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"Tudo o que inspira com a sabedoria, a Verdade ou o Amor -- seja um cântico, um sermão ou a Ciência [Cristã] -- abençoa a família humana com migalhas de conforto que caem da mesa de Cristo, alimentando os famintos e dando água viva aos sedentos."
"O que foi prometido será cumprido"
(Do livro Ciência e Saúde p 234 e 55)

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Apoiem-se no “infinito sustentador” [da Alma] para um dia “cheio de bênçãos”. Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: A Alma.

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

Apoiem-se no “infinito sustentador” [da Alma] para um dia “cheio de bênçãos”.

12 a 18 de agosto de 2019

A Alma

Estudo preparado por:
David L. Price, CS, Denver, Colorado
dlawrenceprice@gmail.com +1-720-308-9500
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Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia A Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB
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Introdução
Para muitos, no hemisfério norte, o verão acabou oficialmente e algo novo está em andamento. Quer vocês estejam iniciando a escola, fazendo novos amigos, tentando se encaixar, enviando as crianças ao colégio, iniciando um novo emprego, ou uma nova relação … esse sentimento de novidade pode ser um tanto assustador. Mudanças não são fáceis para muitos de nós. Assim parece fácil pensar, que a melhor maneira de começar, é consigo mesmo e tentar ver que mudanças vocês precisaria realizar. Deviam mudar seu vestuário ou estilo de penteado; que tal tentar ser mais amigável?
Se, ao invés disso, começarem com Deus, que é sempre-presente e eterno, que é vosso verdadeiro Criador e Mantenedor, incluindo vossa verdadeira identidade, isso é um modo realmente prático de abordar esse mês de transições. Pois, se vocês compreendem a Deus, vocês entendem vosso ser.
Qual seria uma boa maneira de conseguir que as pessoas embarcassem na tentativa de tentar algo novo ou diferente? Que tal dizer-lhes quais benefícios ou bênçãos alcançarão se fizerem um esforço sincero? Assim um meio de convencer vocês a começarem com Deus, a fim de melhor compreender a si mesmos, é explicar todas as bênçãos que ocorrem ao encetarem um passo tão sagrado. Então, quando lerem a lição da semana pensem em todas as bênçãos/benefícios que são apresentadas, e lembrem-se que são apresentadas a vocês.
A última frase da Lição diz: “Para aqueles que se apoiam no infinito sustentador, o dia de hoje está repleto de bênçãos” (CS32, p. VII). Essa frase é algo que a maioria dos cientistas cristãos sabem de cor. Afirmam que é uma oração. No acampamento nós a pronunciamos como uma graça. Essa frase é a linha de abertura do Ciência e Saúde, por MBEddy, e ouvi muita gente dizer que foi a leitura dessa declaração no começo do livro que mudou as coisas em redor, e as manteve lendo o livro. Isso foi o caso do meu retorno à Ciência Cristã. A leitura daquela primeira frase deu-me esperança, e ao mesmo tempo o desejo de compreender. Eis algumas perguntas que me fiz na primeira vez que a li há tantos anos: “O que quer dizer ‘repleto de bênçãos’? O que é o infinito sustentador? É seguro confiar, ou apoiar-se, em Deus?’ A Lição desta semana lança-se a responder essas perguntas.

Texto Áureo (Salmos 103:2 – “Bendize, ó minha alma ao Senhor, e não te esqueças de nem um só de seus benefícios”)
Eis o que me diz o TA: “Eu amo a Deus. Ele é o melhor. Especialmente porque me fez e continua mantendo como sou, minha verdadeira identidade. Prometo não esquecer a Deus e Seus preciosos e super benefícios ou dádivas, não só a mim, mas Suas dádivas a todos e a tudo”.

Notem o uso da frase: “não esqueças de nem um só de Seus benefícos”. O salmista não está dizendo: “é melhor não esquecer seus benefícios”; é antes algo como: “As bênçãos de Deus são tão boas, e inesquecíveis”.

