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"Tudo o que inspira com a sabedoria, a Verdade ou o Amor -- seja um cântico, um sermão ou a Ciência [Cristã] -- abençoa a família humana com migalhas de conforto que caem da mesa de Cristo, alimentando os famintos e dando água viva aos sedentos."
"O que foi prometido será cumprido"
(Do livro Ciência e Saúde p 234 e 55)

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Saibam que a Mente única e toda sapiente vos ensinará e suprirá tudo o que precisardes! Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: A Mente.

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

Saibam que a Mente única e toda sapiente vos ensinará e suprirá tudo o que precisardes!

19 a 25 de agosto de 2019

A Mente

Estudo preparado por:
Prepared by Kathy Fitzer
kathyfitzer@gmail.com
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Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia A Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB
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Como é maravilhoso perceber que qualquer coisa que precisemos saber, nós poderemos e saberemos porque Deus (a Mente) eternamente nos ensina todas as coisas. O que Deus ensina nos traz paz, consolo e cura. Podemos confiar nisso! A compreensão disso nos habilita a dispensar falsos ensinamentos que continuamente nos confrontam e nos tentam a aceitar pontos de vista mortais de limitação, conflitos e discórdia. Não há hierarquia social no universo de Deus. Nenhum indivíduo tem a tendência de receber mais intrução do que outros. O amor de Deus é incondicional e universal, de modo que ninguém é deixado de lado da graciosa distribuição da Mente. Ao estudarmos a Lição da semana, podemos regozijar-nos na promessa de que, ao submetermos nossas obras a Deus (ou seja, confiar cada pensamento ou ação à Mente única), nossos pensamentos serão estabilizados (estáveis, ordenados e perfeitos) (RR).
Texto Áureo (Isa. 54:13 – Todos os teus filhos serão ensinados do Senhor; e será grande a paz de teus filhos.)
Aqui está por ocorrer uma grande mudança nos ensinamentos do profeta com a promessa de que “TODOS os filhos serão ensinados do Senhor”. No começo das atividades de Isaías, os “Filhos de Israel” eram identificados como rebeldes e ignorantes de Deus. Supõe-se que os profetas eram os únicos que ouviam a instrução de Deus, e que eram instruídos a despertar o povo. Agora, Deus promete que os filhos de Israel e as próximas gerações serão ensinadas diretamente por Deus, sendo a paz a consequência direta de seguir essa instrução (New Interpreters Bible).
A palavra hebraica traduzida como paz é shalom. Também pode ser traduzida como: bom, feliz, amigável, ou grande, saúde, prosperidade, segurança, bem como, íntegro. Podemos pensar sobre nós (e nossos descendentes) como continuando a receber tal promessa. Recebemos instrução de Deus, a Mente (e somos usados por Ele) de tal modo que somos guiados, habilitados, curados e libertados de conflitos pela única onipresente e onipotente Mente que sabe tudo e revela tudo ao homem e à criação! O restante da lição se desdobra em torno desses temas.
Leitura Alternada (Prov. 2:6-11; 4:7,25,26; 16:1,3). Aqui temos três provérbios que nos levam a compreender a sabedoria que foi dada por Deus, e o que precisamos fazer para tirar o máximo de proveito da dádiva de Deus. Vamos ver primeiro o que Deus, a Mente, faz. Como sempre, não estou professando ver tudo o que existe—mergulhem fundo em busca de vossa inspiração (o que é natural pois são “ensinados do Senhor”)! Deus, a Mente, dá conhecimento e compreensão e é um broquel.
A Mente nos mantém, preserva e estabelece nossos pensamentos e nosso caminho. Ao olhar por essas palavras no vocabulário hebraico, eis o que se destacou: compreensão=inteligência, discrição, razão, habilidade; broquel=proteção; manter=guardar, manter; preservar: fazer-se presente para salvar, vigiar; e estabelecido=preparado, adequado, firme, estável. Deus provê tudo isso—derramando livremente seu amor a nós e sua criação.
Então, o que precisamos fazer para sentir e vivenciar todo esse bem? O sol pode brilhar no lado de fora da casa, mas se nunca abrimos nossos olhos ou as venezianas ou andamos além da porta, não sentiremos nem experimentaremos o efeito do calor e da luz da luz do sol, ou andaremos sem tropeçar. Aqui somos instruídos que para obter a sabedoria e compressão que precisamos a fim de ver e sentir a realidade da criação da Mente, precisamos andar eretos (com simplicidade, integridade e inocência), olhar firmemente para a frente (focado no que a Mente está revelando sem detença), ponderar o caminho de nossos pés, e dedicar nossas obras ao Senhor (submeter cada pensamento para ser moldado pela Mente que tudo sabe).
Ponderar um caminho, quer dizer preparar um caminho, nivelando-o. O sentido hebraico de ‘commit’ também inclui a ideia de afastar—remover o que não pertence. Nivelando nosso caminho mental e removendo obstáculos tais como medo, ciúme, dúvida e vontade própria significa tropeçar menos e seguir firmes nos passos do Cristo, a Verdade!

