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"Tudo o que inspira com a sabedoria, a Verdade ou o Amor -- seja um cântico, um sermão ou a Ciência [Cristã] -- abençoa a família humana com migalhas de conforto que caem da mesa de Cristo, alimentando os famintos e dando água viva aos sedentos."
"O que foi prometido será cumprido"
(Do livro Ciência e Saúde p 234 e 55)

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Mostre que o ídolo da matéria não existe. Apoie-se em Deus, Espírito, como TODOS! Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: A Matéria.

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

Mostre que o ídolo da matéria não existe. Apoie-se em Deus, Espírito, como TODOS!

16 a 22 de setembro de 2019

A Matéria

Estudo preparado por:
Kathy Fitzer
kathyfitzer@gmail.com
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Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia A Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB
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Então, o que É matéria? E em que grau nossas vidas são governadas por isso? Às vezes, podemos ficar tão enredados na dificuldade vista através da crença na matéria - ou sentir que realmente não temos ideia de como pensar sobre o que parece ser substância absoluta - que ficamos hipnotizados por esse enigma e perdemos de vista o fato. que todo o universo (incluindo o homem - cada um de nós) é realmente inteiramente governado por um e único Deus e reflete Sua bondade e perfeição!
A Lição Bíblica desta semana nos ajuda a obter uma perspectiva útil para nos permitir dominar as sugestões de crenças materiais. Confiando em Deus para nos revelar Sua aliança e unicidade, e recusando nos curvar à idolatria da matéria, somos libertados de toda crença falsa. A Lição nos ajuda a ver o que é importante e o que não é, e a aplicação prática desse entendimento. O amor de Deus é suficiente para nos libertar de todo conceito falso - incluindo a crença de que a matéria tenha vida, verdade, inteligência, substância e o poder de nos governar como um deus falso. Preste atenção especial às declarações que circulam a respeito de Deus ser absolutamente todo e o único poder. Recuse-se a cair na armadilha de pensar que seja difícil realmente entender (ou até aceitar) a ideia de que a matéria não seja nada. Assim fazendo, passo a passo, o pensamento desperta para a Verdade, e as bênçãos de vislumbrar a totalidade do Espírito e o nada da matéria, são ilimitadas!
Podemos pensar em um ídolo como um poder alternativo ou aspirante a deus - como qualquer coisa que se apresente como se possuísse as qualidades, a realidade e a autoridade de Deus, mas na verdade é impotente [e assim não apta ao trabalho]. Ver um ídolo como não tendo existência real, como declarado no Texto Áureo, deixa claro que ele não tem poder para influenciar nossas vidas. Pensar na matéria (incluindo o que parece ser um corpo físico) como simplesmente um ídolo significa que não precisamos ter medo de seu testemunho, respeitá-lo como tendo inteligência ou adorá-lo de qualquer maneira. O Dicionário Bíblico Harper Collins afirma que a proibição de ídolos para Israel os diferencia de seus vizinhos. Ocorre-me que ver a matéria em termos de ser um ídolo proibido porque ela não existe (porque existe apenas UM Deus - UM poder, Espírito) diferencia a Ciência Cristã de outros sistemas de crenças. A proibição da adoração a ídolos é tão libertadora hoje quanto nas épocas passadas.
Ao estudar a Leitura Alternada, me impressionou o senso de continuidade aqui ... mostrando como todos somos tocados pela onipotência de Deus, revelada através do Seu Cristo. Como sempre, essa foi a inspiração que me veio! Você pode vê-lo (e outras coisas na lição) de maneira totalmente diferente e isso é ótimo! Como aprendemos no mês passado, todos estamos sendo ensinados diretamente pela Mente perfeita do Senhor. Começando com os três primeiros versículos no início, e novamente no versículo 8, Deus é apresentado como incomparável, como o criador de todos, e como não dando glória e louvor a ninguém, incluindo imagens esculpidas. Nos versículos seis e sete, o profeta Isaías revela o relacionamento de Deus com Seu Filho e descreve como Cristo traz liberdade a todos os filhos de Deus, demonstrando a justiça de Deus.
Os últimos três versículos compartilham os ensinamentos de Paulo aos coríntios, ajudando todos nós a reconhecer nosso relacionamento com Deus como Seu templo. Deus mora para sempre com o homem. Ele é o Pai de todos e todos somos Seus filhos e filhas. O versículo 17 nos ajuda a entender a importância de permanecermos separados das crenças gerais deste mundo - não nos entretermos em pensamentos e coisas que Deus não criou (coisas impuras, que certamente incluiriam doenças e desarmonias de qualquer tipo). Estar separado também significa (de acordo com o grego) ser separado para algum propósito. Quão maravilhoso é perceber que Deus nos separou e nos deu o eterno propósito de expressá-Lo! Deus "nos recebe" (ou nos trata com favor, de acordo com o grego original). Isso nos permite pensar e agir corretamente e reconhecer que somos o templo de Deus (v. 16). Confira a referência de Mary Baker Eddy ao templo em Pulpit and Press 2:21-2. Essa citação foi extremamente valiosa para mim há vários anos, quando percebi minha natureza espiritual como templo de Deus e fui curada de uma lesão nas costas que me imobilizara.

