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"Tudo o que inspira com a sabedoria, a Verdade ou o Amor -- seja um cântico, um sermão ou a Ciência [Cristã] -- abençoa a família humana com migalhas de conforto que caem da mesa de Cristo, alimentando os famintos e dando água viva aos sedentos."
"O que foi prometido será cumprido"
(Do livro Ciência e Saúde p 234 e 55)

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Engage-se ativamente com o texto por aplicação de ideias sobre a identidade espiritual. Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: O Homem.

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

Engage-se ativamente com o texto por aplicação de ideias sobre a identidade espiritual.

2 a 8 de setembro de 2019

O Homem

Estudo preparado por:
Christie C. Hanzlik, CS • Boulder, CO/EUA
ccern@mac.com • +1(720)331-9356
www.christiecs.com
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Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia A Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB
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Texto Áureo e Leitura Alternada
Cada um descobrirá esta semana sua inspiração na Lição Bíblica sobre “O Homem”. Para isso é útil enfocar nos modos de responder às perguntas: “Quem sou eu, de onde eu vim?”, o Texto Áureo dá uma resposta sucinta: “O Espírito de Deus me fez, e o sopro do Todo-Poderoso me dá vida” (Rom. 2:8). O restante da lição elabora em torno desses temas.
A Leitura Alternada (Gál. 1:1,3-5,10-12; 3:26-28 e Rom. 8:1) reconta a história de Nicodemos e Jesus, e na qual este explica: “Se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus” (João 3:3). O artigo de MBEddy: “O Novo Nascimento” explica o significado de “nascer de novo”. O novo nascimento, de acordo com MBEddy não é evento único nem há um ponto final ... é um processo que continuamente se desenvolve. Eis como ela explica: “O novo nascimento não o trabalho de um momento. Começa com momentos e continua por anos; momentos de subtemeter-se a Deus; confiança como de uma criança e alegre adoção do bem; momentos de auto-abnegação, auto-consgração, esperança celestial e amor espiritual. O tempo talvez inicie, mas não pode completar o novo nascimento: é a eternidade que o faz; pois o progresso é a lei da infinidade. Só um trabalho intenso da mente imortal, o senso da Alma, pode satisfazer-se, e o homem despertar na Sua semelhança. Este é um pensamento iluminado pela fé! Que pensamento iluminado pela fé é este! Que os mortais podem se desfazer do ´velho homem´, até que o homem seja considerado a imagem do bem infinito que chamamos de Deus, e a plenitude da estatura do homem em Cristo aparece.

