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"O que foi prometido será cumprido"
(Do livro Ciência e Saúde p 234 e 55)

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A esperança jorra eternamente ... com a criação imortal de Deus! Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: Período de experiência após a morte.

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

A esperança jorra eternamente ... com a criação imortal de Deus!

21 a 27 de outubro de 2019

Período de experiência após a morte

Estudo preparado por:
Rick Stewart, CS, Dresden, Alemanha
rickstewartcs@aol.com
Tel. residencial: +49 (351) 312-4736, Tel. celular: +49 (176) 3233-6080
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Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia A Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB
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Diante de grande adversidade, em meio a uma tragédia, quando tudo parece perdido, as pessoas aprendem a importância da esperança. Esperança em meio à desesperança! Esta é uma das grandes mensagens da Bíblia.
Nossa Lição Bíblica desta semana aborda o tema “Período de Experiência após a Morte”, nos dá um firme fundamento espiritual para esse conceito de esperança e fé. Por exemplo, ela apresenta dois pontos de vista do homem, cfe. se encontra na Bíblia. Um deles, é o ‘homem’ traduzido da palavra hebraica ‘enowsh’ que é equivalente ao homem nascido para morrer, o homem mortal (por assim dizer, sem esperança). O outro homem é a ideia imortal de Deus da criação divina: “Se alguém está em Cristo, é nova criatura: as coisas antigas passaram, eis que se fizeram novas” (B15, 2Cor 5:17).
Os conceitos do homem como uma entidade carnal e brevemente viva, em contraste com a ideia imortal criada por Deus são desenvolvidos na Bíblia em nossa Lição da semana.
Esse desdobramento da ideia de um homem semelhante a uma erva do campo, que se vai em um momento (em hebraico enowsh), ou do homem que é a ideia imortal desenvolveu-se por milhares de anos. Você pode perceber isso olhando as datas dos vários livros da Bíblia que aparecem na Lição.
O Livro dos Salmos é composto na sua maioria por salmos escritos ao redor dos anos 1000 aC, sendo que alguns foram escritos por volta de 500 aC durante o cativeiro na Babilônia após a destruição do templo. Ele poderia até ser visto como um hinário da igreja. Ajuntados no Livro dos Salmos, existem vários ‘hinos’ que têm raízes em outros livros do Antigo Testamento. Como, por exemplo, na lição desta semana, o Salmo 103 escrito por Davi em 1034 aC, também aparece no livro de 2 de Samuel. Convenientemente agregadas para nós nos Salmos, essas canções bíblicas refletem séculos da condição humana e nos convidam a descobrir pontos de vista sobre o homem não só como mortal, efêmero e fugaz, mas também como homem que Deus concebeu e criou como ideia espiritual. Esse homem de existência eterna é a profecia do que Cristo ou Messias é.
O cumprimento da profecia do Cristo, ou Messias, o homem eterno, o cumprimento da criação de Deus resplandece nos escritos de Paulo e nos evangelhos. Você pode achar interessante lembrar que algumas cartas de Paulo são os primeiros documentos do Novo Testamento. Até mesmo antes dos quatro evangelhos, de que gostamos tanto.
Por exemplo, a seguintes datas sobre as cartas ou epístolas de Paulo têm a concordância da maioria dos eruditos. Como você pode ver, eles precedem cada um dos evangelhos. 1 Tessalonissences (c. 50AD), Gálatas (c. 53AD),1 Coríntios (c.53-54AD), Filipenses (c.55AD), Filemon (c. 55AD), 2 Coríntios (c. 55-56AD), Romanos (c. 57AD).
Todos os evangelhos são considerados como escritos após as epístolas de Paulo. O evangelho de Marcos provavelmente data de 66-70AD; Mateus e Lucas cerca de 85-90AD e João 90-110AD. A pesar das tradicionais atribuições, todos os quatro evangelhos são anônimos, e nenhum é considerado como escrito por testemunhas oculares. Tal como o restante do Novo Testamento, todos foram escritos em grego.
E, por que essa retrovisão? É para que tenhamos um pouco mais de paciência conosco mesmos enquanto o conceito da natureza do homem imortal desponta em nossa consciência. Estamos aprendendo a ter esperança e fé para nós e por nossos afeiçoados. Esperança quando a mortalidade parecer avassaladora e irresitível. E fé em momentos obscuros. Há um fundamento firme tanto para a esperança como para a fé; esperança e fé quando estivermos em meio ao sonho da obscuridade mortal. Esperança e fé em nossas vidas e no mundo. E como Alexander Pope escreveu em 1732, esperança que “brota eterna no peito humano!”.
O Texto Áureo (2Cor. 15:53) introduz o conceito de revestir-se de incorrupção e imortalidade. Ou, para retomar a discussão anterior, revestir-se do homem que suporta tudo e é eterno em vez de ir-se qual uma relva que se desfaz no campo! É possível, para você e para mim, de pensarmos sobre esse requisito? Bem, por que esse versículo é nosso Texto Áureo nesta semana? É significativo que os onze primeiros versículos deste capítulo contenham o primeiro relato (53-54AD) das aparições pós ressurreição de Jesus no Novo Testamento?! Ou, só depois de 20 anos após a ressurreição e seus 40 dias de caminhadas com os discípulos!
Na Leitura Alternada (2 Tim. 1:7,9, 10,13,14; e Efés.3:14-19) somos encorajados. Lemos que Deus não nos deu “o espírito de covardia”. Ele nos dá poder, amor e moderação. Que nosso Salvador Jesus Cristo “destruiu a morte e trouxe à luz a vida e a imortalidade, mediante o evangelho”. E que ele nos fortaleceria “com poder mediante o seu Espírito no homem interior,” (o homem espiritual que dá testemunho da imortalidade).