Seção 1: A Mente, fonte única de inteligência, guia!
Eis uma questão … quem é melhor professor, ou mais confiável, do que Deus? (B1, Jó 32:22). Quem ou o que é guia melhor do que Deus, quando buscamos uma decisão? Resposta: ninguém e nada—porque, em realidade, não há nada senão Deus! (B3, Isa. 45:18; B4, Isa. 48:17). No entanto, quantas vezes nos volvemos a opiniões de outros ou verificamos o corpo para determinar os passos seguintes? Qualquer informação vinda de reportagens noticiosas, de pesquisas médicas, sensações do corpo, ou opiniões populares, precisa passar por um cheque-factual ante o que a Mente diz.
Não raro tais fontes nos deixam num vai e vem de indecisão, tendo que escolher entre opções que têm suas próprias limitações—tentando decidir coisas com base em listas de prós e contras, ou intimidados por relatórios negativos. Mas a compreensão de Deus das coisas é infinita—sem limites! (B6, Salmos 147:3). Porém, nós temos a maravilhosa promessa de que ao sermos confrontados por uma escolha/opção, podemos confiar em Deus para espalhar luz compreensível para nós; o que nos deixa o caminho visível (B7, Salmos 43:3). A Bíblia inclusive promete que ouviremos uma voz dizendo: “Este é o caminho, andai por ele” (B5, Isa. 30:21).
Por acaso é necessária alguma habilidade especial para ouvir essa voz ou ver essa luz? Absolutamente não. Mas, ajuda reconhecer que há apenas uma Mente—e que essa Mente é, como lemos no livro-texto: “O único Eu, ou Nós; o único Espírito, a única Alma, o único Princípio divino, a única substância, a única Vida, a única Verdade, o único Amor, o único Deus” (CS1, p. 591). Este senso de único elimina a multiplicidade de opiniões e opções. Reconhecendo que “toda a substância, inteligência, sabedoria, existência, imortalidade, causa e efeito pertencem a Deus (a Mente) (CS3, p. 275), retira a possibiluidade de que nossa experiência possa ocorrer fora dessa Mente e, ser assim, influenciada por elementos de outra Mente.
Na mente existem apenas caminhos bons e retos. Não há enganos, não há acidentes, nem retornos equivocados, nenhuma lesão. Quando nos confrontamos com confusão ou conflitos ou decisões erradas, podemos corrigir nosso curso (e descobrir inevitáveis bênçãos) deixando claro de que na Mente o “inteiro existir é harmonioso e eterno” (CS6, p. 151). Começando por aí podemos deixar que essa Mente nos guie e ensine que passos tomar para voltar—e permanecer—no “caminho reto e estreito” que o Amor ensinou. TODOS somos “ensinados do Senhor!” Ninguém é deixado de ser guiado no caminho do bem.

