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"Tudo o que inspira com a sabedoria, a Verdade ou o Amor -- seja um cântico, um sermão ou a Ciência [Cristã] -- abençoa a família humana com migalhas de conforto que caem da mesa de Cristo, alimentando os famintos e dando água viva aos sedentos."
"O que foi prometido será cumprido"
(Do livro Ciência e Saúde p 234 e 55)

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Demonstrai as Bênçãos do Sacramento. Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: O Sacramento.

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

Demonstrai as Bênçãos do Sacramento

8 a 14 de julho de 2019

O Sacramento

Estudo preparado por:
Christie C. Hanzlik, CS; Boulder, CO, EUA
ccern@mac.com +1(720) 331-9356 www.christiecs.com
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Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia A Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB
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Introdução
Como estou escrevendo este MET sobre “O Sacramento” enquanto me encontro nas dependências do Acampamento dos Cedros (CedarS), dirijo-me especificamente aos conselheiros que estejam conduzindo discussões sobre o Estudo da Lição Bíblica, após o café da manhã de todos os dias.
A maneira mais simples que encontrei para definir “Sacramento” é que o sacramento é a ação/as ações que tomamos para sentir a conexão com o Amor divino. Uma ação sacramental é tão básica como o ajoelhar-se em oração. Algumas igrejas celebram cerimônias formais de batismo e comunhão como sacramento. De acordo com o livro-texto da Ciência Cristã, o batismo e a comunhão são cerimônias mentais baseadas na oração. MBEddy descreve o vinho da comunhão: “Nosso vinho é a inspiração do Amor, o trago que nosso Mestre bebeu e recomendou a seus seguidores” (CS10, p. 35).
NOTA: Como a maioria de vocês sabe, o tema inspirativo no CedarS é: “Eis que faço novas todas as coisas” (Apoc. 21:5). Esta frase ou com pequenas variações apareceu em cada uma das Lições passadas há pouco. E também está nesta. Veja se consegue achá-la ...
O TA enfatiza a ideia de que no tocante a amor e gentileza, nossas ações falam mais alto do que as palavras. Poderíamos falar e falar e falar sobre amar ao próximo, mas são nossas ternas ações que mostram nosso amor. É fácil de ver essa ideia em ação ao redor do Acampamento: quer seja ver conselheiros carregando as tralhas de campistas mais novos no primeiro dia, encorajando uma nadadora inexperiente a pôr a face na água, ou dedicando quarenta e cinco minutos em ajudar um campista ginasiano andar de esqui aquático pela primeira vez—e regozijando-se com cada êxito!
Como exemplo de ação sacramental, a LA compartilha a história de Jesus lavando os pés de seus discípulos. No acampamento é possível desenvolver uma estação de ‘lavagem de pés’ como uma atividade na cabine, ou na varanda. No passado tivemos uma atividade de ‘lavagem dos pés’, e eu fiquei fascinada com a sensação de que é mais humilhante ter os pés lavados por meus amigos, do que lavar os pés dos outros.
Pensem na humildade que os discípulos devem ter sentido quando Cristo Jesus lavou os seus pés.

Seção 1: [Ações] vivas que demonstram nosso amor pelo Amor.
A primeira seção está repleta de todo tipo de ações que podemos tomar para demonstrar nosso amor a Deus.
Adoremos e prostremo-nos;
Ajoelhemos diante do senhor nosso Criador (B1, Salmos 95:6).
Essas ações não teriam sentido a menos que sigamos as instruções: “que pratiques a justiça; que ames a misericórdia; e andes humildemente com teu Deus” (B2, Miq. 6:8).
Podemos perguntar-nos: se Cristo Jesus nos pedisse para segui-lo como disse a André e Pedro (B3, Mat. 4:17-20), estaríamos dispostos a deixar tudo e segui-lo? Essa seria uma ação puramente sacramental!
A recompensa de André e Pedro pelo sacrifício é imensurável. De fato, o sacrifício conduzido pela oração é sempre mais valioso para nós do que aquilo de que parecemos abrir mão. A recompensa de seguir a Cristo é que estamos aprendendo a ser aptos a fazer as obras que CJ fez: “Aquele que crê em mim fará também as obras que eu faço e outras maiores fará ...” (B5, João 14:12).
Aqueles dispostos a tomar o sacramento e seguir o Cristo são verdadeiros adoradores: “...vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade, porque são estes que o Pai procura para seus adoradores” (B6, João 4:23).
MBEddy explica a verdadeira adoração: “Adoramos espiritualmente, só quando cessamos de adorar materialmente. A devoção espiritual é a alma do Cristianismo” (CS1, p. 140).
Ela condena as cerimonias insípidas: “O Cristianismo, como Jesus o ensinava, não era um dogma, nem um sistema de cerimônias, nem um dom especial concedido por Jeová ritualista; mas era a demonstração do Amor divino, que expulsava o erro e curava os doentes, não meramente em nome do Cristo, a Verdade, mas demonstração da Verdade, como tem de ser o caso nos ciclos da luz divina” (CS2, p. 135).
Seguir a Cristo Jesus é possível hoje em dia, logicamente, pois não significa que sigamos uma personalidade. “Nosso Pai celestial, o Amor divino, exige que todos os homens sigam o exemplo de nosso Mestre e seus apóstolos, em vez de meramente adorarem sua pessoa” (CS4, p. 40).
Fazemos nosso melhor em seguir Cristo Jesus obedecendo seus mandamentos” (CS5, p. 241).

