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"Tudo o que inspira com a sabedoria, a Verdade ou o Amor -- seja um cântico, um sermão ou a Ciência [Cristã] -- abençoa a família humana com migalhas de conforto que caem da mesa de Cristo, alimentando os famintos e dando água viva aos sedentos."
"O que foi prometido será cumprido"
(Do livro Ciência e Saúde p 234 e 55)

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Amém, amém o AMOR!!! “…pois o amor é de Deus” — “Nós somos de Deus” --- O homem é… “do Amor”. Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: O Amor.

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

Amém, amém o AMOR!!! “…pois o amor é de Deus” — “Nós somos de Deus” --- O homem é… “do Amor”

29 de julho a 4 de agosto de 2019

O Amor

Estudo preparado por:
Kerry Jenkins CS, House Springs, MO
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Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia A Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB
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Tenho a imensa alegria e privilégio de escrever este trabalho daqui do Acampamento dos Cedros, onde diariamente aprendemos mais sobre a novidade e frescor das ideias da Bíblia e de escritos de MBEddy (mantendo-nos atualizados com o tema deste ano: “Eis que faço novas todas as coisas”. Todos os dias conselheiros têm tempo de compartilhar ideias das lições bíblicas durante as horas de estudo com campistas de todas as idades; assim, quero ter a certeza de que este trabalho lhes seja útil em sua atuação junto aos campistas, se precisarem de alguma ideia para compartilhar.
Podemos obter uma boa ideia do Texto Áureo (1João 4:7) sobre a direção que iremos tomar nessa lição. O Amor é uma parte do que somos como expressões do Amor. Acho legal que as últimas quatro palavras do TA sejam: “o amor procede de Deus”; e as primeiras da Leitura Alternada (1João 4:6,8,9,11-13,16,18-21) sejam: “Nós somos de Deus”. Podemos dizer que somos do Amor e que o amor e o homem são juntamente “de Deus”. Na página 475 do Ciência e Saúde, por MBEddy, diz: “O homem é a ideia, a imagem, do Amor, ele não é físico” (CS, p. 475:13-14). Sempre notei a vírgula após a palavra imagem antes de “do Amor”, como oposto ao que geralmente é lido: “O homem é ideia, a imagem do Amor”. Gosto de ver um recurso bíblico para compreender porque Eddy tenha usado aquela vírgula. Pode até não ser importante, mas é uma observação divertida. Nós não somos “da matéria” mas do Amor. Isso faz com que nossa ação a partir do amor faça parte de nosso ser. Isso também dá poder ao amor que naturalmente expressamos. Pode parecer que estejamos enfrentando fortes adversidades, como se vê na história ilustrada na lição da semana, mas essa aparente oposição é como um nada diante do Amor. E como somos todos “do Amor”, então essa oposição é um nada para o homem também.

Seção 1: O Amor é infinitamente agradável.
O que podemos fazer para começar a compreender a imensidão do Amor infinito e como estamos abraçados nesse Amor? O apóstolo Paulo tem a melhor resposta na citação B3 (Efésios 3:14-19). Notem que ele nos inclui como “arraigados e alicerçados em amor” (do Amor): “…[Podemos] compreender, com todos os santos, qual é a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade e conhecer o amor de Cristo, que excede todo entendimento, para que sejais tomados de toda a plenitude de Deus”. Quando tomados dessa “plenitude”, não há espaço para qualquer outra coisa. Nossos sentidos físicos podem parecer em guerra (CS4, p. 140) com o que sabemos ser espiritualmente verdadeiro. Tenho certeza que muitos de vocês que estejam lendo isto já perceberam que não podemos pela “lógica” sair desse tipo de “guerra”. Podemos, sim, conquistar, passo a passo, um senso maior do Amor como presente, prático e poderoso.
Podemos dar um fim aos pensamentos “beligerantes”, regozijando-nos no bem abundante (afluência) de Deus. Quando aprendemos esse padrão de regozijar-se de minuto a minuto, verificamos que nosso amor e adoração a Deus não é feito por seguirmos, em nossos dias, um conjunto de regras religiosas ou crenças dogmáticas. Em vez disso, não podemos evitar de saltar de alegria em nossos dias, mesmo os maus, por sabermos que somos envolvidos na afluência e unicidade do Amor. A satisfação infinita do Amor está sempre presente. Acaso é difícil sentir isso às vezes? Pode apostar. Ciência Cristã não quer dizer que não tenhamos que lutar contra a mentira. Mas sim, que nos é dada a verdade básica para ficar firmes. Vejamos como Davi lidou com a mentira de um exército poderoso que o perseguia para matar.