Seção 1: Deus revela a Vida divina
Como referido anteriormente, a citação do Salmo 103 (B2, 23-5, 15-18) fala dos dias do homem como relva ou uma flor, hoje aqui e amanhã não mais visível. Esse conceito do homem como frágil e doente é traduizido como homem; mas ‘homem’ que vem do termo hebreu “enowsh”; homem mortal.
As citações de Ciência e Saúde revelam as diferenças entre o homem frágil e mortal, e o homem imortal.
CS5 (p. 296): “O progresso nasce da experiência. É o amadurecimento do homem mortal, pelo qual aquilo que é mortal é deixado para trás, em troca daquilo daquilo que é imortal. Quer aqui, quer no além, ou o sofrimento ou a Ciência tem de destruir todas as ilusões referentes à vida e à mente, e reformar o senso material e o ego material. É preciso que o velho homem com seus feitos seja deixado para trás. Nada de sensual ou pecaminoso é imortal. A morte de um senso material errôneo e do pecado, não a morte da matéria orgânica, é o que revela o homem e a Vida, harmoniosos, reais e eternos”.
Às vezes fico pensando em tempos atrás quando eu era treinador de uma equipe de nadadores. Nossos nadadores haviam como que decaído a um nível medíocre de satisfação com suas performances. Foi quando chegou um novo nadador vindo de um time de elite do Sul da Califórnia. O desempenho desse nadador na prática estava além de todos os outros nadadores. De repente todos os nossos nadadores obtiveram uma outra visão do que era aceitável e possível para desempenho na prática. Esse novo nadador inspirou um nível de realização e desempenho muito acima de seus níveis usuais. Absolutamente todos estavam praticando em novos níveis. Era notável observar-se essa transformação.
Como lemos na citação CS6: “Cada fase suscessiva de experiência desdobra novas perspectivas do bem e do amor divino” (p. 66).

