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"Tudo o que inspira com a sabedoria, a Verdade ou o Amor -- seja um cântico, um sermão ou a Ciência [Cristã] -- abençoa a família humana com migalhas de conforto que caem da mesa de Cristo, alimentando os famintos e dando água viva aos sedentos."
"O que foi prometido será cumprido"
(Do livro Ciência e Saúde p 234 e 55)

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Convidem o Espírito para fazer novas todas as coisas. Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: O Espírito.

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

Convidem o Espírito para fazer novas todas as coisas.

5 a 11 de agosto de 2019

Tema: O Espírito

Estudo preparado por:
Christie C. Hanzlik, CS • Boulder, CO ccern@mac.com • 720.331.9356 www.christiecs.com
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Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia A Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB
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INTRODUÇÃO
Esta semana tem sessão da família e artes plásticas no Acampamento CedarS. Tal como as oito sessões regulares que já aconteceram nesse verão, esta sessão iniciou com o canto de um hino do lado de fora da Capela de Maria, complementada com a visão de dois grandes lagos que circundam o Parque das Terras Bíblicas, e de todas as árvores com vistosas folhas verdes balançando com a brisa de agosto. Abrir cada sessão com um hino inspira os campistas, a equipe organizadora e as famílias com um espírito de alegria compartilhado. A cantoria de cada semana é diferente, mas igualmente bela. A cantoria da comunidade eleva o pensamento acima do mundano e nos encoraja a “sentir a energia divina do Espírito” (CS19, p. 249).
Quando “sentimos a energia divina do Espírito”, o que sentimos? Para nos levar a uma resposta a essa pergunta, a Lição Bíblica desta semana sobre “O Espírito” oferece vários meios de compreender o Espírito como sinônimo de Deus. Eis uma definição bem simples: “O Espírito é a vida, a substância e a continuidade de todas as coisas” (CS2, p.124). Tudo o que é do Espírito é espirit-ual. Somos espirit-uais porque somos do Espírito. O Espírito nos inspira com alegria. O Espírito nos comunica com compreensão (CS4, p. 505). Um modo de responder à questão formulada, portanto, é que quando “sentimos a energia divina do Espírito” estamos sentindo “a vida, a substância e a continuidade de todas as coisas”.
A lição desta semana descreve a atividade do Espírito, mostrando-nos meios de compreender como o Espírito nos move, e como podemos sentir o Espírito. O Espírito inspira. O Espírito comunica. O Espírito eleva. O Espírito renova. O Espírito liberta. O Espírito está sempre presente. Podemos encontrar essas ideias de ação sobre o Espírito ao longo da lição. O Espírito não é inerte. O Espírito é ativo. Enquanto lemos a lição desta semana, consintamos a recepção e novas ideias sobre o “Espírito”. Em outras palavras: “Sintamos a energia divina do Espírito, que nos traz a uma vida nova e que não reconhece nenhum poder, mortal ou material, capaz de praticar destruição. Regozijemo-nos por estarmos sujeitos às divinas ‘autoridades que existem’” (CS19, p.249).

Texto Áureo & Leitura Alternada
O Texto Áureo (TA – Lucas 1:47) do Espírito, e a Leitura Alternada (LA – Joel 2:21,27-29; 1. Cor. 2:9-12) usam as palavras “espírito” e “Espírito” em diferentes maneiras. No TA vemos a expressão “meu espírito”. O que isto significa? Para mim a expressão ‘meu espírito’ refere-se à minha consciência do Espírito. Assim, poderíamos ler o TA do seguinte modo: “...o meu espírito [a minha consciência do espírito] se alegrou em Deus meu Salvador”. Ou talvez “meu espírito” queira dizer nossa conexão com o Espírito. Neste caso o TA diria: “... meu espírito [minha conexão com o espírito] se alegrou em Deus meu Salvador.” Pode ser que vocês encontrem outras frases ou expressões que possam definir o que “meu espírito” signifique a vocês.
Eis mais alguns modos em que a palavra ‘espírito’ é usada na LA:
. “meu espírito” – do ponto de vista de Deus: “Derramarei o meu Espírito...”
. “seu Espírito” – “Deus no-lo revelou pelo Espírito.”
. “o Espírito” – “porque o Espírito a todas as coisas perscruta, até mesmo, as profundezas de Deus.”
. “espírito do homem”.
. “o Espírito de Deus”
. [não] “o espírito do mundo”
. “o espírito que vem de Deus”.