Seção 2: O ódio não tem reino legítimo ou poder.
O rei Saul foi o primeiro rei de Israel. Davi foi ungido para ser o próximo, antes mesmo da morte de Saul, e a pesar de que Saul tinha um filho herdeiro, Jônatas. Davi havia sido um bom líder militar a serviço de Saul. O povo costumava dançar nas ruas pelo êxito de Davi! Provavelmente, Saul sentiu alguma inveja sobre a popularidade de Davi, que ultrapassava a do rei. Em parte por essa razão, e, talvez, principalmente por causa de um distúrbio mental que afetava a Saul, este se pôs a campo com seu exército para matar Davi. Nessa história, lemos sobre a segunda vez que Davi se encontrou com o exército de Saul, e chegou tão perto de Saul, tomou algum de seus pertences e depois chamou-o à uma distância segura para mostrar que poupou sua vida e que não tinha nada contra Saul. É interessante notar as “fortalezas” humanas mencionadas na Bíblia. Pareceria impossível para um inimigo esgueirar-se até o rei, rodeado de 3.000 soldados! Isso é literal e simbolicamente representativo do poder esmagador do poder material. Poderia ser visto como o poder do governo, algo tão grande a ponto de nos sentirmos indefesos. Seria como o poder que a injustiça parece ter. Qualquer que fosse o simbolismo, somos apresentados ao que parece uma solução “prática”. Note-se como a mente mortal/Abisai, se oferece a dar um fim de uma vez por todas, não só matando o rei mas desfigurando-o (segundo um Comentário bíblico). Mas Davi não estava disposto a ferir o “ungido de Deus”. Saul havia sido ungido por Samuel, o profeta. No entanto, penso que isso pode ser tomado no sentido mais amplo aplicável a cada filho de Deus. Cada um de nós é um sagrado e ungido reflexo do Amor divino. Davi opta por levar a lança e o jarro da água, e depois chamar de uma distância segura, para dizer que tivera novamente a oportunidade de matar Saul, mas que demonstrara misericórdia e amor.
Talvez tenham notado a adversidade das circunstâncias que rodeavam Davi para que lhe fosse possível esgueirar-se por entre esse exército sem que ninguém percebesse? A Bíblia relata aqui que fora por causa “de um pesado sono que o Senhor fizera cair sobre eles”. Por acaso isso vos faz lembrar do pesado sono de Adão na alegoria do Gênesis? Tenho certeza que foi por isso, pois não encontravam outra explicação! Em vez de pensar a respeito de um Deus que intervém em favor de um lado somente. É mais útil espiritualmente pensar em termos do poder da lei divina do Amor que opera sempre em favor de toda a humanidade. Davi estava atuando em harmoia com tal lei, expressando amor por seu “inimigo”.
Como estamos falando de um rei e um futuro rei, é interessante notar que as citações de CS usam o termo “reino dos céus, reinado e entronizado” nas citações CS8 (p. 560) e CS11 (p. 454). Podemos ver também que o “exército de conspiradores” não é uma força militar para nós (usualmente), mas são as forças do pensamento mortal que desafia nosso senso de “saúde, felicidade e êxito” (CS10, p. 405):
“O ódio humano não tem mandato legítimo nem reino.” Não esqueçamos isso! O ódio não pode nos governar, influenciar. Podemos andar através de um “exército” de ódio, e gozar de segurança, e sentir só a presença e poder do Amor.