Seção 1: Sacuda-se do pó e veja que Deus, Espírito, nunca criou a matéria.
Quando pensamos e raciocinamos do ponto de vista da matéria sendo real e influenciando-nos, estamos virando as coisas de cabeça para baixo. É como dar ao barro o poder de se moldar ou influenciar o oleiro ... e não o contrário (B1, Isa. 52:2). DEVEMOS começar e permanecer com a premissa declarada repetidamente na Bíblia: “Eu sou o Senhor, e não há outro, não há Deus além de mim” (B3, Isa. 45:5). Embora a forma que os ídolos assumiram tenha mudado ao longo dos séculos, permanece uma constante ... eles não podem falar, ver, ouvir, respirar ou controlar! (B4, Salmos 135:3,5,115-17). O único poder que eles têm é o que nós damos a eles. O que Jesus compartilhou com a mulher samaritana no poço é tão importante para nós ouvir como era para ela ouvir... “Deus é Espírito: e aqueles que o adoram devem adorá-lo em espírito e em verdade” (B6, João 4:24). Os ensinamentos da Ciência Cristã elaboram essa mensagem, deixando claro que “o Espírito nunca criou a matéria” (CS1, p. 335). Portanto, devemos reconhecer o oposto do Espírito, chamado matéria, como nada mais que um ídolo posando como um deus, mas incapaz de se sustentar - incapaz de falar ou nos controlar! (CS4, p.372).
Felizmente, não nos importa apenas o que a matéria não é, mas também o que é. A matéria é “o estado subjetivo daquilo que a autora denomina mente mortal” (CS2, p. 114). Gosto de pensar na mente mortal como uma visão distorcida ou invertida das coisas, ou aquela que vê através de uma névoa e, portanto, nunca é precisa. Fiquei impressionada com a definição de subjetivo - em oposição a objetivo - dada no dicionário de Webster de 1828. Dizia: “objetivo, é quando a proposição é certamente verdadeira; e subjetivo, é quando temos certeza da verdade.” Um dicionário moderno define subjetivo como: “baseado ou influenciado por sentimentos, gostos ou opiniões pessoais: depende da mente ou da percepção de um indivíduo quanto à sua existência”. Isso reforça a ideia de que o que chamamos de matéria é simplesmente uma visão falsa da realidade. Ela não pode agir por si só e não possui uma verdade inerente, mas é totalmente dependente do pensamento mortal para sua existência. À medida que a compreensão espiritual (a compreensão da totalidade de Deus, o Espírito) aumenta, trocaremos a visão mortal limitada de que as coisas são vistas em termos de matéria finita, e “objetos reais serão percebidos mentalmente, em vez de materialmente” (CS6, p.96). Ao invés de temer que a descrença na matéria cause uma perda de substância, encontraremos a visão ampliada da revelação do Espírito, revelando um bem cada vez mais indestrutível!