Leitura Alternada (Salmos 84:11,12; 104:1-3,5,10-14,24,31)
Às vezes é mais fácil focar o pensamento naquilo que esteja faltando no momento. E quando isso começa a vir à tona, a ansiedade pode infiltrar-se, e tornar-se esmagadora, e amedrontadora. A LA tomada de dois capítulos dos Salmos é uma grande ferramenta em nosso cinto de ferramentas para vencer essa tendência de começar com o que não temos. O salmista escreve a respeito da grandiosidade e incomensurabilidade da criação de Deus, que você não tem, mas Deus criou: ‘são as estrelas e o universo, os oceanos e mares, as montanhas e vales, etc’. Esses são apenas alguns dos ‘frutos’ da manufatura de Deus. Deus é o criador, e a criação de Deus pode ser vista em toda parte.
Tenho em mãos uma foto de uma cordilheira de montanhas onde passei alguns dias no final de junho. Erguendo os olhos, de vez em quando, de meu trabalho em oração, as montanhas ao alto me lembravam do quanto maior é habilidade criativa de Deus do que eu poderia imaginar em dar-Lhe crédito.

Seção 1
Esta seção continua com o tema dos benefícios de Deus. Não um ou dois apenas, mas um senso de estarmos sobrecarregados de beneficios. Tanto que somos levados a exclamar: “Bendito seja o Senhor,” ou “O cara, Deus é incrível.”
Me pareceu interessante que o mandamento de amar ao Senhor: “…de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força” (B3, Deut. 6:4,5), não tenha sido usado em primeiro lugar. Se tivesse sido, em certo sentido poderia ter parecido uma barganha: ‘OK, Senhor, eu te amo supremamente; como eu fiz tudo isso, quais são meus benefícios?’ A lição bíblica, ao invés disso, começa com a amplitude das bênçãos de Deus a cada um de nós, incluindo a salvação/perdão. E as bênçãos/benefícios são tão grandes que nos fazem rejubilar.
Assim, por sermos lembrados da profundidade das bênçãos de Deus, isso nos faz volver-nos a Deus e amá-lO supremamente. Mas ao crescermos em nossa compreensão de Deus, começamos a compreender a verdade de que ao dar a Deus o crédito pelas bênçãos em nossa vida, e O amarmos supremamente, na verdade, estamos nos preparando a receber mais (B4, Deut. 28:2-6; B5, Jer. 32:15,38,41).
O mesmo se dá com as primeiras citações de CeS onde lemos que Deus é a Alma e nós somos imagem e semelhança da Alma. “A Alma imutável e eterna é o Espírito, é Deus; e o homem coexiste com a Alma, Deus, e a reflete, pois o homem é a imagem de Deus” (CS1, p.120). Só depois de vermos como expressamos a Alma, até mesmo a felicidade, somos ensinados/lembrados de algumas de nossas responsabilidades para com Deus. (É o sentir a presença e cuidado de Deus que nos faz querer amar e servir a Deus/a Alma). A visão de MBEddy de nossa responsabilidade para com nosso Deus está firmemente enraizada nas Escrituras ao afirmar após o primeiro Mandamento: “…não terás outros deuses diante de mim”. Vejam como ela expande as considerações sobre a importância do mandamento das Escrituras de honrar e amar Deus (CS5, p. 467; CS6, p. 9). O resultado desse trabalho e fidelidade a Deus é uma melhor comunicação com Deus, e “bênçãos infinitas”.
Antes de seguirmos gostaria de interpor um lembrete sobre Alma versus alma.
É muito comum na cultura e religião aceitar-se normalmente a ideia de que alma é algo que temos dentro de nós, a qual deixa o corpo após a morte deste. Na Ciência Cristã aprendemos que há uma alma e essa Alma é Deus, e que essa Alma que é Deus, tal como o Amor que é Deus, tem muitos modos de ser vista ou entendida. Cada um de nós como expressão e reflexo da Alma, deve expressar e refletir a Alma infinita e eterna que é Deus. Esse reflexo é o que compõe nossa identidade. E compreendendo a Alma você então obtém uma clara ideia tanto de si mesmo como do mundo ao seu redor. Em uma nota sobre a interpretação da Bíblia MBEddy indica: “Ao ler as Escrituras, substituindo-se a palavra alma pela palavra senso, obtém-se o significado exato na maioria dos casos” (CS, p. 481).