Seção 2: A instrução da Mente nos dá a habilidade de fazer tudo o que temos por fazer
Uma vez mais, ouvimos no início desta seção que nada há SENÃO Deus (B8, Deut. 4:35). Uma vez compreendido que Deus é Mente infinita, que expressa tudo, podemos prosseguir em nossos afazeres confiantes de que a Mente está dirigindo, intruindo, dando-nos toda habilidade necessária, e de que não há poder para opor-se ao progresso infinito e a atividade correta (CS7, p. 310).
Sempre que nos sentirmos tentados a duvidar de nossas habilidades (e muitos de nós o fazemos numa ou noutra ocasião), podemos voltar no tempo e pensar em Moisés. A cada interpelação Moisés parece responder: “É MESMO, Deus??? É para mim fazer O QUÊ??? De jeito nenhum – não sou bom que chega!!” E a resposta a Moisés foi uma que podemos usar como apoio quando enfrentamos uma tarefa que pareça além de nossa habilidade: “Eu serei contigo; quem fez a boca do homem? Eu serei com tua boca e te ensinarei o que hás de falar” (B9, Êxo. 3:10-12; Êxo. 4:12).
Independente do que formos encarregados a fazer, a resposta de Deus será: “Quem fez sua mente, seus braços, pernas, olhos e ouvidos, sua habilidade criativa, de negociar, de raciocinar, etc? Eu fiz!”
Independente do que pareça nos faltar, precisamos lembrar que a fonte da capacidade não está em nós … mas em Deus. E a instrução divina, que nos habilita a fazer o que for de nossa obrigação (na escola, nos negócios, na família, ou na comunidade), podemos realizar quando reconhecemos a totalidade de Deus (a Mente) e aceitamos a capacidade de Deus de usar-nos para Seus propósitos.
Embora, às vezes, possa parecer tentador suspirarmos ao ler: “Todos somos capazes de fazer mais do que fazemos” (CS8, p. 89) —pensando que realmente nem queiramos fazer mais do que já fazemos—mas sob o ponto de vista correto, a frase é libertadora. Nós sempre podemos fazer mais, porque o “homem reflete a infinidade” (CS12, p. 258). Um reflexo expressa o original sem esforço—neste caso o homem expressa a Mente, Deus.
É impossível que um reflexo seja exaurido ou sobrecarregado. E o que estamos refletindo ou expressando é a infinidade! Verifiquem alguns sinônimos para infinidade: ilimitação, inesgotabilidade, imensurabilidade, perfeição, inteireza, plenitude, continuidade, inquebrantabilidade. De que modo isso descreve nossas habilidades? O que é necessário para perceber esse estado ilimitado? Alcançar “o verdadeiro conceito a respeito do homem e de Deus” (CS12, p. 258). Nós alcançamos isso quando respondemos às mensagens da Verdade, que nos são comunicadas perpetuamente por Deus, a Mente.

Seção 3: Instruir a mente mortal com a Verdade imortal traz cura
Esta seção da lição trouxe, para mim, que à medida que adquirimos uma compreensão da lei de Deus, recebemos o poder de "curar toda sorte de doenças e enfermidades" assim como os discípulos de Jesus receberam tal poder (B16, Mat. 10:1). Jesus ensinou aos outros o que ele aprendeu de Deus. Ele nunca reivindicou algum dom especial ou compreensão especial. Citando os profetas, Jesus assegurou à multidão de pessoas que o seguiam que todos serão ensinados por Deus. E “todo aquele que da parte do Pai tem ouvido e aprendido Pai vem a [Jesus]” (B14, João 6:45). Em outras palavras, o ensinamento de Deus é universal - disponível a todos. Mas, aqueles receptivos aos ensinamentos de Deus, reconhecerão a verdade do que Jesus ensina e saberão que ele é o Messias, ou Cristo. Com este reconhecimento vem uma aceitação do poder de Cristo, a Verdade, para curar o pecado e a doença e ressuscitar os mortos. Recebemos essa instrução e nada pode nos impedir de aceitar a verdade do que aprendemos, e demonstrar a regra da cura.
A essência deste ensinamento - como vimos nas seções anteriores - é a totalidade da Mente e o nada de algo contrário a essa Mente. Nesta seção esta veracidade é expressa em Ciência e Saúde como uma das frases contida na Declaração Científica sobre o Existir: “Tudo é a Mente infinita e sua manifestação infinita, pois Deus é Tudo-em-tudo” (CS19, p. 468). A frase “Tudo-em-tudo indica a totalidade de algo - assim não há nada fora da totalidade de Deus. Certamente parece haver realidade fora da bondade da Mente, mas isso decorre da suposição de uma mente separada da Mente, Deus, que Mary Baker Eddy denominou “mente mortal”. Essa assim chamada mente “parece produzir a doença por meio de certos temores e falsas conclusões” (CS17, p.417). Mas, recebemos autoridade para tratar das afirmações dessa mente supositiva com a “Verdade imortal” (CS16, p. 415).
Fomos ensinados por Deus, e Cristo nos deu poder para usar esse ensinamento para destruir o que nos tentaria a acreditar que exista um poder além de Deus. Assim como Jesus entendeu que ele não tinha poder próprio, mas refletia plenamente o poder divino e demonstrava esse poder, vamos resistir a todas as crenças errôneas e exercitar o melhor que pudermos em nosso entendimento dado por Deus. O importante é enfrentar a mente mortal ... nunca acreditando na mentira, mas instruindo essa falsidade com a verdade da criação infinita da Mente!

