Não eram intelectuais ou eruditas. Eu amo o versículo B9 (Salmos 50:1,7) que nos diz que Deus está falando conosco, que Ele está chamando "a terra", dizendo à humanidade, ao pensamento mortal, que "eu sou Deus, o teu Deus". Para mim, isso fala da proximidade e ternura de Deus, encontrando-nos qual seja o pensamento que possamos ter. Este é o todo-poder do amor.

Seção 4: Reconheça a bondade de Deus com louvor, cante a gratidão e veja.
Qual é o "cântico novo" que é mencionado na citação B14 (Salmos 96:1–3,7,8, 9)? Não é a constante descoberta e reconhecimento da bondade gloriosa do Amor? Encontramos essa gratidão na "beleza da Sua santidade" (B14), e por "parar de lutar" (B15, Salmos 46:1,7,10). Nós "escolhemos" o "jejuar" (B16, Isaías 58:6,8) sobre o que os sentidos materiais nos dizem, para que possamos discernir melhor a presença da Vida, a riqueza do Amor em relação a nós.
Você sabe o que é "proteger por todos os lados" como mencionado na citação B16? É a retaguarda do exército que protege de qualquer inimigo que possa estar se esgueirando atrás de nós. O amor nos rodeia com harmonia, com o bem, e com a capacidade de perceber esse bem.
Na história da citação B17 (Lucas 17:12–19), que fala de Jesus curando os dez leprosos, encontramos apenas um que volta para reconhecer Deus como a fonte de todo bem, após ser curado. Essa pessoa é desprezada pelos judeus por ser um samaritano - meio judeu, meio gentio, devido a casamentos durante o cativeiro assírio. Mas ele é um homem cheio de gratidão e percepção, não é?!! Quem foi mais profundamente abençoado nesta história? Veremos que estamos muito satisfeitos e consistentemente alegres quando somos capazes de continuamente perceber e reconhecer o poder e a bondade de Deus ao nosso redor (mesmo em tempos de profundo desafio - pense em Daniel).
O agradecimento é uma maneira de reconhecer o poder de algo. Se não reconhecemos algo, estamos essencialmente negando a presença e o poder dessa coisa. Às vezes, como no caso da doença, essa falta de reconhecimento é uma coisa boa. Mas quando é sobre Deus, queremos treinar nossa consciência para estar atento e alerta à bondade, de modo que estejamos prontos a perceber cada vez mais esse Bem sempre presente. O reconhecimento traz coisas boas que estão sempre presentes (saúde, alegria, suprimento) à vista.
Eu mencionei um exemplo ilustrativo da presença constante do bem envolvendo meu escritório, o qual eu precisava desesperadamente. Depois de mais de um ano nutrindo esse desejo ao pensar / orar sobre essa necessidade, de repente vi que havia uma pequena edificação perfeita dentro de nossa propriedade, até mesmo já com eletricidade instalada, de modo que pudesse ser aquecido e resfriado! Aqui estou hoje, digitando lá de dentro. Ontem, um passarinho chegou e se empoleirou a dois metros do meu rosto no peitoril da janela! Eu ainda me "volto" toda vez que me sento neste escritório e dou glória ao Amor que supriu essa necessidade para mim.

Seção 5: Arrepender-se/repensar nossa visão de Deus, e ver o poder do Amor refletido no homem.
Há casos paralelos dessa história de Jesus ressuscitando o jovem de dentro do esquife; Elias e Elizeu levantando filhos e devolvendo-os às respectivas mães (1Reis 17, e 2Reis 4). Não é isso um notável exemplo das eternas leis do Amor e da Vida em operação?
Nas notas de Harper Collins de Estudo da Bíblia lemos comovidamente: “A morte de um filho único de uma viúva, era uma catástrofe para ela. Ela não teria subsistência legal e, privada do apoio econômico do filho, ela dependeria da caridade ou esmolas. A compaixão de Jesus é aqui exposta como uma resposta visceral (do grego “esplanchnisthe”). Ele reflete a compaixão de Deus. Tocar o esquife foi um ato dramático, que violava as leis judias de pureza. Levanta-te! A palavra de Jesus é mais uma vez eficaz. Jesus o “deu à sua mãe”, a citação igual a 1Reis 17:23. Ao usar as mesmas palavras que Elias, vocês não acham que Jesus estava ressaltando o duradouro Amor de Deus como infinito, eterno? Será que não estava nos lembrando da natureaza atemporal da representação das Escrituras a respeito da bondade de Deus, Seu poder e sempre-presença?
MBEddy nos diz na citação CS23: “Jesus ensinou o caminho da Vida pela demonstração, para que possamos demonstração compreender como esse Princípio divino cura os doentes, expulsa o erro e triunfa sobre a morte” (p. 25). Ele demonstrou isso. Deus não é a causa da desarmonia, mas a fonte do bem para toda a humanidade. Podemos repensar nosso senso de catástrofes, repensar a ideia de que ‘sejam’ naturais. A matéria é de fato uma bagunça, mas Deus não estabeleceu um universo de sofrimento e mal. E por não ter Deus feito isso, podemos repensar nosso senso de seu suposto poder de nos enganar a acreditar.
Considerai aceitar e rejubilar-se hoje no Deus de amor que Jesus revelou quando ressuscitou o filho da viúva. Nós podemos encontrar nossa paz e saúde restauradas e claramente visíveis em nossa experiência por meio dessa visão crística do Amor.

Seção 6: Nós podemos sentir a magnificência de Deus lendo/compreendendo/demonstrando as Escrituras.
Talvez eu não consiga convencer ninguém pela palavra escrita, de que a Bíblia seja uma fonte contemporânea de profundo amor e poder sanador. Isso só pode acontecer quando fizermos o que Jesus fez e ponhamos aquela compreensão em prática (ver na introdução CS p. 241).
Uma das mais impressionantes curas em nossa família por meio da simples leitura da Bíblia, aberta ao acaso, durante um momento de grande necessidade. Nossa filha Holly, então com dois anos, estava certa noite muito doente, e não respondia. Eu havia acordado meu esposo porque ela não respirava direito. Eu estava assustada. Estávamos ambos alçando o pensamento a Deus, buscando qual a ação correta a tomar, quando Doug abriu sua Bíblia e começou a ler onde havia parado anteriormente. Não me lembro bem do que ele leu, mas absorvi cada palavra lida. Sei que dois sentimentos me trouxeram um grande senso de autoridade—um, que isso era uma verdade eterna e universal que havia levado cura a milhares, ou milhões, de pessoas o longo dos séculos ou milênios, e—dois, que Holly, como manifestação divina de Deus, tinha um propósito sagrado e eterno bíblico cumprir, assim muitas das pessoas relatadas na Bíblia. Essas eram apenas duas ideais das que me enchiam o pensamento com a presença e confiança do Amor. Eu segurava Holly nos braços e meu marido lia. Por alguns minutos, não sei por quanto tempo; então Holly adormeceu calmamente. Na manhã seguinte ela estava levantou-se e, cheia de energia e alegria, lembro-me dela correndo na minha frente com sua irmã na sua roupagem de inverno da cor hortelã. Esse é o poder das Escrituras de trazer-nos uma compreensão do Amor que cura.



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A equipe de tradução para o português é composta por Ana Steffler, Ovídio Trentini e William Trentini. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link http://www.cedarscamps.org/metaphysical.



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