Seção 2
Tal como a Seção 1, esta seção começa com bênçãos, e a importância de dar graças. Pense em tudo o que Deus tem mostrado nas histórias da Bíblia, histórias de sua família e amigos, ou experiências próprias. Às vezes me pergunto: “Será que sou suficientemente grato pela grandiosidade, presença e poder de Deus?”.
Gosto da última citação na seção 2 em Ciência e Saúde (CS13, p. 323), especialmente a frase “concepção ilimitada”. É um bom lembrete de que os cinco sentidos físicos sempre limitam e confinam, mas os sentidos espirituais da Alma são ilimitados, e não confinados na expressão de sua vida.
Eu tive uma experiência na semana passada quando me sentia limitado pelo que parecia ser um músculo distendido no ombro e costas doloridas. Nada que provocasse fraqueza, mas suficientemente desconfortável pela sua presença constante. Enquanto orava e buscava sentir a presença de Deus, veio-me o pensmento: “Você se ama como uma ideia limitada ou ilimitada de Deus?” Não tenho certeza de ter pensado muito sobre amar-me como filho de Deus recentemente; assim isso foi uma boa mudança de pensamento. Mas à medida que elaborava os pensamentos, que, embora, não estivesse limitando o que Deus faz, eu havia posto um número de limitações a respeito do que a cura e o perdão poderiam parecer para mim pessoalmente. Ao perceber isso, fui capaz de mudar o pensamento, o que me permitiu sentir o Amor de Deus. Eu percebi o quanto mais a cura, a saúde e a harmonia devem parecer a Deus, que é eterna e infinitamente sábio e inteligente. A sensação foi tão grande que me senti instantaneamente curado e estava livre tanto da dor no ombro quanto nas costas.
Moisés deve ter estado num contínuo estado de humildade, testemunhando o que é possível a Deus e com Ele. Quem iria pensar que de uma rocha iria jorrar água depois de bater na mesma com um bastão? A “concepção ilimitada” iria, não é mesmo? Gosto de pensar que o mesmo bastão que se tornou em serpente, separou o Mar Vermelho é o que foi usado para fazer a água jorrar. MBEddy se refere a esse proverbial bastão como aquele no ‘qual podemos nos apoiar’ (CeS, p.351). Lembram-se: “Para aqueles que se apoiam no infinito sustentador…?”
Essa lição para os filhos de Israel é também uma lição para cada um de nós—de que independente do que os sentidos físicos ou a ciência natural possa dizer: “Deus pode” (ver 2Cor. 9:8). O mesmo Deus que guiava Moisés e os filhos de Israel está exatamente aqui guiando-vos, provendo um bastão para “apoio”, suprimento proverbial de água em uma terra seca. Usando os sentidos da Alma para reivindicar mais do que o senso humano possa ver, somos beneficiados com a “concepção ilimitada”.

Seção 3
Como você ganha uma visão mais correta de Deus e do homem? Como você supera as visões sombrias criadas pelo sentido material? Bem, certamente não é por meio de adivinhações ou de fingir que as coisas estejam boas, mesmo que você não acredite. E não é por causa do que seus olhos e ouvidos ou qualquer um dos cinco sentidos físicos lhe dizem seja verdade. Mary Baker Eddy deixa claro que isso se consegue olhando as coisas do jeito que Jesus fez. Ela chamou isso de "Senso da Alma" (CS17, p. 85).
Quando você é bem-sucedido nessa "visão correta", Mary Baker Eddy, falando por experiência, escreve: "... inúmeráveis objetos de criação, que eram invisíveis, se tornam visíveis" (CS15, p. 264). Vemos isso como verdade na história de Jesus dizendo a Simão para lançar sua rede de pesca do outro lado do barco, embora ele e seus amigos tivessem labutado a noite toda e suas redes estivessem vazias. Jesus foi capaz de ver a grande figura, aquela que Deus estava revelando. Incluía uma rede cheia de peixes, mas incluía mais do que isso também.
Jesus viu a presença, cuidado e poder de Deus, que ele demonstrou através do ensino e da revelação da salvação. Não era tanto a rede transbordante de peixe que era importante, mas sim o exemplo que Simão precisava ver e testemunhar a fim de ver o poder de Deus demonstrado por Jesus. E este exemplo fez com que Simão visse o erro de seus caminhos, para ver a bondade e pureza que Jesus Cristo exemplificava, e assim se arrependeu: “Senhor, retira-te de mim, porque eu sou pecador” (B14, Lucas 5: 8).
O modo de Jesus de demonstrar os “fatos da Alma” (CS16, p. 428), vendo as coisas como Deus, a Alma, os entende, muda o sentido material, e através desta percepção espiritual você verá a cura e o perdão.

