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"Tudo o que inspira com a sabedoria, a Verdade ou o Amor -- seja um cântico, um sermão ou a Ciência [Cristã] -- abençoa a família humana com migalhas de conforto que caem da mesa de Cristo, alimentando os famintos e dando água viva aos sedentos."
"O que foi prometido será cumprido"
(Do livro Ciência e Saúde p 234 e 55)

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Andem na Luz de Deus. Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: Os Mortais e os Imortais.

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

Andem na Luz de Deus.

11 a 17 de novembro de 2019

Os Mortais e os Imortais

Estudo preparado por:
Craig L. Ghislin, C.S., Glen Ellyn-Illinois-EUA (Bartlett)
craig.ghislincs@icloud.com +1(630) 830-8683
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Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia A Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB
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Você alguma vez se acordou no meio da noite, e bateu com o dedão em algum móvel? Eu já. Em verdade várias vezes andei pela casa no escuro por estar com preguiça de acender a luz, ou arrogância demais para pensar de que não precisava. Como consequência bati minha face em portas meio-abertas, cai em escadas, e tropecei em vários brinquedos espalhados pelo chão. Embora haja, geralmente, luz ambiente vinda de relógios digitais, e outras luzes externas para andar pela casa, é bem mais fácil achar o que esteja procurando acendendo uma luz.
As Escrituras, muitas vezes usam o termo luz como analogia para direção, compreensão, retidão, pureza, bondade, e vida, como contraste com a obscuridade da confusão, dúvida, decepção, pecado e morte. Assim como às vezes pensamos que podemos lidar com as coisas, em casa, com o mínimo de luz possível, também pensamos que podemos passar pela vida com um mínimo de atenção e confiança em Deus; ou seja, aderência à lei espiritual.
No Texto Áureo (Salmos 56:11,13), o salmista proclama sua total confiança em Deus, baseado na sua libertação do que parecia morte certa. Ele estava confidante de que Deus o apoiaria em todos os desafios subsequentes para que ele pudesse continuar a andar “na presença de Deus, na luz da vida”. Assim como mitos que sobrevivem a lutas com a morte, o salmista espera que lhe tenha sido dada uma nova chance na vida; e sentindo um propósito de vida mais elevado, ele devota sua vida em agradar a Deus.
Não consigo deixar de lembrar de uma ocasião na faculdade em que me encontrava em absoluta escuridão. Com a arrogância de um jovem que pensava ser indestrutível. Tolamente ingeri uma substância que me impedia de pensar claramente, e me deixou muito doente. Fiquei com remorso, e me vi orando para encontrar um caminho de saída. Havia pessoas ao meu redor fazendo o melhor, mas eu estava piorando. Levaram-me a um divã e sentaram-se ao redor; depois minha visão escureceu e suas vozes desapareceram.
De repente, senti-me consciente, sem doença, mas não estava mais no divã. Eu estava em completa escuridão, como jamais havia imaginado. Sentia-me como se estivesse no limite mais longínquo do espaço. Tive a impressão de que não estava sozinho, e comecei a ver pequenos pontos de luz em todas as direções. Tive a estranha sensação de que estivesse no portal da morte. Senti-me um tanto embarassado de estar nessa condição, e, conscientemente, tomei uma decisão de que não iria morrer nessa situação. Busquei saber que Deus é minha à um Vida, e que meu verdadeiro ser nunca pode ser tocado por veneno ou toxinas de qualquer tipo. Como ideia spiritual eu tinha trabalho de Deus a fazer, e sabia que tudo é possível a Deus.
