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"Tudo o que inspira com a sabedoria, a Verdade ou o Amor -- seja um cântico, um sermão ou a Ciência [Cristã] -- abençoa a família humana com migalhas de conforto que caem da mesa de Cristo, alimentando os famintos e dando água viva aos sedentos."
"O que foi prometido será cumprido"
(Do livro Ciência e Saúde p 234 e 55)

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Demonstrem a mensagem de Cristo Jesus: O Homem é livre das leis da matéria! Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: Cristo Jesus.

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

Demonstrem a mensagem de Cristo Jesus: O Homem é livre das leis da matéria!

26 de agosto a 1 de setembro de 2019

Cristo Jesus

Estudo preparado por:
Kerry Jenkins CS, House Springs, MO/EUA
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Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia A Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB
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O que quer que creiamos, ou onde quer que estejamos em nossa jornada de entendimento da vida e da espiritualidade, está claro para nós que Jesus causou uma profunda impressão na humanidade. Sua vida e suas obras, sua pregação e sua história nos evangelhos, deixaram um legado à humanidade que continua até, o dia de hoje, abençoando, nos encorajando para o bem, buscando questões da natureza da realidade. Toda e qualquer tentativa da humanidade no sentido de obscurecer sua mensagem por meio de fanatismo, dogma, ódio ou exclusividade, ao longo dos séculos desde que ele andou nesta terra, sua mensagem de amor e cura transparece intocada. A Verdade e o Amor que ele pregou e praticou, são por isso eternos, e estão disponíveis a todos. Eles oferecem liberdade e harmonia a todos que os buscam.
O Texto Áureo (Romanos 8:2; “… a lei do Espírito da vida, em Cristo Jesus, te livrou da lei do pecado e da morte) desta semana, é um guia para ajudar-nos a interpretar cada seção. Quando sobrepomos o tema Cristo Jesus e a lei de Deus que ele vivenciou aos relatos e citações da Lição da semana, captamos uma ideia de como o Mestre Cristão, o filho de Deus, o Messias, mantém um lugar único e especial na cristandade. E aprendemos como o Cristo que ele incorporou continuou a imbuir seus seguidores (e predecessores) com aquele poder sanador derivado de sua compreensão da natureza espiritual do homem e da mulher.
Nós todos somos … “filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus”. Esta passagem da Leitura Alternada (Gál. 1:1,3-5,10-12; 3:26-28 e Rom. 8:7) vale a pena ponderar. O que Paulo queria dizer com “fé”? O que ele quer dizer com “filhos de Deus”? Sabemos que Jesus era filho de Deus, especificamente de paternidade divina. O que nossa filiação é diferente dessa?
Jesus “entregou-se a si mesmo pelos nossos pecados, para nos dessarraigar deste mundo perverso, segundo a vontade de nosso Deus e Pai” (LA). Por quê? Não foi para ajudar a compreender melhor natureza do homem e de Deus de modo a podermos viver no Espírito e não sermos acorrentados pelas crenças da lei material/vida material? O espírito do Cristo que ele incorporou de modo tão mais claro por causa de sua filiação divina, ajudou-o a ilustrar para nós a nossa natureza divina.
Não somos “condenados”. (“Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito”).‘Condenação é o mito de Adão e Eva.’ O ‘atual mundo do mal’ é pensamento inconsciente. É o sonho do senso de um Éden externo que nunca poderemos reconquistar, exceto, talvez, num futuro distante.
Jesus revelou que temos um “Reino dentro de nós”, um paraíso interno, onde Deus reina e a consciência-Cristo é revelada a um e a todos. Essa consciência traz verdadeira liberdade. Liberdade do pecado, da insanidade de todo tipo, da doença, da insatisfação, e até mesmo da morte. Quando vislumbramos a verdade-Cristo de que a vida não está na matéria mas no viver Cristão, então vemos que não há começo nem fim a essa vida verdadeira.

Seção 1: Cristo Jesus, o filho de Deus, revela nossa própria filiação de filho e filha.
João Batista era primo de Jesus. Ele é muitas vezes associado às palavras proféticas da citação B1 (Isa. 40:1,3,5): “…endireitai no ermo vereda a nosso Deus”. É para provocar o pensamento que o termo ‘vereda’ se refira a via pública, na qual cada um é benvindo. Vede como isso indica ao fato que o acesso à mensagem do Salvador é livre para todos, e ainda dela se dirá: “… toda carne a verá”. Por acaso, isso não nos diz que onde quer que estejamos em nossa compreensão da mensagem que Jesus compartilhou naquela vereda, veremos, discerniremos, compreenderemos a glória da Liberdade que Deus nos outorgou? Essa Liberdade é a Liberdade que um Pai divino concede a Seu filho amado.
Nós reconhecemos nosso lugar sagrado como filhos e filhas de Deus quando nos engajamos no batismo espiritual—quando purificamos nossa consciência por meio de ‘imersão no Espírito” (CS2, p. 581)—quando tivermos eliminado a sujeira de um falso senso do ser o qual vem mergulhado em culpa, em separação do Amor. Essa é a mensagem de Jesus à humanidade ao longo de eras. Ele ocupava um lugar único e divinamente santo como filho de Deus, “o ungido por Deus com o óleo de alegria como a nenhum de seus companheiros”
Se considerarem a definição de “Óleo” em Ciência e Saúde, por MBEddy, vocês podem expandir vossa compreensão dessa passagem bíblica: “Óleo. Consagração; caridade; benignidade; oração; inspiração celestial” (CS, p. 592).
Gosto da ideia de que o trabalho de Jesus era alegre. Isto significa que andar em suas pegadas e embraçar nossa filiação de filhos e filhas é trabalho alegre e satisfatório