Mary Baker Eddy não diz que isso é uma tarefa simples. Muito pelo contrário, ela o chama de "trabalho imenso". Voltando à interação de Simão com Jesus, quando me coloco no lugar dele, vejo um homem que trabalhou tanto na noite anterior, e posso simpatizar com a frustração que ele deve ter sentido. Me pergunto, como me sentiria se alguém, mesmo Jesus, me dissesse depois de uma noite de trabalho para começar de novo? Cansado e frustrado, provavelmente. Mas, como Simão, nós mesmos devemos deixar de lado o orgulho e a opinião humana, afastar o cansaço e a frustração, a fim de ouvir e receber a bênção que isso acarreta.
Finalmente, quando você assume a tarefa de ver as coisas espiritualmente, em espírito de oração, e explica que “as coisas são pensamentos” (CS19, p. 269), bem, é aí que você começa a ver e sentir a cura.

Seção 4
Existem leis de Deus, e essas leis de Deus mantêm você a salvo e seguro, fornecem a você suprimento, elas também trabalham para revelar sua saúde e sua harmonia como seguras e intactas.
Quando eu era mais jovem, a ideia de obedecer me era um pouco difícil, e por isso me revoltei contra a autoridade. Olhando para trás, sou mais gentil comigo do que costumava ser. Eu me senti assim porque não confiava nessas leis de Deus. Parte desta seção é sobre aprender a confiar em Deus mesmo apesar da injustiça de algumas leis humanas.
Somos lembrados na segunda citação bíblica na Seção 4 que as leis e os estatutos de Deus são bons, que seguí-los traz alegria - “alegra o coração” (Salmos 19:8) - e faz você se ver como filho de Deus, o filho da Alma, "restaurando a alma" (Salmos 19:7).
Mas quais são essas leis? Bem, é claro que você pode nomear 10 delas, certo? E você pode criar outra que esteja localizada na parede da maioria das igrejas cristãs, citada nesta seção da lição, você sabe, aquela sobre o Amor Divino Sempre Satisfazendo a Necessidade [risos] (CS23, p 494).
Duas outras leis nesta seção são: 1. O milagre da graça (CS23, p. 494): Deus ama você incondicional e eternamente, mesmo se você achar que mereça ou não, Deus ama e perdoa você. 2. Você é a expressão da Alma, como dissemos antes (CS24, p. 477).
Então, por que nesta seção temos a história da moeda de ouro na boca de um peixe? Bem, um coletor de impostos veio a Pedro para coletar dinheiro por Jesus, como um imposto para os visitantes da cidade. Aquela lei parecia muito injusta. É uma lei que seria fácil se rebelar contra. E se você tivesse Jesus ao seu lado, você provavelmente estaria esperando neste momento apenas atravessar a multidão sem ser visto e não ter que pagar nada. Mas Jesus fez questão de revelar algumas coisas. Primeiro, era importante pagar o imposto. Mary Baker Eddy explica Jesus “Deu a Cesar o que é de Cesar…” (CS20, p. 19). Em segundo lugar, enquanto para os cinco sentidos pagar impostos diminui o suprimento, Jesus queria mostrar que a lei de Deus, suprindo a necessidade, é sempre mais poderosa que a lei humana; daí a moeda de ouro na boca do peixe.
Achei interessante que este é o único lugar no Novo Testamento onde um anzol é usado na pesca, todas as outras referências são para redes de pesca, sendo a rede a maneira mais comercialmente viável de ganhar a vida como pescador. Jesus dizendo a Pedro para usar um anzol significava que havia uma maneira específica pela qual Deus já havia revelado que a necessidade era para ser unicamente encontrada. De certo modo, se Pedro tivesse usado uma rede de pesca, ele poderia ter vendido sua recompensa se não encontrasse aquela moeda de ouro. Mas aqui não havia rede usada, porque Jesus sabia e Pedro confiava que um anzol era suficiente.