Seção 2: Reconheça a supremacia do Espírito e, assim, anule as reivindicações da matéria (CS 11, p. 491).
Somos constantemente confrontados com escolhas sobre o que aceitamos como realidade, no que confiamos e no que acreditamos ter controle sobre nós. Paulo instruiu os tessalonicenses a não extinguir ou sufocar (apagar) o Espírito, a examinar (provar) todas as coisas, e apenas se apegar ao que é bom (B7, 1Tess. 5:19,21). Quando o corpo parece estar alquebrado (ou está exigindo ser satisfeito) ou o clima parece ter poder para destruir, ou os governos parecem estar confusos, ou qualquer outra sugestão é feita, precisamos olhar de perto e questionar o que Deus, o Espírito, está dizendo sobre a situação! Ao longo dos tempos, a humanidade caiu na armadilha de perder de vista a presença e o poder de Deus e confiar em sua capacidade. Amós tentou esse argumento pedindo às pessoas que considerassem algumas perguntas absurdas durante um tempo em que estavam depositando falsa confiança em suas proezas militares... pensando que suas próprias forças os protegiam em vez de confiar em Deus. Uma tradução coloca as perguntas desta maneira... “Os cavalos correm nas pedras? Alguém lavra o mar com bois?” (NVI) Mais tarde, Paulo afirma que é igualmente absurdo pensar que somos “aperfeiçoados pela carne” quando fomos formados pelo Espírito (B10, Gál. 3:3). Deus, o Espírito, nos dá tudo o que precisamos. Mas temos que confiar em Deus para revelar esse bem, em vez de procurá-lo no conceito limitado chamado matéria ou habilidade humana limitada.
Volte a esta pergunta muito lógica ... “Se o Espírito é tudo e está em toda parte, o que é e onde está a matéria?” (CS7, p. 223). Não importa o quão convincente seja o testemunho material, podemos nos recusar a curvar-nos, por medo ou respeito! Qualquer pessoa que afirme acreditar em Deus não "repudiará conscientemente o Todo-Poderoso". E, no entanto ... é isso que estamos fazendo quando acreditamos que a matéria tem poder para causar estragos ou acreditamos que Deus criou a matéria e, portanto, é responsável pelos problemas físicos e desastres morais (CS9, p. 119). Deus é a fonte de soluções... não de problemas, do bem duradouro em vez de altos e baixos. A supremacia do Espírito anula as reivindicações da matéria. Ao reconhecermos isso - mesmo diante de evidências contraditórias - "encontraremos o vínculo espiritual indissolúvel, que estabelece o homem para sempre na semelhança divina, inseparável de seu criador" (CS11, p. 491): Indissoluvelmente ligado ao bem - incapaz de ser separado da nossa unidade com Deus, onde todas as necessidades são atendidas. Mudar nossa visão nos permite ver, além da evidência material, soluções que sempre serão reveladas pelo Amor do Espírito!

Seção 3: Não deixe que o medo lide com o pensamento ... Deus está sempre lá para ajudar (B13, Isa. 41:11,13).
Nunca faltam coisas que ameaçam tirar nossa paz e segurança ou causar medo. Mas, precisamos nos esconder diante dessas imposições - ou podemos enfrentá-las e sair por cima entendendo que “não há poder senão de Deus”? (B16, Rom. 13:1). Temos uma promessa maravilhosa em Provérbios que nos dá a garantia de que, se nossos motivos estiverem certos para fazer alguma coisa, Deus nos mostrará o caminho para realizar com segurança nossa tarefa. Aqui estão duas traduções de Prov. 16:3 “Faça o que fizer, como serviço a Ele, e Ele garantirá o seu sucesso” (Voz); “Confie suas ações ao Senhor, e seus planos serão bem-sucedidos” (NLT). Isso deve ser o que Eliseu percebeu quando respondeu à angústia de um de seus alunos que pensava ter perdido, no rio, uma cabeça de machado que lhe havia sido emprestada. Aquela cabeça de machado representava uma ideia correta. E, a propósito, teria sido muito caro substituir. Ideias nunca podem ser perdidas! Então, Eliseu não entrou em pânico ou procurou loucamente. Pelo contrário, ele entendeu que as chamadas propriedades da matéria poderiam ser revertidas pela autoridade de Deus, o Espírito. O ferro flutuou!
Esta história ocorreu entre Eliseu curando Naamã da lepra e alertando o rei de Israel sobre onde seu inimigo estava planejando atacá-lo. Não importa se uma situação parece estar afetando um indivíduo (aparentemente importante ou um cidadão comum) ou uma comunidade ou nação inteira ... podemos orar com confiança do ponto de vista de que "a mente, não a matéria, é causa" (CS12, p. 208). Entendendo isso, não somos enganados pelas "representações da mente mortal", assim como não somos enganados pela história fictícia exibida na tela do cinema.
Assim como uma cena em um filme ou em um sonho pode parecer muito real, assim, o drama da chamada matéria parece muito real. Mas a matéria é impotente para controlar o homem, porque não tem sua fonte na Mente, o Espírito. Voltando às leis da Ciência Divina (ou a verdade de Deus), trocamos o que parecem ser coisas por pensamentos e reconhecemos que a fonte de todo pensamento legítimo é Deus, o bem (CS16, p. 123). Dessa forma, o que aparecem como circunstâncias materiais são transformadas em conformidade com a criação harmoniosa e eterna da Mente, consistindo em ideias espirituais.