Seção 2: Elias demonstra a Vida aqui e agora
Elias, cujo nome significa "meu Senhor é Jeová", viveu de 900 a 849 AC. Ele nasceu na antiga Palestina, no que é hoje a Jordânia. Uma de suas declarações mais poderosas: “Ó Senhor, Deus de Abraão, Isaque e Israel, saiba hoje que Tu és Deus em Israel e que eu sou teu servo, e que fiz todas essas coisas ao seu dispor. Responde-me, ó Senhor, responde-me, para que este povo saiba que Tu, ó Senhor, és Deus, e que você voltou o coração deles”.
E Elias, por meio de suas palavras e atos, voltou muitos corações em Israel de volta a Jeová, o Senhor.
Por exemplo, no meio de uma seca, Elias foi levado por Deus a ir a Zarefate, onde encontraria uma viúva que Deus havia inspirado para cuidar de Elias. Enquanto ele estava lá, o filho da viúva ficou gravemente doente e parecia ter morrido, a viúva gritou: “Que fiz eu, ó homem de Deus? Vieste a mim para trazeres à memória a minha iniquidade e matares o meu filho?” (B6, 1Reis 17:1,8,9,17–19,21,22,24).
Por que Elias estava lá? Para afligir? Ou para dar testemunho do poder de Deus ali mesmo em Zarefate? Elias estava lá para testemunhar. Este é um grande incentivo e ajuda para cada um de nós também. Para lembrar que estamos aqui para testemunhar a presença e o poder de Deus. Não é sobre nós, mas sobre o que Deus é.
Elias levou a criança para seu quarto, "seu loft" que representa “o esconderijo do Altíssimo”, conforme descrito no Salmo 91:1, e o armário que Jesus recomendou para nossas orações em Mateus 6:6. E ali a criança foi restaurada à vida.
Sua mãe se regozijou: “Nisto conheço agora que tu és homem de Deus e que a palavra do Senhor na tua boca é verdade” (B6).
Mary Baker Eddy pergunta em Ciência e Saúde: “Será que Deus envia a doença, dando à mãe um filho por curto espaço de tempo, levando-o embora depois por meio da morte? Acaso pode haver nascimento ou morte para o homem, a imagem e semelhança espiritual de Deus? Em vez de mandar a doença e a morte, Deus as destrói e traz à luz a imortalidade. A Mente onipotente e infinita fez tudo e inclui tudo. Essa Mente não comete enganos para depois corrigi-los. Deus não faz o homem pecar, adoecer nem morrer” (CS8, p. 206).
A fé e a esperança na eterna verdade e amor de Deus demonstraram repetidas vezes, em todas as épocas, o que é possível com Deus.
Em 2000, eu estava na Ilha Pellworm, na Alemanha, com minha esposa e um filho de um ano, Noah. Estava colocando Noah na cama e descobri que ele estava com febre alta e sentindo-se muito desconfortável. Sabíamos que havia uma pequena epidemia de escarlatina em um jardim de infância na ilha onde minha esposa estava ajudando por algumas semanas. Noah adormeceu em um sono agitado. Fui de bicicleta até um telefone público a cerca de 500 metros do nosso apartamento. Liguei para o telefone da minha mãe na Flórida. Meu irmão, Gary, respondeu e ele e minha mãe prometeram orar. Quando voltei ao nosso apartamento, Noah estava dormindo pacificamente e não havia mais febre! Ele dormiu a noite toda. E no dia seguinte, o jardim de infância não teve mais casos de escarlatina.
Seja em 900 AC, 1875, 2000 ou neste exato momento, todos temos motivos de esperança e fé na Palavra de Deus.