Seção 5
Recentemente durante uma conversa com um amigo da Ciência Cristã, expressei minha frustração por ter oferecido conselhos que caíram em ouvidos surdos. Meu amigo da maneira mais gentil me disse que também tinha se sentido assim há um tempo atrás, e um amigo dele lhe disse que como um praticista da CS ele tinha responsabilidade de curar surdez. Humildemente, deixei a conversa com um novo desejo de orar sobre a voz de Deus, e como nada pode interferir na escuta de qualquer ideia de Deus.

Entendi que olhando alem do sentido mortal de se sentir bem com o som de uma conversa, música, troca, havia um sentido espiritual mais elevado. Ver e sentir esse sentido espiritual mais elevado nunca pode ser coberto, calado, silenciado ou abafado, a voz de Deus está sempre presente para você e para todos.
Na citação B23 (Marcos 7:32) na seção 5, Jesus cura o surdo que tinha um impedimento na fala. Essa cura realmente falou comigo. Na minha própria prática, tenho usado a palavra “Ephphatha” ou “Abra-se”, como uma declaração da minha própria vontade e habilidade em me abrir para a voz, cuidado e amor de Deus, e reconhecer e entender que todos, sabendo ou não, estão sempre e eternamente abertos para essa voz. E eu tenho usado essa palavra literalmente em voz alta.
Amo a verdade de que Cristo Jesus curou a surdez e as dificuldades de fala, de modo rápido e completo. Fiquei inspirado por ter lido que nenhum nome estava associado com essa pessoa, a estória não foi lida como “Simão o surdo” ou “Pedro o gago”. Um lembrete solido para não associarmos a doença material ou desabilidade com a pessoa, mas sim separar e despersonalizar, e então destruir o que não é igual a Deus. Por exemplo, podemos começar com a surdez: “Você não tem lugar algum”; e para o impedimento de fala: “Você não pode substituir a voz concisa e clara de Deus”.
Mas não raro é tentador olharmos para algo que esteja errado fisicamente e aceitar que isso seja o certo para si mesmo, seja um problema de audição, sentimento de doença, sofrimento de dor, problemas relacionados a idade, problemas de relacionamento, etc. A citação CS29 nos dá uma poderosa oração para nosso cinturão de ferramentas: em parte é despersonalização, ver separado e em direção oposta do clamor da doença, mas também é algo em direção a Deus que é Verdade e Amor.
Se queres trazer para sua experiência um sentido espiritual, real e duradouro de saúde e harmonia: “Não olhes para o corpo, olha para a Verdade e o Amor, o Princípio de toda a felicidade, a harmonia e a imortalidade” (CS29, p. 261:2)
O que é grandioso é que uma vez feito isso, então poderás deixar que a “Alma domine sobre as falsas aparências… e faça valer suas próprias reivindicações sobre a mortalidade e a doença” (CS27, p. 395).

Seção 6
Após ter lido a lição, penso que agora posso realmente responder aquelas perguntas do começo desse MET - o que significa com “grandes bênçãos”? O que é o ‘infinito sustentador’? É seguro me apoiar e confiar em Deus? E se puderes responder aquelas perguntas de uma maneira honesta e real para si mesmo, bem então não podes não seguir o que a Seção 6 quer fazer, agradecer e louvar a bondade de Deus, reconhecer Deus como a fonte da força infinita e sabedoria e inteligência para você e para o mundo.

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A equipe de tradução para o português é composta por Ana Steffler, Ovídio Trentini e William Trentini. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link http://www.cedarscamps.org/metaphysical.




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