Seção 4: O ensino de crianças
Com o ano escolar se iniciando em praticamente todos os Estados Unidos, muita atenção está sendo dada à educação das crianças. Mas a próxima seção ressalta a importância de ensinar às crianças as lições espirituais que as abençoarão durante toda a vida. Qual adulto não se pode identificar com a segunda carta de Paulo à Timóteo? Ele expressa gratidão pela fidelidade de Timóteo e incentiva-o a continuar praticando o que aprendeu. Para aqueles de vocês que possam estar interessados ​​nas relações mencionadas aqui, Timóteo é considerado o “filho amado e fiel no Senhor” de Paulo, ao vez de seu filho real. A mãe de Timóteo, Eunice, e a avó, Lóide, eram cristãs judaicas, embora se acredite que seu pai seja um não-crente gentio. Então, Timóteo havia sido criado para seguir os ensinamentos de Jesus Cristo. E, aparentemente, ele escolheu continuar sua educação espiritual com Paulo (B19, 2Tim.1:5; e B20, 2Tim. 3:14,15).
Nosso trabalho como pais e educadores é introduzir os filhos às leis de Deus para que eles tenham o benefício desse conhecimento para sempre. Não há, talvez, um conselho melhor do que o de Provérbios 22:6. [A fundadora da CedarS, Ruth Huff, usou este verso como o slogan na parte inferior dos artigos impressos do Acampamento dos Cedros] A Bíblia Amplificada diz: “Ensine a criança no caminho em que deve andar [ensinando-o a buscar a sabedoria e a vontade de Deus para suas habilidades e talentos], e ainda quando for velho, não se desviará dele” (B17, Prov. 22:6).
Lemos em Ciência e Saúde, “Toda a educação das crianças deve visar a formação de hábitos de obediência à lei moral e espiritual, com a qual a criança possa enfrentar e vencer a crença nas chamadas leis físicas, crença essa que engendra a doença” (CS22, p. 62). Não há maior presente que possamos dar a uma criança. Jesus reconheceu a inocência das crianças e, portanto, sua receptividade. Vamos defender essa receptividade - e o direito das crianças de "permanecerem crianças" pelo maior tempo possível - sabendo que o "mundo" não tem poder para adulterar sua inocência. Espere que a cura venha naturalmente - e seja lembrada” (CS23; p. 236). Independentemente de qual caminho essas crianças escolham quando sairem sozinhas, nada pode roubar delas o bem que elas aprenderam e experimentaram quando crianças - resultante do amor de Deus por elas!
TODOS nós somos, naturalmente, os filhos de Deus. Às vezes, ouço pessoas que começaram a estudar Ciência Cristã na idade adulta, ou pessoas que não tinham uma forte experiência na Escola Dominical, lamentando o fato de não terem os aparentes benefícios de terem recebido uma forte base espiritual quando crianças. Não há necessidade de tal arrependimento! Como estamos vendo esta semana, estamos sendo continuamente ensinados por Deus e sempre teremos tudo de que precisamos.