Seção 2: Cristo revela o reino da harmonia.
O “reino da harmonia” faz parte da definição de Eddy sobre o “reino dos céus” (CS, p. 590). Na citação CS9 Eddy afirma: “Referindo-se aos filhos de Deus, não aos filhos dos homens, Jesus disse: ‘O reino de Deus está dentro em vós’; isto é, a Verdade e o Amor reinam no homem real mostrando que o homem à imagem de Deus jamais caiu em pecado e é eterno …” (CS9, p. 476). “…a Verdade e o Amor reinam no homem real…”. É este governo ou “reino” que Jesus nos mostrou por meio de seu trabaho sanador.
Na citação B4, depois de falar a Simão Pedro e seu irmão André para deixarem suas redes e se tornarem “pescadores de homens”, Jesus vai a uma sinagoga e cura um homem (com espírito imundo) com a ‘repreensão”: “Cala-te, e sai desse homem” (Marcos 1:21-26). Nós podemos seguir o seu exemplo em circunstâncias em que nossos pensamentos parecem deixar-nos em vales de melancolia ou outras formas mais agressivas de problema mental.
Notem que o insano resiste a Jesus, ao mesmo tempo em que reconhece quem ele é: ‘vieste para perder-nos’. Tal resistência é típica em cada um dos quatro casos em que Jesus curou insanos. O que é que isso nos diz sobre a “mente mortal”, que imagina ser uma identidade egoísta e separada de Deus? Onde está a “filiação” nessa forma de identificação? Esse falso ser é destruído, mas no rastro dessa destruição é revelado nosso eu verdadeiro, satisfeito, alegre, pacífico. Às vezes isso requer uma insistente repreensão e um ‘formidável’ desejo de nossa parte. Mas essa persistência é plenamente recompensada! O reino dos céus dentro de nós é uma dádiva que vale a pena, onde a Verdade e o Amor reinam em nossa consciência.

Seção 3: O puro ser de “filho” é o que Jesus veio revelar.
A citação B5 (Lucas 5:29-32) traz os escribas e fariseus, doutores da lei e pessoas educadas entre os judeus, criticando Jesus por “comer com publicanos e pecadores”. Jesus responde que ele viera para ajudar aqueles que estão ‘doentes’, pois os sãos não precisam de tal ajuda. Se vocês pensarem em pecadores como os que se sentem separados do Amor, ou Deus, e, nesse caso, os ‘justos’ como os que estejam perdidos em seu próprio senso de identidade como pessoalmente ‘bom’, vocês podem perceber onde Jesus colocara a ironia.
Nós todos precisamos buscar nossa verdadeira identidade semelhante a Deus e não estar satisfeito com o falso senso com o qual os fariseus e escribas se contentavam. Isso não quer dizer que devemos ver-nos como ‘pecadores’. Antes devemos sempre ser ricos na humildade à qual Jesus se refere ao citar os “pobres de espírito” ou os “humildes” no seu Sermão do Monte (Mat. 5:3,5). A recompensa por essa humildade crística é receber o reino dos céus (ou reino da harmonia interior!), e de ‘herdar a terra’ (o que para mim quer dizer que experimentamos/vivenciamos nosso domínio dado por Deus sobre as sugestões terrenas de vida, em vez de tornar-nos vítimas delas).
Essa humildade é maravilhosamente ilustrada por MBEddy na declaração da citação CS14 onde ela afirma: “A disposição de tornar-se como uma criança e de deixar o velho pelo novo faz com que o pensamento seja receptivo à ideia avançada” (p. 323). Essa ideia avançada é o Cristo! Ele fala conosco quando em nossos corações e nosso “eu” somos humildes, puros, livres tanto do orgulho como da justificação própria, ou seu oposto, um senso pesado e pessoal de pecaminosidade.