Seção 1: Qual é a origem do homem?
A primeira seção da lição descreve a origem do homem - feita à imagem e semelhança de Deus. Porém, a palavra "origem" é complicada porque sugere um ponto de partida. Mas se o homem é feito à imagem e semelhança de Deus, e Deus não tem um ponto de partida e existe eternamente, então isso deve ser verdade também para o homem (para nós). Não há momento de partida para o Amor eterno. E não há momento de partida para o homem. Não houve primeira respiração. Não houve primeiro momento da vida. Não houve primeiro momento de consciência. Não iniciamos. Sempre que ponderamos a vida que não tem ponto de partida, ponderamos a Vida eterna. E ponderar a Vida eterna é uma forma de oração.
Existem muitas maneiras de estudar Ciência e Saúde como um livro didático. Na escola, os alunos aprendem a anotar seus textos ativamente. Este método também pode funcionar bem quando se estuda o Ciência e Saúde. Por exemplo, MBE geralmente usa a palavra "homem" coletivamente e individualmente e não é específica ao gênero. Portanto, uma maneira de anotar é substituir nosso próprio nome por "homem" enquanto lemos os escritos de MBE. Também pode ser útil definir outros termos em Ciência e Saúde com suas próprias palavras e depois aplicar essas definições enquanto lê. Nessa linha, aqui está um exemplo de uma maneira pela qual podemos anotar o parágrafo que responde à pergunta "O que é homem?", que está na lição (CS1, p. 475). Observe que os [colchetes] indicam anotações como um exemplo de uma maneira de estudar o texto. Talvez você queira fazer suas próprias anotações para este parágrafo.
Não anotado:
“O que é homem? ... As Escrituras nos informam que o homem é feito à imagem e semelhança de Deus. A matéria não é essa semelhança. A semelhança do Espírito não pode ser tão diferente do Espírito. O homem é espiritual e perfeito; e porque ele é espiritual e perfeito, ele deve ser entendido assim na Ciência Cristã. O homem é uma idéia, a imagem do Amor; ele não é físico. Ele é a idéia composta de Deus, incluindo todas as idéias corretas; o termo genérico para tudo que reflete a imagem e semelhança de Deus; a identidade consciente de ser encontrada na Ciência, na qual o homem é o reflexo de Deus, ou Mente, e, portanto, é eterno; aquilo que não tem mente separada de Deus; aquilo que não tem uma qualidade única derivada da Deidade; aquilo que não possui vida, inteligência ou poder criativo próprio, mas reflete espiritualmente tudo o que pertence ao seu Criador” (CS1).
Anotado (como exemplo de uma maneira de fazer anotações durante a leitura):
"O que é o homem? [O que somos?] ... As Escrituras nos informam que [somos] feitos à imagem e semelhança do [Amor ilimitado]. [Um corpo limitado com um momento de início fixo não é] essa semelhança do Espírito, não pode ser tão diferente do Espírito. [Somos ilimitados e perfeitamente unos com a Mente]; e porque [somos ilimitados e perfeitamente unos com a Mente], [devemos] [tornar-nos conscientes desse fato científico de maneira final e inevitável]. [Somos] idéia, a imagem do Amor [por isso estamos amando]; [não somos corpos limitados fixados em um local ou em um momento do tempo]. [Nós somos] a idéia composta de Deus, incluindo todos idéias corretas; o termo genérico ["homem" significa] tudo o que reflete as qualidades [masculinas e femininas de Deus]; a identidade consciente do ser [o ser que está ciente] como encontrado na Ciência, na qual [somos] o reflexo de Deus ou Mente, e portanto [não temos começo nem fim]; [não temos capacidade de pensar fora da mente]; [não temos qualidades que não provêm do amor]; [não temos inteligência], nem poder criativo próprio [e refletimos sem limite] tudo o que pertence ao [nosso Criador]. "
Anotações como essa NÃO reescrevem as idéias de Mary Baker Eddy, mas são uma forma de se envolver ativamente com o texto - fazendo perguntas, fazendo comentários, etc. Em certo sentido, fazer anotações como essa é um diálogo com o livro e seu autor. Suponho que muitos dos leitores dos Estudos Metafísicos do Acampamentod dos Cedros (CedarsMet) estão fazendo muitas anotações enquanto lêem ... e também que nossas anotações são um pouco diferentes, mostrando que cada um de nós descobre a inspiração individualizada de que precisamos da Bíblia e do Ciência e Saúde repetidamente. Os [colchetes] neste Met são anotações. Se eles forem úteis, fique à vontade para usá-los, embora o texto original seja sempre a fonte mais precisa, é claro.

Seção 2: Por que o homem parece ser falho?
Após ter lido o verdadeiro relato sobre a eternalidade do homem - nosso início sem começo - na primeira seção da lição, a segunda seção aborda a pergunta: “Se somos feitos à imagem e semelhança, porque aparentamos não ser perfeitos?”
Em Gênesis, encontramos a estória da origem de Adão como sendo feito do pó, e Eva proveniente de Adão. Se procuramos online por “criação do homem do barro”, encontramos inúmeros mitos da criação de uma variedade de tradições que se comparam ao de Gênesis 2:

• Na mitologia grega, Greek mythology, Prometheus moldou o homem da água e da terra.
• Na mitologia Suméria os deuses Enki ou Enlil criam um servitor dos deuses, a humanidade, de barro e sangue (ver Enki e o Fazer do Homem).
• No Épico de Gilgamesh, Enkidu é criado pela deusa Aruru do barro para ser um parceiro para Gilgamesh, “poderoso em força”.