Seção 2: [Tomai e provai] o pão e o vinho.
A ceia pascal que Jesus e seus discípulos tomaram juntos ocorreu pouco antes de sua crucificação. Jesus sabia que esse desfecho era iminente. “Enquanto estavam comendo, ‘Jesus pegou o pão e deu graças a Deus. Depois partiu o pão e o deu aos discípulos, dizendo: ‘Peguem e comam; isto é o meu corpo.’ Em seguida pegou o cálice de vinho e agradeceu a Deus. Depois passou o cálice aos discípulos, dizendo: ‘bebam todos vocês’ “ (B8, Mat. 26:17,18,20, 26,27; NTLH). Ele não disse para eles literalmente comerem seu corpo; assim pensem no que esse pão significa para vocês. Estão vocês dispostos a tomar o “pão” das mãos de Jesus Cristo e comê-lo?
Jesus sabia que os discípulos poderiam comer ‘o pão’ e mesmo assim não alcançar todo o senso da mensagem do Cristo. Ele sabia, por exemplo, que a pesar de suas ações sacramentais, seus amados discípulos iriam abandona-lo—“Jesus lhes disse: ‘Esta noite, todos vós vos escandalecereis comigo!’ Disse-lhe Pedro: ‘ainda que venhas a ser um tropeço para todos, nunca o serás para mim.’ Mas o que realmente ocorreu foi que Pedro traiu a Jesus (B9, Lucas 22:31-34).
Cada um de nós pode examinar sua disposição de realmente aceitar a palavra do Cristo: “Examine-se o homem a si mesmo, e, assim, coma do pão, e beba do cálice” (B10, 1Cor. 11:28).
MBEddy faz eco à prática bíblica do autoexame e seus benefícios: “Devemos nos examinar para saber quais são os afetos e os propósitos do coração, pois só assim chegaremos a saber o que honestamente somos” (CS6, p. 8).
Nosso desejo de santidade nos levará no caminho certo. “Sabemos que o desejo de santidade é requisito para obter santidade; mas se desejamos a santidade acima de tudo, [sacrificaremos] tudo por ela. Temos de estar dispostos a fazer isso, para podermos andar com segurança no único caminho prático que leva à santidade” (CS7, p. 11).
O Sacramento não se refere só a pão e vinho (CS8, p.32). MBEddy explica que: “Sua carne e seu sangue verdadeiros eram sua Vida; e os que verdadeiramente comem sua carne e bebem seu sangue são aqueles que participam dessa Vida divina” (CS9, p. 25).
Para aqueles que praticam a Ciência Cristã: “Nossa Eucaristia é a comunhão espiritual com o único Deus. Nosso pão, ‘que desce do céu’, é a Verdade. Nosso cálice é a cruz. Nosso vinho é a inspiração do Amor, o trago que nosso Mestre bebeu e recomendou a seus seguidores” (CS10, p. 35).
Cada um pode esforçar-se para alcançar mais do que atos simbólicos insignificantes. Como afirma MBEddy: “Se todos os que procuram comemorá-lo com símbolos materiais tomarem a cruz, curarem os doentes, expulsarem os males e anunciarem o Cristo, a Verdade, aos pobres—ao pensamento receptivo—trarão o reino dos mil anos” (CS11, p. 34).
Isso pode soar difícil, mas: “Se trabalhares e orares com motivos puros, teu Pai abrirá o caminho” (CS12, p. 326).

