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"Tudo o que inspira com a sabedoria, a Verdade ou o Amor -- seja um cântico, um sermão ou a Ciência [Cristã] -- abençoa a família humana com migalhas de conforto que caem da mesa de Cristo, alimentando os famintos e dando água viva aos sedentos."
"O que foi prometido será cumprido"
(Do livro Ciência e Saúde p 234 e 55)

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Estimai a nosso Deus como um Deus de Amor eterno! Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: O Castigo Eterno.

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

Estimai a nosso Deus como um Deus de Amor eterno!

28 a outubro a 03 de novembro de 2019

O Castigo Eterno

Estudo preparado por:
Kerry Jenkins C.S. House Springs, MO
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Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia A Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB
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“Terá Deus...rejeitado o seu povo? De modo nenhum!” É o Texto Áureo (Rom. 11:1). Para realmente absorver tal ideia, para nos afastarmos de visões supersticiosas e invenções humanas, precisamos compreender mais claramente a quem estamos adorando. Tendo cinco filhos, e alguém que estudou e leu muitos e muitos livros sobre educação de crianças, tornou-se-me abundantemente claro em minha experiência, auxiliada por muitos estudos científicos que a punição não ensina com eficácia. Pode haver demorado décadas ou milênios para que se percebesse isso, ou agisse nesse sentido; mas Deus sempre foi amoroso.
Deus, a lei do Amor divino, só pode amar, sempre. O Amor certamente corrige, guia, orienta e ensina. Mas não pune. Às vezes parece estarmos sendo punidos. Isso por estarmos fazendo coisas que não são apoiadas pela lei da Mente/Amor, (por exemplo). Se é para fazeres flutuar no ar uma peça de aço num dia ventoso não terias êxito, independente do quanto se preparou e se esforçou. As leis da física não permitem que uma peça de aço flutue a esmo, ainda que a soltes num vento apropriado! Você não fez nada errado; e você não está sendo punido! O fato é que não é uma atividade apoiada pela física como a conhecemos. De igual modo, quando seguimos um curso dirigido pelo senso mortal em vez do espiritual, talvez nos sintamos infelizes, frustrados, assim por diante.
Se compreendemos a natureza de Deus como Mente, Verdade, Vida, Amor, e assim por diante, começamos a ver que essa lei é a fonte do bem, e só ela. Qualquer atividade fora do reino do bem, não é apoiada por essa lei e necessariamente não vem de Deus—não tem apoio na divina lei do bem. Podemos confiar em nosso Pai amoroso de guiar-nos com infinita piedade, paciência, calma e amor—assim como gostamos de guiar nossos filhos ou de sermos guiados pelos nossos pais humanos. Esta mensagem de piedade e amor aparece na Bíblia muitíssimas vezes mais do que qualquer mensagem de punição! Será que esse foco na punição não é um indício de um mal entendimento da natureza de Deus por parte do homem?
Nossa Leitura Alternada (Rom. 11:2,11,26,27; Salmos 94:12,14,15,22; 36:5-7) nos aproxima da compreender a natureza de Deus como um professor, mas também como alguém confiável, um refúgio, um lugar de segurança. Deus é leal e justo e Sua justiça, fidelidade, e retidão são tão substanciais, profundamente enraizadas, sólidas e vastas como ‘montanhas’ e profundas como ‘oceanos’!
Repetindo, como pai gostamos de prover nossos filhos com um profundo senso de segurança, que podem confiar em nós quando ficam incomodadas, tristes, temerosas, que os amamos e os amamos, e ajudamos a sair dos problemas sem qualquer julgamento. De igual modo, se não somos um dos pais, mas um filho ou uma filha, certamente gostaríamos de sentir que podemos confiar no seu amor, mesmo quando cometemos enganos! Com justiça e amor e piedade tão vastos como as montanhas, profundos como os oceanos, podemos contar com nosso Pai-Mãe Amor de nos amar e apoiar em todas as situações.

Seção 1: Só podemos progredir quando compreendemos nosso Deus como Amor
Para avançarmos espiritualmente, para ver nosso potencial ilimitado, nossa integridade e bondade, precisamos conhecer que nosso Pai-Mãe é de todo bom e amoroso. A compreensão que alcançamos com o nosso estudo da Ciência Cristã, e por nosso estudo dos ensinamentos de Cristo Jesus, nos revela um Deus que abençoa o homem com saúde, alegria e segurança ... Por meio dessa compreensão começamos de abandonar nossos temores que derivam de um senso material de realidade, dominada pela matéria. MBEddy nos diz: “O ponto de partida da Ciência divina é que Deus, o Espírito, é Tudo-em-tudo, e que não existe outro poder nem outra Mente—que Deus é o Amor e, por isso, Ele é o Princípio divino” (CS1, p. 275). Se pensarmos seriamente sobre essa declaração e aceitarmos uma definição de Deus como todo Amor, onde se encaixaria a punição? Podemos orientar-nos, por meio de uma compreensão mais profunda e renovada de Deus, como é proposta na CC e ensinada pelo Mestre, que nos leva à libertação do pecado, em vez de ficar atolado numa falta de progresso espiritual.