Vendo essa variedade de expressões nas quais a palavra Espírito/espírito é empregada me faz perceber ainda mais a importância de compreender claramente a palavra “Espírito”. Um modo de obter mais resultado do TA e da LA seria vocês mesmos escreverem uma definição de Espírito em suas palavras, e então ver como ela se aplica em cada situação em que é usada a palavra “espírito” e “Espírito”.

SEÇÃO 1: Convidem o Espírito a vos inspirar com compreensão
O Espírito é inspiração, fôlego/sopro e vida. “...há uma [inspiração] no homem: e o sopro do Todo-poderoso o faz sábio” (B2, Jó 32:8). Não podemos viver fora do Espírito—a inspiração, o sopro e a vida. “Pois Nele [o Espírito] nós vivemos, nos movemos e existimos ...” (B4, Atos 17:24-28). Essa passagem das Escrituras é maravilhosamente complementada na declaração de Ciência e Saúde: “O Espírito é a vida, a substância e a continuidade de todas as coisas” CS2, p. 124).
MBEddy explica a ação do Espírito, ou traz em outras palavras, o que o Espírito faz: “O Espírito proporciona a compreensão que eleva a consciência e conduz a toda a verdade” (CS4, p. 505).
Tudo o que é do Espírito é espirit-ual. Aquilo que é espirit-ual é inspirado pelo Espírito. “O homem é descendência do Espírito”, de modo que o homem é espirit-ual, do Espírito (CS5, p.63). Em verdade, à medida que compreendemos cada vez mais o Espírito, podemos ver que tudo é espirit-ual, tudo é do Espírito. Assim: “O Espírito e suas formações são as únicas realidades do existir” (CS7, p. 264).
Nós muitas vezes lemos sobre a relação entre a Mente divina e a ideia... o homem é ideia da Mente. “Tudo é Mente infinita e [o homem é] sua infinita manifestação ...” Um corolário em relação a isso com o sinônimo Espírito divino poderia ser que o homem é inspiração do Espírito...o homem é do Espírito. O homem é espirit-ual (CeS, p.468).

SEÇÃO 2: Convidem o Espírito a inspirar-vos com clareza
A segunda seção começa com um lamento: “Dá-te pressa, Senhor, em responder-me. O meu espírito [minha consciência do espírito] me desfalece”. E então o lamento do salmista se torna em oração, com o salmista voltando-se ao Espírito: “Faze-me ouvir, pela manhã, da tua graça, pois em ti confio; mostra-me o caminho por onde devo andar, porque a ti elevo a minha alma. Ensina-me a fazer a tua vontade, pois tu és o meu Deus; guie-me o teu bom Espírito por terreno plano” (B5, Salmos143:1,7,8). Nesse Salmo, o autor está voltando-se ao Espírito por inspiração e instrução.
O Hino 457 (Novo Hinário) tem o seguinte refrão:
“Faz-me ouvir de Tua bondade pela manhã;
Ensina-me a fazer Tua vontade.
Faz-me saber onde pôr meu pé,
De andar no caminho de Teu amor.”
A segunda seção da lição também inclui a expressão “teu espírito voluntário [livre]”, na frase: “Restitui-me a alegria da tua salvação e sustenta-me com um espírito voluntário” (B6, Salmos 51:12). Para mim a expressão “um espírito voluntário” tem a conotação da espontaneidade de Deus/Espírito e da constante inspiração renovada ... a novidade do bem. Isto se encaixa tão bem no tema inspirativo do CedarS nesse verão: “Eis que faço novas todas as coisas” (Apo. 21)
Eis outra expressão interessante sobre os sentidos do Espírito nesta seção: “Os sentidos do Espírito são isentos de dor e estão sempre em paz” (CS8: p. 214). Esta frase vale a pena ponderar. Lemos seguidamente sobre “sentido do Espírito” em Ciência e Saúde; mas o que quer dizer; “sentidos do Espírito”?
O sentido material (CS9, p. 71) é limitado, distorcido, obscurecido, enganador, ...é como olhar através de um espelho escuro e quebrado, ou olhar através de um ‘vidro escuro’. O sentido espiritual é exatamente o oposto. O senso espiritual nos ajuda a “descobrir o que pertence à sabedoria e ao Amor” (CS10, p.265). O senso espiritual ou “percepção espiritual está em paz” (CS11, p. 506). Acaso, nosso senso espiritual é igual aos “sentidos do Espírito?” Acho que há uma diferença. Vou orar e ficar atenta à inspiração a respeito dessa frase. Sintam-se à vontade em me repassar suas ideias sobre o que vos parece significar a “consciência do Espírito”.