A próxima coisa que percebi, foi que abri os olhos e vi todas aquelas pessoas ao meu redor, admiradas de que eu ‘havia voltado”. Ainda sem muita firmeza, eu estava mais alerta do que antes e fui levado para casa. Despertei na manhã seguinte completmente recuperado, e sem sequelas.
Certamente posso me relacionar com o salmista, como também faço com as linhas de abertura da Leitura Alternada (Prov. 3:1,2,5,6; Salmos 23:1-6; 36:9). O caminho para vida é por meio de atenção à lei de Deus. O Rev. John Hill (1697-1771) expõe o que significa confiar em Deus com todo o coração. ‘É confiar …
Não em uma criatura, que seja a melhor, a mais santa a mais alta; não em qualquer recreação de criatura, tais como riquezas, força e sabedoria; não em qualquer privilégio exterior, proveniente de declínio ou educação natural; não no ego do homem, em seu próprio coração, que é enganoso; não em quaisquer obras de justiça feitas por ele mesmo; não na profissão de uma religião, ou seus deveres para com ela, ainda que bem desenvolvidos; não em molduras, nem em ‘graças’ ou no exercício delas’.
Uma tal confiança não vem de profissão, mas um anseio fervoroso de ser o melhor que podemos ao passarmos em cada fase de nossa vida. As Escrituras nos instam a olhar a Deus por direção e proteção em todos os meios, não apenas os que nos pareçam convenientes. Essa admoestação traz à lembrança uma prática que exercemos no Acampamento dos Cedros (CedarS Camp). Antes de cada atividade fazemos o que chamamos de “Met”. Uma abreviação de “Metaphysical”, o Met é um momento de olhar para a atividade prestes a ser desenvolvida através da lente espiritual e que nos põe numa base segura.
O teólogo Adam Clarke (c1760-1832) chama a atenção para a tendência humana de esquecer Deus: “O grande pecado da raça humana é o contínuo esforço de viver independentemente de Deus, i.e., de estar sem Deus no mundo. A verdadeira religião consiste em considerar Deus como a fonte de todo o bem, e esperando todo o bem dEle.” Embora séculos antes do CedarS Camp, Clarke nos dá sua versão de um “Met”:
“Comecem, continuem e encerrem cada tarefa, propósito e disposição, com Deus. Orem sinceramente por Sua direção desde o começo; olhem por seu contínuo apoio durante o progresso; e assim iniciem e continuem até que tudo termine em Sua glória: e certamente será para vosso bem; pois nunca honramos a Deus, sem que sirvamos a nós mesmos.”
A Leitura Alternada (Prov. 3:1,21,5,6; Salmos 23:1-6; 36:9) continua com o Salmo 23. Muito já foi escrito sobre ele, e somos tão familiarizados com ele que se torna desnecessário transcrevê-lo integralmente aqui. O Salmo é aludido ao longo da lição, sendo que encore o fundador do moderno crítico dos leitores a fazerem sua própria pesquisa. É suficiente dizer que confiar em Deus é a coisa mais sábia e segura a fazer enquanto labutamos na vida, e demonstramos além do mais. Dado o tema “Os mortais e os imortais”, é interessante notar que de acordo com W.M.I. deWette (1780-1849), denominado como fundador do moderno criticismo bíblico, a frase: “Ele restaurou a minha alma”, significa literalmente: “Ele causou o retorno de minha vida”.
De fato, Deus não só nos dá vida, mas é nossa Vida, e nós encontramos essa Vida quando andamos na luz de Deus. Albert Barnes (1798-1870) e Adam Clarke comentam, respectivamente: “Tudo o que está afastado de Deus. é treva; e o que está perto dEle é luz. Por isso, se queremos luz nos assuntos atinentes à nossa salvação, precisa ser buscado por uma aproximação direta a Ele ...” e, “Ninguém pode iluminar sua própria alma; toda compreensão deve vir de cima”.