Seção 4: Ao longo dos séculos, o Cristo alimenta os famintos e sedentos.
Os samaritanos e os judeus tinham formação religiosa semelhante, mas suas diferenças os tornou hostis mutuamente. Por isso era incomum que um judeu, especialmente um Rabi, dirigisse a palavra a um samaritano, muito menos a uma mulher, e em público! Aparentemente, também era incomum que os discípulos tivessem ido comprar mantimentos de samaritanos na cidade próxima. Aqui Jesus demonstra que o Cristo veio a toda consciência que esteja preparada a recebê-lo.
A muher estava junto à fonte, onde ele havia ido buscar água. Simbolicamente ela estava pronta e presente! Ela teve a curiosidade e a coragem de questionar ao Mestre porque ele havia parado para falar com ela, nem porque pedira por água. Ela também é muito humilde—isenta de ego—quando Jesus lhe revela sua vida nem-tão-pura (sem julgamento). Ela demonstra ter sede pela “água viva” que Jesus mencionara. Eis aí uma bela analogia entre uma fonte que se renova constantemente e a vida espiritualmente eterna que está em Cristo.
Nós podemos esperar que essa fonte do Cristo ‘jorre’ dentro em nós quando acolhemos uma consciência humilde e curiosa. Esse Cristo tem estado presente para refrescar e curar eternamente, e está tão presente hoje como estava nos dias de Jesus, porque o Cristo é o Espírito que Jesus incorporou, e que nunca morreu ou viveu num corpo material

Seção 5: Cristo Jesus revelou a consciência de vida do homem como sempre-presente e não na matéria.
A citação B10 (João 5:25) geralmente é interpretada como a ressureição dos mortos quando Jesus retornar. Mas, e se pensarmos em termos da nossa consciência estar despertando do "sono/morte” profunda que estamos experimentando, enquanto acreditamos na mentira da vida na matéria? E se na verdade estivermos vivos quando estamos na consciência do Cristo e o reino da harmonia/reino dos Céus que estiver dentro de nós? Essa é a vida que Jesus veio nos mostrar. É a consciência viva e “desperta” da presença do Cristo, a “vida em Cristo” falada no Texto Áureo dessa lição bíblica.
Nessa seção Jesus traz Lázaro de volta da morte. Ele remove a “pedra”, a crença mortal mais endurecida que nos diz que nascemos de dentro da matéria, e morremos para fora da matéria. O antídoto para este mito é “viver” na consciência do Cristo. Mary Baker Eddy coloca dessa maneira: “Sintamos a energia divina do Espírito, que nos traz a uma vida nova e que não reconhece nenhum poder, mortal ou material, capaz de praticar destruição” (CS23, p. 249) e “…É preciso trazer à luz o grandioso fato espiritual de que o homem é, não que será, imortal e perfeito. Temos que nos manter para sempre conscientes da existência, e, mais cedo ou mais tarde, pelo Cristo e pela Ciência Cristã, temos de subjugar o pecado e a morte” (CS24, p. 428). Foi esse entendimento sobre a vida que ressucitou Lázaro, e por fim levantou o próprio Jesus da morte. E pode fazer o mesmo por nós - genuinamente despertando nossa consciência para o Cristo sempre-presente.

Seção 6: Mostremos nosso amor por Cristo Jesus seguindo seu exemplo.
Soa ridículo alguém dizer que pode fazer o que Jesus fez, especialmente a questão da “morte”. Contudo, existem milhares de exemplos autenticados na Bíblia, antes e depois de Jesus, e nos periódicos da Ciência Cristã há mais de um século.
Às vezes parece tentador pensar-se que a era de curas de Jesus passou, e acabou. Mas MBEddy descobriu a verdade por trás do método de cura dele, e por meio de seu estudo da Bíblia, ela pôde escrever sua descoberta e revelação de um modo a nos ajudar a entender mais espiritualmente o poder sanador que se encontra na Bíblia. “É possível…”, diz ela, “…--é até mesmo dever e privilégio de cada criança, homem e mulher—seguir em certo grau o exemplo do Mestre, pela demonstração da Verdade e da Vida, da saúde e da santidade” (CS26, p. 37). Essa é uma promessa gloriosa a nós, os atuais seguidores de Cristo Jesus.
A mensagem sanadora de Jesus e seu chamado para seguirmos em suas pegadas (B13, João 12:26,32), são demandas divinas. Temos sagradas instruções na Bíblia e no Ciência e Saúde. Damos o primeiro passo de discipulado quando empregamos qualquer verdade que saibamos, por mais humilde e infantil que seja. Cada um é filho/filha de Deus, de modo que o reino da harmonia de Deus já existe em cada um de nós. O espírito do Cristo faz brilhar uma luz em nossa nossa consciência e ilumina essa harmonia, dissipando as trevas da materialidade e mortalidade. Isso, verdadeiramente, nos torna livres!

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A equipe de tradução para o português é composta por Ana Steffler, Ovídio Trentini e William Trentini. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link http://www.cedarscamps.org/metaphysical.



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