Seção 3: Podemos nos sentir seguros no Amor dos efeitos do ódio.
Nesta seção, temos a vontade humana e o ódio agrupados. Isso é um pensamento impressionante! Se você olhar para as qualidades que Mary Baker Eddy aborda na citação CS16 (p. 451): "à agressão, à opressão e ao orgulho do poder", é fácil ver como elas podem se relacionar ao ódio, especialmente à luz da história de Saul e Davi na Seção. 2. Eu diria que a maioria de nós não nos vê como odiosos, então é útil, em termos de buscar progresso espiritual, ver que aspecto do pensamento voluntário poderíamos querer desvender e deixar o Amor destruir. Por exemplo, estamos presos em fazer as coisas acontecerem da forma que pensamos ser o caminho "certo"? Ou estamos abertos para permitir que o Amor tome as rédeas, por assim dizer, e aponte o caminho? Essa disposição pode nos indicar um caminho inesperado!
Sempre quando enfrentei o que parecia ser uma tarefa esmagadora, descobri, sem nenhuma dúvida, que se eu recuar e esperar com coragem o Amor liderar, sempre encontrarei um caminho muito melhor do que se tentar "terminar" algo através da força bruta. Pode ser tentador, especialmente quando se trabalha com prazos pensar que temos que trabalhar arduamente. Mas isso muitas vezes pode ser vontade humana. Dar um passo para trás é permitir que o Amor dê asas divinas aos nossos pensamentos e ações. Podemos não ser capazes de terminar algo da nossa lista no prazo que "queremos", mas o resultado final será sempre melhor, uma vez que o "querer" é muitas vezes a vontade humana.
Esse tipo de reconhecimento da ação da vontade humana é útil. Mas, e quando alguém que pensamos ser um amigo "nos apunhala pelas costas"? A traição pode ser especialmente dolorosa, parecendo que o amor nos deixou completamente. Se você olhar os versículos bíblicos nesta seção verá há um eloquente desejo de voltar-se para Deus, o Amor, seu sempre amigo. Isso pode soar como um pequeno conforto quando estamos enfrentando traição. Mas tais circunstâncias nos levam a aprofundar nossa compreensão da capacidade do Amor divino de satisfazer nossa necessidade humana. Quando começamos a entender o Amor como o poder divino que é - sem oposição - , começamos a descobrir que o aguilhão da traição perde seu poder sobre nós. Em grande parte, este lançamento vem de uma disposição para deixar para trás qualquer sensação de mal como sendo uma pessoa. Embora isso possa parecer, a princípio, impossível, quando estamos dispostos a abandonar qualquer desejo intencional de atribuir o mal a uma pessoa, encontramos nossa verdadeira libertação do sofrimento. O mal é então apenas um mal impessoal, não pode ofender e é facilmente destruído! Este é o presente do Amor divino para nós quando abandonamos qualquer vontade humana ou pessoal de nós mesmos!

Seção 4: Amor revolucionário, no estilo de Jesus.
Jesus foi um revolucionário quando compartilhou seus pensamentos sobre o Amor e a responsabilidade do homem de amar até mesmo nossos inimigos. A lei judaica não disse tal coisa. Ame aqueles que amam você, um "olho por olho" - esses foram os primeiros passos iluminados da lei, tal como foi estabelecida nos dias de Moisés. Foi um bom passo para o dia, já que impediu os vizinhos de tomarem retribuição excessivamente zelosa por infrações menores. Mas Jesus levou a lei a um nível espiritual mais alto que ainda empregamos hoje porque estava tão profundamente enraizada no Amor, "do Amor"! O propósito de Jesus ao pregar esta mensagem e na cura foi, como afirma o MBEddy na citação CS21 (p. 51), não apenas restaurar a saúde "... mas demonstrar seu Princípio divino". O que isso significa para nós hoje? Estamos nos envolvendo no poder de cura do Amor que Jesus demonstrou quando amamos nosso inimigo, quando abençoamos aqueles que nos amaldiçoam. Esta obediência cura e demonstra que somos "do Amor". Como "princípio" pode ser definido como "fonte", isso faz sentido especialmente bem, porque estamos demonstrando nossa fonte para ser Amor divino ("do Amor"!)! E construímos um teste da eficácia de nossas orações quando assumimos essa tarefa. "Sentimos mais amor por nosso próximo graças a essa oração?" (CS22, p. 9). Não creio que a tarefa de Davi tenha sido fácil com Saul. Nem o de Paulo, como veremos na próxima seção. MBE nos adverte que esta tarefa não será como "pular corda" - obviamente não nas palavras dela. Ela nos diz que: "Há uma cruz a carregar antes que podermos desfrutar dos resultados da nossa esperança e de nossa fé". Isso significa simplesmente que precisamos de uma disposição espiritual e humilde para deixar de lado o desejo agressivo de levar uma mágoa ou ódio ao invés de enfrentá-lo, e deixá-lo morrer através do perdão. Isso pode levar persistência e certamente requer desejo.