Seção 4: A Mente - não a matéria - é a sanadora.
Parece que a mulher que estava sangrando por 12 anos acreditava que seria curada se pudesse simplesmente tocar nas roupas de Jesus, como se elas contivessem algum poder mágico. No mundo de hoje, esses poderes milagrosos podem ser atribuídos ao clima ou à qualidade do ar ou a vários medicamentos e tratamentos médicos. Mas, a matéria não tem poder de cura. Jesus sabia disso. Ele entendeu que essa mulher estava realmente buscando o pensamento de Jesus - o Cristo, Verdade, que Jesus encarnava. Para remover qualquer dúvida sobre o que estava acontecendo, Jesus procurou a mulher e deixou que ela soubesse que fora sua fé (sua resposta mental à Verdade) que a curara. (B18, Marcos 5:25-34; e CS17, p. 86). A matéria não pode prejudicar nem curar. É totalmente sem inteligência (CS18, p. 210). Qualquer poder que pareça ter foi dado a ela pela mente mortal. Os procedimentos médicos parecem ter efeito por causa da fé neles depositada. Ao mesmo tempo, a matéria é creditada com o poder de tornar o homem doente ou de tirar sua vida. A realidade é que a matéria não tem o poder de destruir ou salvar, porque “A vida é Espírito.” (CS20, p. 376). Parece-me que uma enorme chave para a cura é a percepção de que “a vida é, sempre foi e sempre será independente da matéria ...” (CS19, p. 200).
Isso me ajuda a pensar em ser independente dos sonhos que tenho à noite. Eu tenho alguns sonhos loucos ... mas eles não têm controle sobre minha vida. Minha vida é independente desses sonhos, assim como é independente das crenças materiais. Além disso, como nossos corpos expressam as crenças da mente mortal, é muito importante ter certeza de que, ao considerarmos nossos corpos, estamos delineando (ou desenhando) neles contornos de saúde e inteireza, em vez de doença e declínio (CS21, p. 208).
Não queremos nos culpar por problemas físicos ou mentais ou por lidar com qualquer outro tipo de discórdia. Em vez disso, queremos responder às provações recorrendo a Deus cujo amor sempre revelará uma visão mais clara da realidade (CS22, p. 322). Ao fazê-lo, a visão mudará de mortal para imortal. A vontade humana, o medo e a ignorância desaparecerão junto com a aparência externa de doença e discórdia, e a ideia harmoniosa da Mente que nunca se misturou verdadeiramente ao falso senso da crença material (assim como nossas vidas realmente nunca se misturam ao mundo dos sonhos) aparece. Independentemente de onde estamos em nossa experiência, nunca podemos acreditar que a idolatria da matéria é realmente a fonte de cura. Deus é o único sanador!