Seção 3: [Descubra] a graça e o perdão.
Eu entendo a graça como um sentimento renovador de amor que cura qualquer sentimento de indignidade. A terceira seção começa, "continuem a crescer na graça e no conhecimento do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo" (B11, 2Ped. 3:18). Esta seção, para mim, é toda sobre restauração e renovação e dignidade.
Cada um de nós pode lutar com momentos ou dias em que não tenhamos vivido até o mais alto padrão de pureza semelhante à de Cristo. Podemos sentir que tomamos uma decisão ruim, ou - como os discípulos - baixamos a guarda e não sermos vigilantes e totalmente leais à nossa fé (B12; Mateus 26:36,39,47; e B13 Marcos 14:53, 66–72).
A experiência de Jesus no jardim do Getsêmani foi quando ele soltou a vontade humana e cedeu à vontade divina - “que não seja feito o que eu quero, mas o que tu queres.” Aqui está o relato: “Jesus foi com os discípulos para um lugar chamado Getsêmani e lhes disse: - Sentem-se aqui, enquanto eu vou ali orar. Ele foi um pouco mais adiante, ajoelhou-se, enconstou o rosto no chão e orou: - Meu Pai, se é possível, afasta de mim este cálice de sofrimento! Porém que não seja feito o que eu quero, mas o que tu queres” (B12, idem).
Neste ponto, Judas o trai e Pedro o nega. Quando Pedro percebeu o que ele fez, "e começou a chorar" (B13, idem).
Mas há esperança de redenção - a graça que cura - mesmo depois de termos nos tornado duvidosos e cometido um grande erro. Como lemos em Tiago: “Chegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós outros” (B14, Tiago 4:8).
Através do batismo podemos nos curar da culpa que vem do pecado, a crença de que poderíamos estar separados do Amor divino. O pecado é a crença da separação do bem, e o batismo renova nosso senso de Unidade.
Aqui estão algumas maneiras pelas quais Mary Baker Eddy descreve o batismo:
• “Nosso batismo é a purificação de todo erro” (CS13, p. 35).
• “Pelo arrependimento, pelo batismo espiritual e pela regeneração, os mortais se despem de suas crenças materiais e de sua falsa individualidade” (CS14, p. 242).
O batismo não precisa ser imerso em água física. Em vez disso, “o meio de se extrair o erro da mente mortal consiste em inundá-la com a verdade mediante torrentes de Amor. A perfeição cristã não se alcança sobre nenhuma outra base” (CS17, p. 201).
À medida que experimentamos contratempos, progresso e o poder constante do batismo e da renovação, podemos nos voltar para Cristo Jesus como nosso exemplo. No jardim do Getsêmani, o Caminho das Lágrimas demonstrou como se libertar das ondas de culpa, medo e sentimentos de abandono. Mary Baker Eddy explica: “Embora tenhamos reverência por Jesus, e nosso coração transborde de gratidão pelo que ele fez pelos mortais – trilhando sozinho a vereda de amor rumo ao trono da glória, explorando em muda agonia o caminho para nós – ainda assim Jesus não nos poupa nem sequer uma única experiência individual, se lhe seguimos fielmente os mandamentos; e todos têm de beber o cálice do penoso esforço, na proporção em que demonstrarem amor como o dele, até que todos sejam redimidos pelo Amor divino” (CS18, p. 26).

Seção 4: [Provar] O Progresso é a lei de Deus.
A história da crucificação não termina na cruz. Jesus ressuscitou. Nós não deixamos Jesus sofrendo na cruz - ele foi totalmente vitorioso (B18, 1Corinthians 15:3,4).
Este salmo descreve bem o triunfo de Jesus: “Eu te exaltarei, ó Senhor, porque tu me livraste e não permitiste que os meus inimigos se regozijassem contra mim. ... Ao anoitecer pode vir o choro, mas a alegria vem pela manhã” (B17, Salmos 30:1,5).
E, “assim como Cristo [Jesus] foi ressucitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida” (B20, Romanos 6:4).
Não precisamos nos preocupar que as provações que enfrentamos sejam demais para a graça divina e demais para nós. Mary Baker Eddy faz essa afirmação sobre a inevitabilidade do progresso: “Cada dia exige de nós provas mais elevadas, em vez de declarações do poder cristão. Essas provas consistem unicamente na destruição do pecado, da doença e da morte, pelo poder do Espírito, como Jesus o destruiu. Esse é um elemento de progresso, e o progresso é a lei de Deus, lei que exige de nós apenas aquilo que com certeza podemos cumprir” (CS21, p. 233).

Seção 5: [Vivei e aproveitai] as bênçãos do Sacramento.
Jesus nos mostra o caminho do sacramento ... ações significativas que simbolizam e aprofundam nossa consciência da sempre-presença do Amor; bem como progredir rumo a uma experiência mais semelhante ao Cristo (crística) seguindo-o, ou, em linguagem simbólica: “bebemos de seu cálice, participamos de seu pão, somos batizados com sua pureza” (CS23, p. 31).
Para Pedro e João, sua dedicação e compreensão do Mostrador do caminho significavam ser capazes de curar os doentes e ressuscitar os mortos (B22, Atos 3:1,2,6-8).
Nós também podemos seguir nosso guia em palavra e ações e curar outros tão cabalmente como Pedro e João. Como expõe MBEddy: “Quem quer que alcance a compreensão da Ciência Cristã em seu verdadeiro significado, realizará as curas instantâneas de que ela é capaz; mas isso só pode ser feito assumindo a cruz e seguindo o Cristo na vida diária” (CS25, p. 55).


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A equipe de tradução para o português é composta por Ana Steffler, Ovídio Trentini e William Trentini. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link http://www.cedarscamps.org/metaphysical.



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