SEÇÃO 3: O Espírito inspira com poder; nenhum poder existe além do Espírito
A terceira seção explica que o “espírito do Senhor” nos torna mais fortes, e mais corajosos. “Porque o espírito do Senhor não nos tem dado espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação” (B14, 2Tim. 1:7). O Espírito é a fonte de força e de poder. Como Eddy afirma: “O Espírito é simbolizado pela força, presença e poder, e também por pensamentos sagrados alados de Amor” (CS14, p. 512).
Todo o poder real é do Espírito. Não há nenhuma força fora do Espírito. Como Eddy afirma: “A força moral e a espiritual pertencem ao Espírito, que encerra os ‘ventos em seus punhos’” (CS16; p. 192).
Nada pode atuar contra o Espírito. Eddy explica: “Sintamos a energia divina do Espírito, que nos traz a uma vida nova e que não reconhece nenhum poder, mortal ou material, capaz de praticar destruição. Regozijemo-nos por estarmos sujeitos às divinas ‘autoridades que existem’” (CS19, p.249). A “divina energia do Espírito” é o poder ilimitado, que, por definição, nunca se esgota. A “divina energia do Espírito” é sempre renovada, sempre poderosa, e não há poder que possa agir contra ela.

SEÇÃO 4: Convidem o Espírito que vos inspire com liberdade
Há muito a ponderar na primeira citação da quarta seção. Pesquisei em outras traduções da Bíblia para obter outras perspectivas. A NTLH tem seguinte redação: “Porque o Espírito que vocês receberam de Deus não torna vocês escravos e não faz com que tenham medo. Pelo contrário, o Espírito torna vocês filhos de Deus; e pelo poder do Espírito de Deus dizemos com fervor: ‘Abba, Pai’. O Espírito de Deus se une ao nosso espírito para afirmar que somos filhos de Deus” (B15, Rom.8:15,16). Quando li essa tradução, tive uma sensação do Espírito divino abraçando-nos e conscientizando-nos de nossa liberdade. O Espírito nos cerca, mas não somos cativos do Espírito; somos Seus filhos. Não estamos em cativeiro. Não estamos constrangidos. Somos livres de limitação. Poderíamos ser tentados a pensar que algo nos rodeie e nos confine. Mas o Espírito não nos confina. O Espírito não restringe. O Espírito inspira e ilumina. O Espírito nos rodeia e contém sem nos tornar escravos temerosos.
A quarta seção inclui a história de Jesus libertando um geraseno endemoninhado que se dizia chamar-se legião por causa dos muitos “espíritos imundos”. Quer dizer libertá-lo do falso senso de que uma legião de múltiplas forças atuava sobre ele. Só o Espírito governa o homem. Jesus demonstra esse fato, e mostra o “triunfo do Espírito, a Mente, sobre a matéria” (CS20, p. 139). Em outras palavras, Jesus mostrou ‘o triunfo do Espírito, a Mente, sobre um [limitado senso de existência].
Não há nada a parte do Espírito. Nada, a não ser Ele, “está presente ou tem poder” (CS21, p. 473). O nome legião sugere muitos—muitas mentes, muitos poderes, muitas personalidades, muitas forças. Cada um de nós deve ter sentido em alguma fase de sua vida uma legião de questões a enfrentar. Quando pegamos o jornal para ler, as manchetes parecem uma legião de sugestões negativas. Essas manchetes muitas vezes parecem loucura com notícias chocantes que parecem vir da mais depravada distorção da humanidade. Talvez nos sintamos tentados a associar essas notícias a pessoas reais. Talvez nos sintamos tentados a permitir que as personalidades das notícias nos façam pensar que a humanidade esteja em pedaços, seja sensual, violenta e governada por forças externas incontroláveis.
Jesus não reagiu nem aceitou nenhum dos sintomas na Legião. Ficou calmo e se dirigiu a eles com Amor e o poder do Espírito. Ele sabia que apenas o Espírito governava esse homem. Este talvez se denominasse ‘legião’, mas Jesus sabia que havia apenas um poder governando esse homem. Jesus fez a separação entre as falsas sugestões do mal nesse homem e o próprio homem. Jesus fez a separação, e então lançou as falsas sugestões despenhadeiro abaixo.
Podemos fazer o mesmo quando oramos pela humanidade. Podemos esforçar-nos para obter uma visão cada vez mais clara da “harmonia e a imortalidade do homem” (CS23, p. 324). Podemos esforçar-nos para compreender nossa existência espiritual. Em outras palavras, que nosso existir—o que somos—é “do Espírito”. Nosso existir é espirit-ual. Nosso existir é do Espírito. Não temos existência fora ou além do Espírito. O Espírito é tudo o que somos. Existimos no Espírito, e “nada a não o Espírito está presente ou tem poder” (CS21, p. 473).
Seguindo o exemplo de Jesus, cada um pode reconhecer que não há legião de forças agindo sobre o homem. Existe, sim, o Espírito governando o homem. A unicidade do Espírito é perfeição, continuidade e poder. Como afirma Eddy: “Quando o existir espiritual é compreendido em toda a sua perfeição, continuidade e poder, então o homem é visto na imagem de Deus” (CS24, p. 325).