Seção 2: O conceito de castigo eterno vem de um conceito humano de Deus
Um falso conceito de Deus como um ser semelhante o homem, mas espiritual, nos leva atribuir qualidades humanas à Deidade. Esta é um tendência comum e historicamente arraigada no humano. É difícil imaginar um ser que tivesse ilimitada piedade, perdão ternura e amor... Isso acontece por que geralmente tentamos modelar a Deidade com o que sabemos do homem. Mas se estivermos dispostos a abandonar nossa experiência limitada em troca de uma infinita e ilimitada, podemos encontrar-nos na conscientização do único Ser divino e infinito. Este é que é a fonte da Vida para todas suas ideias, e para o homem.
Mergulhemos um pouco mais a fundo no poder sanador do mandamento que MBEddy diz ser seu ‘texto favorito’ (CS7, p. 340). Diz ela que esse mandamento subjaz a tudo que vence a doença, o pecado e a morte! Ele “é a base da Ciência do existir, pela qual o homem demonstra a saúde, a santidade e a vida eterna.” (itálicos acrescentados). Eddy diz mais, que essa ciência vence a guerra em qualquer nível, a injustiça de qualquer tipo, e assim não sobra nada para ser ‘punido ou destruído’. Isso é um senhor poder, que vale a pena investigar!
Josué alertava os filhos de Israel para não caírem no hábito de aceitarem os deuses dos povos ao redor deles como seus deuses também. O que significa isso para nós hoje? Quais sãos deuses que nos cercam, que nos tentam a uma semiconsciência que não está vitalmente desperta ao poder de Deus, que, de fato, nos traz satisfação e alegria, saúde e santidade? Esta é uma questão que devemos colocar a nós mesmos, porque as respostas certamente irão variar. Pode ser um foco exagerado em dispositivos eletrônicos, realizações do dia a dia, pensamentos ansiosos sobre responsabilidades, qualquer tipo obsessivo de atenção a nossos corpos. Ter um ‘só Deus’ quer dizer que temos a oportunidade de vivenciar o escopo infinito da alegria, saúde, inteligência, satisfação. Não estaremos nos limitando, mas expandindo nossa experiência além do que a mente humana possa imaginar. E agindo assim não nos sobra nada que acabe em punição!

Seção 3: Deixe para trás idéias supersticiosas sobre Deus
O rei Saul imprudentemente e supersticiosamente ordenou que as tropas jejuassem enquanto estavam em batalha com os filisteus. Seu filho Jonathan, de alguma forma, perdeu essa informação que foi ordenada e comeu um pouco de mel que encontrou no chão (depois de liderar uma derrota do inimigo). Através de uma série de testes supersticiosos que não estão incluídos nesta parte da lição da Bíblia, Saul determina que Jônatas deve morrer para cumprir o juramento que Saul fez a Deus sobre esse jejum. Aqui, novamente, está um conceito humano de Deus como alguém que pune, ou que deveria ser apaziguado por algum tipo de sacrifício.
Você já se viu orando de tal maneira que está fazendo um "acordo" com Deus? Sei que quando eu era mais jovem, algumas de minhas orações assumiram a forma de tais "acordos", como por exemplo, "Deus, eu prometo que se você me ajudar a me sentir melhor ... eu nunca mais vou fazer mais isso ... de novo". Esse tipo de oração pressupõe que Deus é uma forma humana superpoderosa que pode ser apelada para intervir de alguma maneira nos assuntos humanos. Isto não é Deus.
Deus, a lei do Amor, está sempre em operação amando Sua criação. Essa lei, bem como a lei da gravidade, opera independentemente de nossos apelos ou de nossos "acordos". Quando entendemos melhor que Deus é a lei sempre operante do Amor divino, começamos a descobrir as maneiras pelas quais somos realmente mantidos em segurança e completos por meio dessa lei. É o caso de Jonatan, que encontrou segurança quando o exército se opôs à disposição de Saul de sacrificar seu próprio filho devido a um conceito falso sobre um Deus vingativo. Sempre que nos preocupamos que "não somos bons em oração - ou em Ciência Cristã", "não somos dignos de cura", ou “A Ciência Cristã é muito difícil" ... estamos nos engajando em um conceito supersticioso sobre Deus.
A lei do Amor opera em todos os momentos em toda a criação. Toda idéia é sempre digna. A Ciência Cristã só pode abrir portas para esse entendimento, nunca complicando o caminho para o entendimento da lei natural e perfeita do Amor. Podemos confiar no amor para descobrir o que está errado e revelar a presença e o poder da verdade divina.