• De acordo com a mitologia Egípcia, o Deus Khnum criava crianças humanas antes de colocá-las nos úterus maternos.
• De acordo com a mitologia chinesa, Nüwa moldava figuras da terra amarela, lhes dando vida e habilidade para gerar crianças.
• No épico de criação Babilônia, Enuma Elish, a deusa Ninhursag criou humanos do barro.
• De acordo com a mitologia indú, a mãe de Ganesha, Parvati, fez Ganesha do barro e transformou o barro em carne e sangue.
• De acordo com a religião Laotiana, existem histórias de humanos criados do barro ou argila.
• A cultura Yoruba mantêm que o deus Obatala também criou a raça humana do barro.
• De acordo com Gênesis 2:7: “E o Senhor Deus formou o homem do pó do chão, e soprou para dentro de suas narinas o ar da vida; e o homem se tornou uma alma viva”.
• De acordo com o Qur’an [23:12–15], Deus criou o homem do barro.
• Os Māori acreditam que Tāne Mahuta, Deus da floresta, criou a primeira mulher do barro e soprou vida para dentro dela.
• De acordo com a mitologia Inca, o Deus criador Viracocha formou os humanos do barro na sua segunda tentativa em criar seres vivos.
• De acordo com algumas crenças nativo-americanas, o criador da Terra formou a figura de muitos homens e mulheres, que secou ao sol e no qual ele soprou a vida.
• Na cultura Americana, a Mulher Maravilha foi esculpida do barro por sua mãe Hippolyta e foi dada vida pelos deuses gregos.
• Na cultura Norse os humanos foram feitos de areia em troncos de árvore.
• [Na ciência física…] minerais de argila foram propostos como passivos materiais genéticos. Minerais de argila atuam como eficientes catalisadores na polimerização de aminoácidos nucleotóides, portanto, apoiando a possível existência de um mundo de RNA precedente ao mundo celular. RNA absorvido pelos minerais de argila podem ser encapsulados em vesículas. Uma vez formadas, estas vesículas podem crescer através da incorporação de ácidos graxos e se dividir, portanto mediando a réplica de vesículas por ciclos de crescimento e divisão. Os dados obtidos até o momento sugerem que minerais de argila tiverem uma função ativa na origem abiótica da vida (https://en.wikipedia.org/wiki/Creation_of_man_from_clay).
Além dessas, muitas outras teorias da criação existem. É fascinante ver Adão, o homem do barro, listado entre vários mitos. Muitos mitos da criação contem pelos menos um de três elementos: uma ordem ou instrução do criador para suas criações, um pecado e sua consequência que deve ser encarada, e, então, essas consequências são aquilo que causa a dor, fome, doença e todos tipos de mal que afligem a terra.
Talvez manter o mito de Eva e Adão em comparação com outros mitos, retire qualquer vertigem de autoridade que possa ter… é meramente um mito. Ver o mito de Eva e Adão como simplesmente mais um mito entre muitos faz a serpente safada ainda menos influente e nos ajuda a ver que não existe nada pessoal em suas sugestões.