SEÇÃO 5: Convidem o Espírito para renovar-vos
A quinta seção enfatiza o poder de renovação do Espírito. Tal qual um fôlego de inspiração, o Espírito renova e respira vida nova constantemente. Somos ao mesmo tempo ideias completas e renovadas constantemente. Isso simboliza a respiração. Mas a respiração do corpo é apenas uma alusão—uma visão limitada—do modo como o Espírito respira novidade sobre nós, constantemente. Ou como lemos em Jó: “O Espírito de Deus me fez, e o sopro do todo-poderoso me dá vida” (B18, Jó 33:4).
Não há na ciência física uma clara explicação para o início da vida no universo. Não houve um ponto de início para a vida no universo. A Vida sempre existiu. Não houve um começo para a vida no universo. O Espírito, que não teve um começo, sempre respirou vida, deu a vida ... nenhum ponto de partida; não houve um primeiro respiro. Repito, não houve um primeiro respiro. O espírito de Deus sempre existiu e sempre existirá, e foi isto que nos criou, por isso nós não temos um começo, nenhum primeiro respiro. O ‘sopro do Todo-poderoso’ é seguro e forte, e não tem começo ou fim.
O “sopro do Todo-poderoso” é renovador e sempre-presente. Podemos deixar o “Espírito renovar [nossos] pensamentos e atitudes” (B20, Efésios 4:4,6,7 13-15,23). Essa “renovação do Espírito”, resulta na “transformação do corpo” (CS25, p. 241). O Cristo (nossa consciência do Espírito) “apresenta o homem indestrutível, a quem o Espírito cria, constitui e governa” (CS26, p. 316).
Uma consciência mais completa do poder do Espírito de renovar dá-nos constantemente, uma inspiração mais completa. Um senso mais completo do Espírito reverte falsas sugestões sobre nosso corpo, resultando uma experiência mais harmoniosa.
A ideia de que “o sopro do Todo-poderoso me deu vida” é ilustrado na história em que MBEddy cura uma mulher que tinha dificuldade de respirar quando “o vento soprava de leste” (CS27, p. 184). Essa mulher estava presa à sua crença de que não podia respirar bem quando o vento soprava de certa direção. Eddy não descreve exatamente sua oração ao sentar-se “silenciosamente ao [ao lado da mulher] por alguns momentos.” Ela oferece essa cura logo após fazer as seguintes declarações sobre a crença mortal: “As chamadas leis de saúde são simplesmente leis da crença mortal. As premissas são errôneas, por isso as conclusões são erradas. A Verdade não faz leis para regular a doença, o pecado e a morte, pois esses são desconhecidos para a Verdade e não deveriam ser reconhecidos como realidade. A crença produz os resultados da crença, e as penalidades que ela impõe duram tanto quanto a crença e dela não podem ser separadas. O remédio consiste em sondar a fundo o problema, em descobrir e expulsar pela negação o erro da crença que produz uma desordem mortal, nunca honrando a crença errônea com o título de lei, nem prestando-lhe obediência. A Verdade, a Vida e o Amor são as únicas exigências legítimas e eternas feitas ao homem, e são legisladores espirituais, que compelem à obediência por intermédio de estatutos divinos” (CeS, p. 184:1-15).