Seção 5: Quando buscamos focar o pensamento sem vacilar nos permite receber instruções
Deus está sempre nos instruindo - revelando Sua natureza em maneiras que podemos entender. Mas, temos nossa parte a fazer para podermos receber essa instrução. Esta seção fala da importância de mantermos o pensamento em ordem para nos liberarmos da perspectiva mortal limitada. Existem referências para estudar em duas citações Bíblicas. Enquanto olhava para o sentido original em Hebreu da palavra estudar, me interessei pela ênfase em ideias de ser diligente e fazer um esforço (B21, 2Tim.) e trabalhar ou tentar (B22, 1Tess. 4:1). Essa segunda referência fala de estudar (trabalhar) “para viver tranquilamente e cuidar do que é vosso e trabalhar”. Para mim isso significa tentar silenciar o testemunho mortal e fazer aquilo que sabemos ser certo, ao invés de nos distrairmos com coisas mundanas materiais do dia-a-dia.
Geralmente estudar é visto como se debruçar sobre a “Palavra de Deus” contida na Bíblia e nas escrituras de Mary Baker Eddy, para obtermos novas inspirações. Mas aqui vi o quão importante é ser diligente em tentar digerir o que está sendo lido e deixar o pensamento expandir para acolher a cada ideia. Descobrimos em nosso livro texto que “a instrução acadêmica adequada” inclue observação, invenção, estudo e pensamento original, porque essas qualidades servem para expandir o pensamento e “levar a mente mortal a sair de si mesma, para fora de tudo o que é mortal” (CS26, p. 195).
Não importando a linha de estudo que estamos conduzindo - o que estamos precisando aprender - focar nessas qualidades do pensamento nos habilita a perceber e entender aquilo que precisamos, em qualquer assunto. Isto também vale para advertências bíblicas para nos resguardarmos para não termos uma mente dobre (aceitar ambas perspectivas mortal e imortal) e a necessidade de focar nas coisas que são verdadeiras, honestas, justas, puras, amáveis, de boa índole, com virtude e graça (B23, Tiago 1:5; e B24, Filip. 4:8).
Sabemos que crescer em conhecimentos e entendimento, nos ajuda a ler e estudar. Mas essa seção falou para mim sobre a importância de praticar aquilo que lemos - traduzir as palavras em pensamento focado e ativo para que possamos deixar de lado “fraldas mentais” e permitir que o pensamento se expanda para ver a natureza divina da criação da Mente (CS29, p. 255). As vezes a tentação - especialmente quando temos um problema - é nos sentirmos pressionados para ler e estudar o tempo todo. Mas precisamos estar certos de que estamos fazendo todo esforço para vigiar todo pensamento para determinar o que estamos aceitando como verdade e o que estamos rejeitando como falsidade. Isto nos permite estarmos no lado da revelação da Mente e ver a luz que está sempre sendo revelada.
Sou muito grata por termos nossos livros para nos ajudar a ficarmos focados, para nos instruir, e para manter nosso pensamento firme. Que maravilhoso que o Amor está constantemente nos despertando das ilusões humanas conforme começamos com a Mente raciocinando “a partir da causa para o efeito na Ciência da Mente” (CS27, p. 467). Então assim como um bebê descobre suas habilidades para se mover e se livra de seu sobrepeso, descobrimos que podemos "corretamente [dividir] ou dissecar a palavra da verdade” e assim podemos nos libertar de nossos sobrepesos mentais que nos confinam a uma perspectiva mortal. Dessa maneira procedemos num caminho reto, dando preferência às instruções de Deus que nos revelam o universo harmonioso de Deus.

Seção 6: Entendendo a natureza infinita da Mente elimina conflito
Essa seção nos relembra do comando das Escrituras para “Que haja em vós a mesma Mente, que havia também em Cristo Jesus” (CS32, p. 276). Como já vimos nas seções anteriores, Cristo Jesus estava totalmente consciente de ter sido ensinado por Deus. Ele sabia que não podia fazer nada por si só, mas que Deus fazia tudo e, portanto, por reflexo ele também podia. A base para a ênfase de Jesus em amar uns aos outros também vem do entendimento dele de que só existe uma indivisível, onipotente Mente, Deus. Sendo Um, não existem forças conflitantes - nada de guerra, egoísmo, medo, ou mentes odiosas.
É certamente tão importante hoje como era nos tempos bíblicos levar as instruções de Paulo aos Coríntios: “seja feito completo [seja o que voce deve ser], seja confortado, de mesma mente, viva em paz [aproveite o bem-estar dos crentes que caminham perto de Deus]; e o Deus do amor e paz [fonte da misericórdia] estará com você” (CS26, p. 195 Amplificado).
O Amor ESTÁ comunicando “a ideia ilimitada da Mente infinita” (CS31, p. 445). Nos apegando a esse fato podemos esperar ver o poder do Amor instruindo, liderando e libertando toda humanidade para ser o que a criação de Deus foi desenhada para ser - harmoniosa, amável, sábia e livre.

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A equipe de tradução para o português é composta por Ana Steffler, Ovídio Trentini e William Trentini. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link http://www.cedarscamps.org/metaphysical.




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