Seção 1: “Você me lembra de vosso “Pai-Mãe!”
Andar nessa luz divina é viver de acordo com e em obediência às leis de Deus, e isso, por sua vez nos leva à vida eterna (B1, Deut. 5:33). Paulo nos diz que nada devemos aos caminhos da carne (B2, Rom. 8:12,13,16). Seguir tais caminhos nos leva à morte. Lembram-se de como mencionamos pessoas estando contentes com o mínimo de espiritualidade só para sobreviver? Bem, é aí que Paulo está chegando. Embora saibamos que os caminhos da carne levam à morte, nos permitimos entrar nele exatamente quando achamos que não iremos longe demais. Nossa Líder, MBEddy, toca inicialmente no assunto: “Os elementos reprimidos da mente mortal não necesitam de uma detonação terrível para se tornarem livres. Inveja, rivalidade, ódio não precisam de indulgência temporária para serem destruídos pelo sofrimento; eles devem ser sufocados por falta de ar e liberdade” (Mis, p. 356).


Mark Dunagan, um moderno pastor de Beaverton, Oregon, expôe claramente: “Os cristãos não têm DIREITO MORAL NEM OBRIGAÇÃO PARA PECAR. Tudo isso aos que clamam: ‘Sei que está errado; mas eu precisava fazer algo por mim, desabafar um pouco’”. Em vez de indulgir em meios carnais, Paulo os diz para “mortificarmos os feitos do corpo.” Isso quer dizer não apenas resistir a eles, mas ‘matá-los’—eliminá-los. Fazêmo-lo revestindo-nos da imagem de nosso pai celestial (B3, 1Cor. 15:49,53). O termo grego para ‘revestir’ significa ‘envolver, vestir uma vestimenta.” Isso não é como muitos comentaristas pensam, transformar um corpo mortal em um corpo immortal; antes é um revestir-nos com pensamento espiritual e agir de acordo. Daí a admoestação e convite de Isaías: “Vinde, … e andemos na luz do Senhor” (B4, Isa. 2:5).
Segundo MBEddy, isso não deve ser tão difícil como parece. Afinal “Deus é a Mente progenitora, e o homem é o progênito espiritual de Deus” (CS1, p. 336). Vocês supõem que seja natural imitar vosso Pai divino? Talvez seja contrário a nossa percepção, mas Deus é a única Mente: “que brilha por sua própria luz e governa o universo…” (CS2, p. 510). Embora pareçamos ser mortais, o fato é que somos modelos imortais do senso espiritual (CS4, p. 247). Como criação espiritual, não temos relação com o material e mortal (CS5, p. 306).
O que parece ser um mortal imperfeito é uma falsificação do homem real (CS6, p. 409). Parece muito real, mas não é. Por acaso isso quer dizer que existe um modelo real de nós em algum lugar qualquer? Não. Só existe um ser de nós. Quando percebermos nossa natureza espiritual, abandonaremos a falsa visão mortal pela real visão espiritual. E repetindo, embora parece difícil de assim proceder, tudo o que é necessário é um esforço honesto e sincero de ajustar nosso caminho, a andarmos na luz do Espírito para achar a vida eterna.

Seção 2: Você anda no que diz?
Por falar em caminhar no caminho, como vocês caminham? Aqueles que conhecem “os vivas de júbilo, andam na luz” (B5, Salmos 89:1,8,12,15,16). Eles descansam confiantes de que sua felicidade, e a existência de toda a criação está fundada somente em Deus. Barnes escreve: “Não há nenhuma razão para que o povo de Deus não devesse ser constantemente feliz; aqueles que têm um tal Deus, e tais felicidades como as permitidas acalentar, deveriam ser assim”.
O que parece ser um mortal imperfeito, é uma falsificação do homem real (CS6, p. 409). Ele parece muito real, mas não o é. Por acaso isso significa que haja um modelo real de nós em algum outro lugar? Não. Só um de nós. Quando percebermos nossa natureza espiritual, abandonaremos a falsa visão mortal pela real visão espiritual. E mais uma vez, embora isso pareça difícil de fazer, tudo o que temos a fazer é um honesto e sincero esforço pata ajustar nossso caminho, e andar na luz do Espírito para encontrar a Vida eterna.
O que é caminhar luz do semblante de Deus? John Wesley (1703-1791) explica:
Andar com Deus, é ter sempre Deus diante de nós, e agir como os que sempre estão sob Seus olhos. É viver uma vida em comunhão com Deus, tanto em ordenaças como em providências; é fazer da palavra de Deus nossa regra, e Sua glória nosso fim, em todas nossas ações; é fazer nosso constante cuidado e esforço em tudo para agradar a Deus, e em nada para ofendê-Lo; é cumprir a Sua vontade, é concordar com Seus desígnios e de ser trabalhadores juntos com Ele.
O livro do Gênesis nos conta que Enoque andou com Deus, e que seu andar o levou à ascenção para fora da carne (B6, Gên. 5:21-24). Para quem pense que o caminho da ascenção signifique uma vida de privações, não nos esqueçamos que Enoque não era um asceta. Ele viveu uma viva plena com seus filhos e filhas, e, diz-se, que viveu por 365 anos. MBEddy sugere uma longa vida tanto quanto a ascenção são possíveis na proporção em que vivemos espiritualmente e andamos na luz de Deus.
Ela nos diz que essa saída repentina termina com a acurada compreensão da Ciência da Vida (CS8, p. 283). Na citação CS9 (p. 577) temos uma interpretação do Salmos 23, de um ponto de vista espiritual. Na verdade, quando consideramos cada versículo, o Salmo se torna num modelo do que significa andar com Deus como Enoque fez. MBEddy conta as lições que aprendeu quando encarou “as sombras do vale da morte” (CS10, p. 108). A verdade do existir iluminou seu caminho ao orar para ver um senso mais claro seu verdadeiro ser.
Como foi apontado com Enoque, andar com Deus não significa que nós passemos longe de nossas atividades normais em nossa experiência atual. Nosso livro texto nos chama a atenção para “não resistir à suprema natureza espiritual das coisas, mas vem com naturalidade para o Espírito, por meio de melhor saúde e melhor moral, e como resultado do progresso espiritual” (CS11, p. 485). A chave está em caminhar através da vida enquanto nos volvemos à luz da Verdade para nos mostrar-nos o caminho. Enoque sabia mais do que os sentidos revelam, e isso o habilitou a andar com Deus (CS12, p. 214). Antes de ascender-mos, podemos provar que o uso da compreensão espiritual de Deus em nossa jornada vital nos ajudará a acordar da mortalidade para a imortalidade (CS13, p. 487).