Seção 5: Alma - identidade - não está na matéria (CS24, p. 300).
Mais uma vez, temos uma declaração poderosa da aliança de Deus! Deus não compartilha Seu poder. Esta tradução é da The Message: “Eu sou Deus. Esse é o meu nome. Não franquio minha glória, não endosso os ídolos de deus nenhum” (B19, Isa. 42:1,8). Uma definição da palavra grega traduzida como glória aqui é “peso”. Nada mais tem peso em nossas vidas, exceto Deus! É divertido pensar na glória como clareza, brilho, esplendor. E acredita-se que o latim floreo, florescer, florescer, florescer provavelmente seja da mesma família (Webster, 1828).
Deus é Alma - não confinado pela matéria - e “o homem é a expressão da Alma.” (CS27, p. 477). Então ... nosso brilho, clareza e esplendor florescente devem sempre brilhar através de nosso ser como reflexo da Alma. As limitações da chamada matéria são impotentes para impedir que isso aconteça. Um ídolo pode apenas presumir ter poder ou autoridade. Na verdade, é impotente de ter qualquer influência! Em vez de precisar temer a destruição, temos a certeza de que “as misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim; renovam-se cada manhã...”.
Que mensagem maravilhosa vinda de Lamentações - escrita pelo profeta Jeremias durante um período de tristeza e pesar pela destruição de Jerusalém e pelo exílio de seu povo pelo rei Nabucodonosor e pelos babilônios (B20, Lam. 3:22,23). Seja trabalhando hoje para nos recuperarmos dos elementos destrutivos de desastres naturais, doenças, tragédias de qualquer tipo ou simples desencorajamento sobre assuntos políticos ou pessoais, podemos nos reunir com o entendimento de que nunca estamos separados da compaixão e misericórdia de Deus. Todos os outros testemunhos provêm das sugestões idólatras da condição subjetiva da mente mortal, denominada matéria.
Só porque algo recebeu um nome (como matéria) não faz disso alguma coisa! Nossa identidade não está presa à matéria, confinada a ela, nem governada por ela! (CS 26, p. 467). Mesmo um vislumbre desse fato - que toda a criação é verdadeiramente governada pela Alma - traz liberdade!

Seção 6: Teste todos os pensamentos que vierem a você - “Experimente os espíritos se eles são de Deus” (B24, 1João 4:1,6).
Mais uma vez, somos instruídos a atribuir grandeza somente a Deus. Existe apenas um Deus, e um ídolo não é nada (B22, Deut. 32:3; e B23, 1Cor 8:4-6). Temos que estar muito alertas aos pensamentos (ou espíritos, como a Bíblia os chama) que se apresentam para nós - e disputam nossa atenção (B24). A palavra grega pneuma, traduzida como espírito aqui, pode ser pensada como “a disposição ou influência que preenche e governa a alma de qualquer um”; portanto, para ser governado corretamente, as influências que produzimos precisam ser aquelas que vêm de Deus, a Mente - ao invés das distorções da matéria.
Jesus nos garantiu: “Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (B26, João 8:32). Às vezes podemos ser tentados a pensar que, se ainda não encontramos nossa liberdade, é de alguma forma nossa culpa, porque não conhecemos a verdade suficientemente. Sentir-se culpado nunca é útil! O que significa saber neste contexto? Segundo o grego, conhecer é “permitir, estar ciente (a), sentir, (ter) conhecimento (conhecer), familiarizar-se, perceber, ser resolvido, ter certeza, entender”. Assim, como estamos cientes dos pensamentos que vêm até nós e testamos cada um para determinar se está alinhado ou não com a verdade da bondade de Deus, podemos aceitar com confiança cada pensamento da Verdade como poderoso o suficiente para revelar nossa liberdade dada por Deus (CS28, p. 127; e CS29, p. 225).
A Declaração Científica sobre o Exisitir, que começa: “Não há vida, verdade, inteligência nem substância na matéria” delineia a verdade absoluta de nosso ser, feita à semelhança de Deus (CS30, p. 468). Embora possamos não entender totalmente essa afirmação, podemos certamente familiarizá-la, deixar espaço em nosso pensamento e sentir seu poder de corrigir toda mentira mortal. E podemos valorizar a verdade que afirma e o amor de Deus que representa. Então, podemos esperar que, como resultado desse tesouro (valorizando os dons de Deus), compreendamos cada vez mais a existência espiritual e vejamos como Deus vê - adorando e respondendo ao único Deus, em vez de nos curvarmos, temermos e sermos influenciados pelo deus que quer ser chamado de matéria.
Ao abandonarmos nossa confiança e crença na matéria e nos apoiarmos no Espírito, descobriremos o mundo se expandindo e iluminando, e a paz permanente de Deus será revelada (CS32, p. 265). A verdade sempre se revela e nos torna livres!
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A equipe de tradução para o português é composta por Ana Steffler, Elisabeth Zir Friedrichs, Ovídio Trentini e William Trentini. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link http://www.cedarscamps.org/metaphysical.




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