Enquanto sentada silenciosamente ao lado da mulher, Eddy estava invertendo “crença da mente mortal”. Corrigia a falsa crença de limitação e afirmava que o “Espírito do Todo-poderoso” respira sem resistência. A inspiração do Espírito inverte a crença mortal limitada. A mente mortal é fraca e não pode resistir ao “sopro do Todo-poderoso”. Como afirma Eddy: “Para o homem, Deus tem mais importância do que a crença desse homem, e quanto menos admitimos a matéria e suas leis, tanto mais imortalidade possuímos. A consciência constrói um corpo melhor quando a fé na matéria é vencida. Corrige tu a crença material por meio da compreensão espiritual, e o Espírito te formará de novo” (CS28, p. 425).
Esse conceito é resumido no Hino 565: “Mantendo teu pensamento no bom e verdadeiro/o Espírito te formará de novo.”

SEÇÃO 6: Reconheçam o Espírito como sempre-presente com vocês.
As cinco primeiras seções da lição oferecem visões da atividade do Espírito; o Espírito não é inerte. O Espírito não está fixo ou contido ou limitado. O Espírito é livre, sempre-presente e ilimitado. “Onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade” (B23, 2Cort. 3:17).
A sempre-presença do Espírito é um sopro de inspiração que se renova continuamente. A sempre-presença do Espírito e sua inspiração confortadora é descrita no Salmo 139: “Para onde me ausentarei do teu Espírito? Para onde fugirei da tua face? Se tomo as asas da alvorada e me detenho nos confins dos mares, ainda lá me haverá de guiar a tua mão, e a tua destra me susterá” (B22, Salmos 139:7,9,10).
A sempre-presença do Espírito inspira e renova. O Espírito oferece um constante sopro de compreensão, clareza, poder e liberdade. Cada uma das cinco seções prévias elucida facetas da atividade do Espírito. Para mim, esta última seção é como o ‘crescendo’ de uma sinfonia, construindo o gran finale a respeito da liberdade do Espírito:
“Onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade” (B23, 2Cor.3:17).
“O Ser de Deus é a infinidade, a liberdade, a harmonia e a felicidade ilimitada. ‘Onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade’” (CS31, p.481).
Como estou no Acampamento do CedarS transcrevendo essas ideias, vou concluir conectando a lição da semana com o tema deste verão: “eis que faço novas todas as coisas” (Apo. 21:5). Para mim, a Lição Bíblica da semana e o tema do CedarS para o verão são ambos um hino sobre liberdade, inspiração e renovação.
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A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Ovídio Trentini e William Trentini.. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
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