O último exemplo na lista acima é interessante. Não está claro se o autor dessa lista tinha a intenção de sugerir que a ciência física era simplesmente mais um mito, ou se o autor estava tentando usar a ciência física para explicar porque tantos mitos usavam barro como o elemento original do qual o homem era feito. Estou inclinada para a primeira opção. Pois afinal, a ciência física não tem uma explicação para a origem da vida, nem para os humanos ou para o universo como um todo. Mas aqui, listado entre outros mitos da criação sobre o homem feito de barro está a teoria da ciência física sobre o barro / argila como capaz de apoiar a vida. Para alguns, isso pode parecer como uma explicação científica para os mitos. Mas, talvez seja mais revelador que a própria teoria científica sobre o barro seja somente mais uma teoria… um mito da criação. Não faz sentido que o amor e inteligência e inspiração e individualidade possam vir do barro inerte. Amor eterno, Mente, Espírito, Alma, são coexistentes com o homem, o que significa que nunca existiu um momento em que o homem não existiu. O Amor não vem do barro, a inteligência não vem do barro.
A segunda seção da lição, após recontar o mito de Adão, inclui esse verso de Coríntios: “Eis que vos digo um mistério: nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos. Porque é necessário que este corpo corruptível se revista da incorruptibilidade, e que o corpo mortal se revista da imortalidade” (B9, 1Cor. 15:51,53).
E que promessa!, “Essa natureza perecível deve ser envolvida em não-perecibilidade…”. Devemos inevitavelmente descobrir nossa verdadeira natureza.
As obras de Mary Baker Eddy se correlacionam muito bem aqui: “Outra modificação [ocorrida quando a trombeta soar] virá quanto à natureza e à origem do homem, e essa revelação destruirá o sonho da existência, restabelecerá a realidade, introduzirá a Ciência e o glorioso fato da criação, a saber, que tanto o homem como a mulher procedem de Deus e são Seus filhos eternos, sem pertencer a nenhum progenitor inferior” (CS5, p. 529).
É o som da trombeta que nos desperta do sonho de um nascimento do pó. Não começamos de um ovo ou da poeira… e precisamos mais cedo ou mais tarde “romper seu casulo mediante a Ciência Cristã e olhar para fora e para cima (CS6, p. 552). O som da trombeta nos desperta para começarmos a quebrar a casca. Podemos nos perguntar: O que é o som da trombeta” ou o “toque da corneta” que nos desperta a cada dia?
Essa seção esclarece que nem o homem nem o universo começam do pó. De onde teria vindo a primeira partícula de poeira? Não poderia existir uma primeira partícula de poeira… não teria de onde originar. Nunca houve um momento onde existia um vácuo (nada) e depois uma partícula de poeira apareceu. Esse momento nunca aconteceu.
Nunca houve um ponto de partida para um pouco de coisas limitadas chamado poeira. “Todas as ideias corretas” sempre estiveram… nunca tiveram um ponto de partida. A Mente infinita sabe tudo, a Mente eterna sempre soube tudo, e, portanto, “todas as ideias corretas” sempre foram conhecidas… sem ponto de partida. (CS1) “Portanto, o homem e o universo espiritual coexistem com Deus” (CS9, p. 267).