Seção 3: O Mestre, Cristo Jesus, restaura o filho de um homem
No evangelho de Marcos, capítulo 9, Jesus restaurou o filho de um homem. O garoto parecia ter convulsões que às vezes o lançava no fogo e na água. O pai havia inicialmente pedido ajuda aos discípulos e “eles não puderam”.
Ele lhe responde e diz: “Há quanto tempo isto lhe sucede? Desde a infância, respondeu; e muitas vezes o tem lançado no fogo e na água, para o matar; mas, se tu podes alguma coisa, tem compaixão de nós e ajuda-nos. Ao que lhe respondeu Jesus: Se podes! Tudo é possível ao que crê. E imediatamente o pai do menino exclamou [com lágrimas]: Eu creio! Ajuda-me na minha falta de fé! Vendo Jesus que a multidão concorria, repreendeu o espírito imundo, dizendo-lhe: Espírito mudo e surdo, eu te ordeno: Sai deste jovem e nunca mais tornes a ele. E ele, clamando e agitando-o muito, saiu, deixando-o como se estivesse morto, a ponto de muitos dizerem: Morreu. Mas Jesus, tomando-o pela mão, o ergueu, e ele se levantou. Quando entrou em casa, os seus discípulos lhe perguntaram em particular: Por que não pudemos nós expulsá-lo? Respondeu-lhes: Esta casta não pode sair senão por meio de oração [e jejum]” (B8, Marcos 9:17–19,21–32).
Então Jesus encorajou o pai do menino: “Se podes! Tudo é possível ao que crê”. E logo o pai da criança exclamou e disse com lágrimas: Eu creio! Ajuda-me na minha falta de fé!” Quantas vezes todos clamamos a Deus: “Ajuda-me na minha falta de fé?” E você sabe que nosso amado e encorajador Pai-Mãe-Deus ajuda-nos em nossa incredulidade. Ele nos encoraja. Ele eleva e nos inspira. Mas realmente temos que jejuar e orar.
Temos que nos recusar a ser atraídos pelos medos do homem mortal, o homem que é frágil e fraco. E temos que fechar a porta a este homem e rápidamente entrar em nosso refúgio, no lugar secreto do Altíssimo, e temos que afirmar e declarar a Palavra de Deus que é a Verdade em nossos lábios. A esperança e a fé no que Deus nos diz são verdadeiras. E não há ponto ou lugar na terra onde Deus não esteja presente e Sua verdade não esteja em operação. Onde quer que vamos.
Como lemos na citação CS16 (p. 90): “Admitir para si mesmo que o homem é a própria semelhança de Deus, dá ao homem liberdade para compreender plenamente a ideia infinita. Essa convicção fecha a porta à morte, e abre-a inteiramente para a imortalidade”.

Seção 4: Testemunhas da demonstração de Vida por Jesus
Esta seção é um tipo de presente! A dádiva da vida eterna—"Tendo Jesus falado estas coisas, levantou os olhos ao céu e disse: ‘Pai, é chegada a hora; glorifica a teu filho, para que o Filho te glorifique a Ti, assim como lhe conferiste autoridade sobre toda a carne, a fim de que ele conceda a vida eterna a todos que lhe deste. E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste’ ” (B10, João 17:1-3).
Que dádiva! A dádiva da vida eterna. Não é uma vida que hoje está aqui, e amanhã terá ido embora, tal como o homem relva-do-campo. Essa dádiva promete um homem de esperança e de fé. Um homem que perdura e progride. Um homem que não está sujeito ao extermínio. O homem de esperança e de fé, que é o oposto de ‘enowsh’.
Atos 10:38-41: “Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com poder, o qual andou por toda parte, fazendo o bem e curando a todos os oprimidos do diabo, porque Deus era com ele; e nós somos testemunhas de tudo o que ele fez na terra dos judeus e em Jerusalém, ao qual também tiraram a vida, pendurando-o no madeiro. A este ressuscitou Deus no terceiro dia e concedeu que fosse manifesto, não a todo o povo, mas às tesmunhas que foram anteriormente escolhidas por Deus, isto é, a nós que comemos e bebemos com ele, depois que ressurgiu dos mortos” (B11).
Gosto de pensar no fato de que o apóstolo Paulo, que não estava presente quando Jesus andou pela Galileia, foi quem registrou ou anotou os primeiros relatos do ministério de Jesus. O tempo e a geografia não podiam separar Paulo da missão do Mestre, o cumprimento da prometida presença do Messias. Paulo testemunhou, compartilhou, curou e ensinou com a autoridadade de ter conhecido o Mestre. Paulo aprendeu sobre o homem de esperança, fé e eternidade.
É exatamente isso que está disponível a nós. MBEddy escreve: “O sonho da morte tem de ser subjugado pela Mente, aqui ou no além. O pensamento despertará de sua própria declaração material: ‘Estou morto’, para ouvir este toque de clarim da Verdade: ‘Não existe morte, não existe inação, nem ação mórbida, nem ação doentia, nem ação excessiva, nem reação” (CS19, p. 427).
Alguns dos elementos do homem-relva que hoje está aqui e amanhã terá ido, o chamado homem mortal, são a idade e as faculdades decadentes.
Quando eu tinha uns 10 anos tínhamos uma fonte que nos fornecia ovos frescos de granja. Uma senhora idosa de nossa igreja, Sra. Ryder, mantinha corajosamente algumas galinhas. Ouvi muitas estórias dela em sua chácara com uma arma quando havia rumores da presença de alguma raposa rondando o galinheiro. Ela era a própria definição de coragem, bravura e determinação.
Mas então apareceu o homem enowsh e foi visitar Sra. Ryder. Sua visão estava falhando e ela não via bem quando dirigia ou queria ler. Ela chamou minha mãe para ajuda em oração. Provavelmente encarou seu trabalho de oração com o mesmo espírito de coragem. Lembro-me ainda do dia em que ela telefonou para minha mãe para relatar uma cura completa. Ela contou que estava lendo o Christian Science Journal quando de repente viu as letras em tamanho enorme. Eram tão grandes que a fizeram rir-se. No momento seguinte, elas voltaram ao tamanho normal, mas claras com cristal. Como me lembro a Sra. Ryder tinha quase 90 anos. O homem/mulher de fé e esperança reflete eternidade e qualidades infalíveis!