Seção 5: Nunca estamos separados do Amor.
A história de Paulo quando viajava e pregava em Licaônia é outro exemplo desse poder do amor sendo recebido com mal-entendido, seguido de ódio. Paulo evita um apedrejamento numa localidade, e foge para pregar em outra. Embora não esteja incluída nessa seção, é útil saber um pouco da sua história. Quando chegou primeiramente a Listra e Derbe, ele curou um homem aleijado. Os residentes que viram isso logo chamaram Paulo de “Zeus” e Barnabas de “Hermes”, dois deuses gregos. Paulo repudia tais colocações e se declara a si e Barnabas como “mortais” como os habitantes. Em outras palavras, esse poder sanador não era sobrenatural, mas disponíverl a todos por meio do “Deus vivo”. Ele está apontando de que não há separação entre o “Deus vivo” e o homem. (Gosto de pensar do “Deus vivo” como um modo de observar como Deus é ativo, “vivo” em nossa experiência diária, em vez de um “ser” distante, em “algum lugar” e que ocasionalmente intervenha e faça algo espetacular.) Mas depois de chamarem Paulo e Barnabas de deuses por dois dias, o povo foi persuadido a apedrejá-lo. Isso indica uma falta de compreensão da natureza de Deus. Claramente, eles não se viam como sendo “do Amor”. Vê-se, assim, que “a todo momento em todas as circunstâncias…” (CS27, p. 571), o mal ou o ódio é vencido pelo bem, pelo Amor. E, somos referidos à famosa carta de Paulo aos Romanos de como nós nunca podemos ser separados do amor de Deus.
A vitória suprema do Amor sobre a aparente oposição, vem com a “humanidade mais elevada”. MBEddy diz: “O cimento de uma humanidade mais elevada unirá todos os interesses na [única divindade]” (CS27, p. 571). Que declaração interessante! Cimento, sendo uma substância sólida e aglutinante, ligado à ideia de uma “humanidade mais elevada”. O que é essa “humanidade mais elevada”? Será a ideia espiritual verdadeira que é “do Amor”? Esse Amor único não tem muitos “interesses”, vontades, ou desejos conflitantes, mas apenas “interesses” unidos no único Deus—diversos, talvez, mas espiritualmente compatíveis.

Seção 6: Tudo o que “realmente existe” é “de Deus”, “do Amor”.
Esta é uma seção tão curta que quase não a vi quando olhei por ela nas folhas da My Bible Lesson (Minha Lição Bíblica). Mas é um modo absolutamente maravilhoso de dar acabamento o entendimento mais profundo de como o homem é “do Amor”, e o amor é “de Deus”. Parece um círculo onde temos Deus-Amor-homem como pontos do perímetro. O círculo representa a infinitude do Amor divino, com Deus, o amor e o homem se entrelaçando. Não há espaço nesse círculo infinito e completo para qualquer coisa a ser sentida que não o amor, esteja presente ou tenha poder. Não há lacunas ou espaços onde possamos “agregar” ao ser de Deus, algo fora do Amor infinito. Como fato definitivo, vemos na lição desta semana, que não há, absolutamente, nenhum poder fora do divino, eterno e infinito Amor.

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A equipe de tradução para o português é composta por Ana Steffler, Ovídio Trentini e William Trentini. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link http://www.cedarscamps.org/metaphysical.




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