Seção 3: Nascido de novo ... de novo
Na seção três, vemos o tema de nascer de novo ... de novo, "se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus" (B10, João 3:3). Relacionar a idéia de nascer de novo com a história de Jacó lutando em Peniel é inspirador. Jacó ficou tão transformado que seu nome - todo o seu caráter - foi mudado (B11, Gênesis 32:3,13,21,24-28,29,30). Jacó nasceu de novo. Jacó lutou com o anjo até que ele viu "com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito” (B12, 2Cor. 3:18).
Cada um de nós pode parecer lutar quando renasce em nossa "compreensão da Verdade imortal". Como Mary Baker Eddy escreve: " Esse é o novo nascimento que se processa de hora em hora, graças ao qual os homens podem acolher anjos, as verdadeiras ideias de Deus, o [ilimitado] senso espiritual [do que somos]” (C15, p. 548).
Aqui está outra descrição dos momentos de “nascer de novo”: “À medida que o pensamento humano muda de um estágio para outro, de dor consciente e consciente ausência de dor, de tristeza e alegria — e passa do medo para a esperança, e da fé para a compreensão — então a manifestação visível será por fim o homem governado pela Alma, não pelo senso material [limitado]” (CS16, p. 125).

Seção 4: Jesus demonstra a vida eterna com o nascimento virginal
A história de origem de Cristo Jesus prova a idéia de que o homem não tem ponto de partida ... seu nascimento virginal demonstrou que a verdadeira origem do homem é a Mente. Sem começo é verdadeiro para toda a humanidade, e Cristo Jesus é a prova disso para cada um de nós. "Impossibilidades nunca ocorrem" (CS, p. 245:27, apenas).
Jesus era a "luz do mundo", significando que ele era o exemplo para toda a humanidade. Ele sabia "donde vim" - eternidade. E ele sabia "para onde vou" - vida sem vida. Seu "testemunho é verdadeiro" - é exato (B15, João 8:12,13,14,42). Ele entendeu sua perfeita unidade com Deus, a única Causa e Criador, a vida eterna. Como ele afirma: “Eu e o Pai somos um” (B17, João 16:28). Ele sempre esteve em harmonia com a Mente eterna, o Amor infinito. Nunca houve um momento em que isso não fosse verdade e nunca haverá. E sua luz brilhou para vermos que essas verdades também são verdadeiras para nós.
Como Mary Baker Eddy afirma, “A origem e a compreensão espirituais de Jesus o habilitaram a demonstrar os fatos do existir [o que somos e de onde viemos], — a provar de modo irrefutável como a Verdade espiritual destrói o erro material, cura a doença e vence [a crença" que exista um ponto de parada]. A concepção divina de Jesus salientou essa verdade e foi uma exemplificação do [desdobramento do que sempre foi verdadeiro]” (CS17, p. 315).
Às vezes, quando pensamos em nossa eternidade e unidade com Amor infinito, podemos ser tentados a pensar em nossa unidade como uma espécie de borrão amorfo ou etéreo. Mas Jesus reivindicou sua unidade com Deus e manteve uma individualidade distinta. De fato, alguém poderia argumentar que foi a certeza de sua unicidade com Deus que lhe deu maior individualidade e distinção nos últimos 2000 anos ... ainda sabemos quem ele é! Em outras palavras, não perdemos nossa individualidade quando descobrimos nossa unidade ... muito pelo contrário. MBE explica perfeitamente esse conceito: “A individualidade do homem não é menos tangível por ser espiritual e por sua vida não estar à mercê da [fisicalidade limitada]. A compreensão de sua individualidade [ilimitada] espiritual torna o homem mais real, mais capaz de se valer da verdade, e o habilita a vencer [a crença na separação], [a crença na desarmonia] e [a crença de que há um ponto de parada]” (CS20, p. 317).
“Tal como nosso Mestre, precisamos abandonar o senso material [limitado], para entrar no senso espiritual [ilimitado] do existir [do que somos e de onde viemos]” (CS21, p. 41).
Gosto das analogias de Mary Baker Eddy sobre como entender nossa unidade com Deus. Estamos em harmonia com Deus, mas não somos iguais a Deus. Como ela explica: "Assim como uma gota de água é uma com o oceano, um raio de luz é um com o sol, do mesmo modo Deus e o homem, Pai e filho, são um no existir". O raio não pode existir sem o sol, e o sol não pode existir sem o raio. Mas o raio não é o sol. Não é de surpreender que muitas pessoas confundam Jesus e Deus pensando que são exatamente a mesma entidade. É como conflitar o sol e seus raios. O sol e os raios nunca podem se separar e funcionam juntos. E, mesmo assim, o sol e os raios têm propósitos distintos. De igual modo, Jesus e Deus são um e nunca podem ser separados, e ainda assim cada um tem um papel e um relacionamento distintos com o homem.