Seção 5: O exemplo e a vitória de Jesus são para nós todos
Eu era um adolescente na escola dominical, quando um professor substituto, Dr. Charles Selemeyer, compartilhou o fato bíblico de que Jesus esteve com os discípulos por quarenta dias após sua ressurreição. Na minha arrogância e ignorância juvenil, eu estava pronto a argumentar com Dr. Selemeyer naquele dia. Eu nunca havia lido o trecho que está na lição desta semana.
“Escrevi o primeiro livro, ó Teófilo, relatando todas as coisas que Jesus começou a fazer e ensinar até ao dia em que, depois de haver dado mandamentos por intermédio do Espírito Santo aos apóstolos que escolhera, foi elevado às alturas. A estes também, depois de ter padecido, se apresentou vivo, com muitas provas inconstestáveis, aparecendo-lhes durante quarenta dias e falando das coisas concernentes ao reino de Deus. E, comendo com eles, determinou-lhes que não se ausentassem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do Pai, a qual, disse ele, de mim ouvistes... Ditas estas palavras, foi Jesus elevado às alturas, à vista deles, e uma nuvem o encobriu dos seus olhos” (B14, Atos 1:1-4,9).
Mas daquele dia na Escola Dominical até hoje lembro-me que Jesus voltou para estar com seus discípulos. Ele estava lá. O túmulo não havia acabado com sua vida. Ele viveu e ensinou e, os que estavam prontos, receberam sua bênção.
Como MBEddy escreveu na citação CS21 (p. 46): “O estado físico inalterado de Jesus, depois do que parecera a morte, foi seguido pela sua elevação acima de todas as condições materiais; e essa elevação explicou sua ascenção, e revelou incontestavelmente um período de experiência e de progresso para além do túmulo. Jesus foi o ‘caminho’, isto é, ele traçou o caminho para todos os homens. Na demonstração final, chamada ascenção, que encerrou sua história terrena, Jesus se elevou acima da percepção física dos seus discípulos, e os sentidos materiais não mais o viram.
“Seus alunos então receberam o Espírito Santo. Isso quer dizer que, por tudo haviam presenciado e sofrido, foram despertados para uma compreensão mais ampla da Ciência divina, isto é, para interpretação e discernimento espirituais dos ensinamentos e das demonstrações de Jesus, o que lhes deu uma tênue percepção da Vida que é Deus”.
Por este Espírito Santo eu espero todos os dias, escuto e vivo a cada dia. Ele é o Consolador prometido. Ele é constantemente revelado em maior ou menor escala por meio de aventuras espirituais. É a inegável presença divina nas minúcias e grandiosidade de cada simples momento da Vida.
Dou um exemplo. Há poucos dias dei falta de um cartão de crédito em minha carteira. A princípio fiquei chateado por meu descuido em não devolver o cartão ao seu lugar na carteira. Então me recompus e comecei a afirmar que a Mente nunca está aussente. Relembrei da última vez que usara o cartão. Percebi que foi quando precisei responder a uma pergunta sobre a conta ligada ao cartão para meu filho Noah. Tive a certeza que fora o último momento de ter tido o cartão nas mãos. Procurei lembrar onde fora; lembrei-me que poderia estar entre as almofadas do sofá. Removi cuidadosamente cada almofada para ver se o cartão estava por ali. Nesse momento recebi um chamado de um paciente, o qual eu precisava atender. Parei de procurar no sofá e atendi o pedido de oração. Algum tempo depois percebi que ainda não havia encontrado o cartão. Afirmei com veemência que a Mente nunca esteve ausente e que ela sabia onde exatamente o cartão se encontrava; então parei de me preocupar. Lembrei-me que havia parado de procurar antes de verificar a última almofada. Sem hesitação ou preocupação, fui a essa última almofada. Então, bem diante de meus olhos ali estava o cartão. Eu provavelmente tive uma centena de demonstrações de achar coisas aparentemente perdidas. Mas naquela ocasião passei a manhã regozijando-me na evidência da sempre-presença da Mente. E se o desespero me tivesse barrado antes de chegar à última almofada!? E se eu tivesse permanecido na indolência da busca sem esperanças e recusado a continuar com total esperança no coração!?