Seção 4: O poder de Deus é diminuído pela falta de crença?
Não, o poder de Deus é constante, porque é a lei divina. O exemplo nesta seção de Jesus retornando para sua cidade natal após curar multidões pode parecer contradizer essa afirmação. Mas o poder de Deus nunca diminuiu naquela cidade. As pessoas de lá expressaram ceticismo em relação à posição social de Jesus, com base no fato de que o conheciam como carpinteiro e de que ele, de forma geral conhecia, todo mundo do local. Este é outro exemplo de falta de entendimento de Deus e de Cristo Jesus. Como esse homem que viram crescer em sua comunidade poderia ser o Messias profetizado? Era improvável.
Se queremos demonstrar melhor o poder curador que Jesus nos mostrou como nosso dever e direito, não podemos confiar na razão humana, mas no reconhecimento mais profundo e humilde do espírito de Cristo, onde quer que ele apareça. Talvez venha de um membro inesperado da família, de alguém com tendências políticas completamente diferentes ou de alguém de outra fé. Esteja aberto ao poder de Cristo onde quer que ele apareça, e especialmente quando ele aparecer de forma inesperada! Então, não encontraremos nossas expectativas humanas nos cegando ao poder e à presença de Cristo.

Seção 5: Deus não criou um homem pecador
Sem um pecador, não pode existir punição. Não seria esse o cerne da lição? Deus é inteiramente bom, então onde estaria o pecado nesse Deus, ou em sua criação? A luta para nos livrarmos das falsas e vazias recompensas do pecado pode parecer constante. Mas partindo do ponto de vista de um Deus todo-bom, e o homem como seu reflexo, e não da matéria, nos traz mais próximos da vitória sobre a qual estamos querendo nos tornar conscientes.
Estamos tentando nos tornar conscientes da nossa presente liberdade de qualquer atração para longe da lei do Amor, da Verdade, e da Mente. Imagino se isso estaria no próprio ato de sermos vigilantes, conscientes, despertos, de que somos livres do pecado? Quando “pecamos”, esquecemos nossa relação com Deus, estamos em verdade nos entorpecendo, escolhendo a facilidade do sono sobre o rigor (mas alegre) da vigilância, a conhecimento consciente de nosso verdadeiro eu.
Podemos construir sobre a previas seções da lição bíblica: que possamos estar determinados em não ter outros deuses, porque sabemos que Deus é bom, abandonar conceitos humanos que incluem superstição ou “acordos”, humildemente aceitar a presença do Cristo em nossa experiência. Esse processo nos leva a ver nossa natureza sem pecado.

Seção 6: Deus somente abençoa ao homem
Se olharmos para a experiência ou a história humana, poderíamos interpretar a mesma de uma maneira que enaltece o ponto de vista que Deus puni aqueles que são pecadores, e recompensa aqueles que são bons. Esse método de avaliação é imperfeito. Ele olha para os resultados e busca uma razão ou causa, e inventa uma.
Nunca existe uma razão espiritual para o mal. Não existe o mal no Espírito. Jesus aponta para dois exemplos (na citação B19, Lucas 13:1-5) de eventos terríveis que foram explicados como atos de Deus punindo aqueles que teriam pecado. (O capítulo inteiro de Jó refuta essa lógica!) Jesus mostra que precisamos nos “arrepender”, constantemente repensar, ir mais fundo por um entendimento mais claro do conceito / consciência de Deus e homem.
Se racionalizarmos assim com aqueles que Jesus repreende, então estamos presos na teia supersticiosa da condenação—de si mesmo ou de outros—quando aparentamos estar com falta de finanças ou saúde, alegria ou família. Deus nos dá somente abundância. “Deus te abençoou para sempre” (B22, Salmos 45:2).

Seção 7: A primeira e eterna lei de Deus é o amor pelo homem
Com o correto entendimento de Deus como a lei do Amor, Espírito, Mente, Verdade, e assim por diante, nos encontramos sendo liberados do pecado, do sentimento de separação do Amor, e mais próximos nos sentimos de Deus e Seu Cristo, mais nos regozijamos. Com essa lei nos acolhendo a cada minuto, só podemos crescer para sermos cada vez mais conscientes dessa presença e poder, e nos entregarmos a essa liberdade. A única coisa “perpétua” é aquela “melodia perpétua” do Amor (CS32, p. 568).
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A equipe de tradução para o português é composta por Ana Steffler, Elisabeth Zir Friedrichs, Ovídio Trentini e William Trentini. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link http://www.cedarscamps.org/metaphysical.




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