Seção 5: Por que o homem parece estar separado de Deus?
A quinta seção levanta a pergunta - se fomos feitos perfeitos, então porque temos imperfeições? Por que temos doenças? A história bíblica sobre Jesus ter curado um homem que era cego de nascença aborda essa questão. Quando Jesus e seus discípulos passaram pelo homem cego, os discípulos indagaram, “Mestre, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego?” Em outras palavras, quem ofendeu a Deus, ou causou a separação desse homem de sua perfeição infinita? Jesus respondeu, “Nenhum…” Sua resposta não tentou racionalizar com explicações humanas, mas ele disse “nenhum…”. Essa é uma grande resposta para perguntas sobre a origens da desarmonia, “o que causou a doença… foi a comida ou meu stress no trabalho?” Nenhum. Nenhuma razão é a causa. Não podemos estar separados da harmonia divina.
Mas o que causou a doença? Foi o “ar, exercício, hereditariedade, contágio ou acidente?” (CS26, p. 392). Nenhum! Nada! Quando racionalizamos para nossa origem sem começo, encontramos que não existe origem para nada que não seja bom. Ao invés de nos perguntarmos de onde vem a doença, podemos começar com uma nova visão e sentido da nossa origem - sem ponto de partida, e limparmos esses pensamentos enlameados. Quando Jesus diz ao homem para aplicar barro e depois lavar, foi como se ele estivesse simbolicamente fazendo com que o homem lavasse suas crenças no mito da criação de Adão / barro.
Então, o que fazer quando aparentemente estamos doentes? MBE explica, “… desempenha tua função como porteiro e veda a entrada a esses pensamentos e temores doentios. Exclui da mente mortal os erros nocivos; então eles não poderão fazer com que o corpo sofra”… “Mantém claramente no pensamento o fato de que o homem é filho [do Pai-Mãe divino], não do homem; que o homem é espiritual, não material; que a Alma é o Espírito, fora, nunca dentro, da matéria, e nunca dá vida e sensação ao corpo. O sonho da doença acaba quando se compreende que a doença é formada pela mente humana, não pela [coisa inerte], nem pela Mente divina” (CS26 e CS27; p. 392 e p. 396).
Quando parecemos estar com dificuldades, podemos soltar daquilo que pensamos saber e estarmos prontos para renascermos no Espírito… para mais uma vez descobrir que nunca fomos feitos de barro, e que nunca existiu um ponto de partida para nosso amor, nosso carinho, nossa compaixão, nosso afeto. Todas essas qualidades vêm do Criador. Nos somos o raio - a “luz do mundo” - mas não somos a Fonte. O Amor divino é a Fonte, o sol central da nossa existência, nosso começo nunca foi… nós sempre fomos. Nunca houve um momento em que o sol existiu mas os raios não. E nunca houve um momento em que os raios existiram mas o sol não. O sol e os raios - como uma metáfora para a Alma divina, o Amor divino - coexistem e são eternos. Mas o mesmo físico, para ter um começo e um fim… pois verdadeiramente Deus é sem começo e o homem, como a expressão de Deus, também não tem começo.

Seção 6: Descobrindo nosso início sem começo
A sexta seção enfatiza a luz, que também vimos no começo da lição…
• “a luz da Verdade e do Amor desponta sobre ti” (CS11, p. 308)
• Jesus— “Eu sou a luz do mundo” (B15)
• Homem é “um raio de luz uno com o sol” (CS22, p. 361)
• Jesus— “sou a luz do mundo” (B18, João 9:1-7)
Agora, nessa seção final, vemos a “luz” novamente: “Pois em ti está o manancial da vida; na tua luz, vemos a luz” (B22, Salmos 36:9). E, no CS: “A Ciência divina dispersa as nuvens do erro com a luz da Verdade, levanta o véu e mostra que o homem nunca nasce e nunca morre, mas coexiste com seu Criador” (CS29, p. 557). A luz da Verdade, tão bem brilhada por Cristo Jesus, revela a verdadeira natureza do homem. Cristo Jesus é “a luz do mundo” que demonstrou o que realmente somos. Ele demostrou a natureza verdadeira do homem.
Deus não começou antes do homem. E o homem não começou antes de Deus. Deus não tem começo. O homem não tem começo. Ponderar o não-começo de Deus e do homem é uma oração, e ponderar nossa eternidade também é uma oração. Nosso não-começo é difícil de imaginar quando estamos presos numa mentalidade limitada. Uma mentalidade limitada é uma onde podemos somente ver as coisas com um começo e um fim. Mas o homem não é um mortal limitado. O homem é ilimitado e imortal. Como MBE diz
O homem imortal [e ilimitado] não é e nunca foi [limitado ao tempo], mas sempre [ilimitado] e [sem começo]” (CS30, p. 336). Através da oração e sempre tentando descobrir a verdade do ser, podemos ver as demonstrações de Cristo Jesus, da vida sem começo, e vislumbrar a verdadeira natureza do homem, nossa verdadeira natureza. Conforme fazemos isso, podemos entender e demonstrar o fato perfeito de que “O homem e a mulher, coexistentes e eternos com Deus, refletem para sempre, em qualidade glorificada, o infinito Pai-Mãe Deus” (CS31, p. 516).

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A equipe de tradução para o português é composta por Ana Steffler, Elisabeth Zir Friedrichs, Ovídio Trentini e William Trentini. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link http://www.cedarscamps.org/metaphysical.



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