Seção 6: Nossa vida em Deus é revelada eternamente
Que maravilhosas diretrizes e incentivos à esperança estão incluídos nessa seção.
B16 (Provérbios 12:28) – “Na vereda da justiça está a vida, e no caminho da sua carreira não há morte”.
B17 (Jó 31:6) – “Pese-me Deus em balanças fiéis e conhecerá a minha integridade”.
B18 (Cols. 3:2,4) – “Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra; quando Cristo, que é nossa vida, se manifestar, então, vós também sereis manifestados com ele, em glória”.
Uma vereda de vida que não conhece a morte. Uma integridade que não depende do que outros creem ou propalam. Uma certeza de vida que está baseada na vida que Cristo irá revelar. Isso é motivo para esperança que jorra eternamente no peito.
E o que mais, lemos em Ciência e Saúde:
CS25 (p. 31) – “É o Cristo vivo, a Verdade posta em prática, que faz de Jesus ‘a ressurreição e a vida’ para todos os que o seguem em seus atos”.
CS26 (p. 323) – “Ao tomar consciência das tarefas infinitas da verdade, nos detemos—esperamos a direção de Deus. Então avançamos, até que o pensamento, livre de barreiras, caminhe maravilhado e a concepção ilimitada ganhe asas para alcançar a glória divina”.
Espero que vocês tenham tanta alegria com esta lição bíblica como eu. E espero que vocês tenham suas necessidades atendidas no dia de hoje. Espero que canteis louvores a um Deus que vos criou a Sua imagem e semelhança. Espero que lembreis que vocês não estão hoje aqui e amanhã terão ido, como o homem-relva, ‘enowsh’. Espero que tenhais fé absoluta que Deus é infalível. Espero que o Seu Cristo permaneça em vosso coração. E finalmente, espero que saibais agora que sois o homem eterno da criação de Deus. A esperança jorra eternamente.


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A equipe de tradução para o português é composta por Ana Steffler, Elisabeth Zir Friedrichs, Ovídio Trentini e William Trentini. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link http://www.cedarscamps.org/metaphysical.



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