Seção 3: Quando as coisas parecem sombrias
Quando as coisas estão indo bem parece um pouco mais fácil “andar na luz”. Mas quando os tempos são difíceis, muitas vezes parece bastante difícil fazer isso. O salmista está realmente fazendo um movimento espiritualmente forte, declarando que Deus estará com ele até de noite (B8, Salmos 42:8,11). Lembre-se, antes da invenção da eletricidade, a noite era escura. Havia muitas superstições sobre demônios chegando à noite, e eles só fugiam quando o amanhecer chegasse. Portanto, foi realmente um avanço espiritual confiar que Deus estaria presente mesmo no escuro. Os comentaristas nos dizem que, figurativamente, "diurno" se refere a estações de prosperidade, e a "noite" se refere a estações de calamidade.
A história de Ezequias (B9, 2Reis 20:1-5) é um pouco semelhante à de Jó. Antigamente comumente acreditava-se que a doença era o resultado do pecado - um castigo dos deuses por transgressão. De fato, o filósofo David Hume postula que a própria religião se desenvolveu a partir da tentativa das pessoas de apaziguar a raiva dos deuses para mitigar desastres. É exatamente o oposto de como nos sentimos hoje, mas a crença de que os pecados nos deixam doentes é um remanescente desse ponto de vista.
Em vez de fazer uma série de juramentos penitenciais, Ezequias se volta para a parede (a fim de comungar em particular com Deus) e, como Jó, relata sua devoção: “...Lembra-te, Senhor, peço-te, de que andei diante de ti com fidelidade, com inteireza de coração, e fiz o que era reto aos teus olhos”.
A propósito, a passagem de Isaías sobre ser renovado como as águias (B10, Isaías 40:31) é baseada em uma crença mítica de que as águias “renasceram” no quadragésimo ano, passando por uma transformação exaustiva substituindo o bico, as garras e as penas, antes de passar a viver outros trinta anos. É curioso que muitos comentaristas até os dias modernos ainda acreditassem nesses mitos. Aparentemente, há uma apresentação de slides inspiradora circulando na Internet que ainda usa a mesma idéia, mas é factualmente incorreta. Seja como for, sabemos que, quando nos voltamos de coração a Deus, podemos de fato ser renovados e "reiniciados", por assim dizer, a fim de viver a nova vida. A luz da verdade em que andamos é aquela que irradia somente da natureza santa de Deus (B11, Isaías 60:1).
O livro Ciência e Saúde reconhece que as trevas certamente podem parecer tão reais quanto a luz, mas as trevas não são presença – são a ausência de luz (CS14, p. 215). Pelo contrário, a luz da verdade é uma presença poderosa que dissipa todas as condições de mortalidade. Mary Baker Eddy escreve: “O pecado, a doença e a morte têm de desaparecer para dar lugar aos fatos que dizem respeito ao homem imortal” (CS15, p. 476). Nossa líder nos mostrou o caminho curando muitos casos considerados sem esperança. Ela garante que também podemos curar, mas tudo começa com essas demonstrações mais simples e por caminhar na luz (CS16, p. 428). Assim como precisamos olhar para onde estamos andando, precisamos lançar nosso olhar espiritualmente um passo além de onde estamos, a fim de avançar na direção correta. O chamado de Isaías para despertar o pensamento adormecido vêm enquanto ainda está escuro. Portanto, não importa em que confusão nós pensamos estar, Deus é sempre um "socorro bem presente nas tribulações" (CS17, p. 444).

Seção 4: Não acredite na imagem da morte
A ênfase que muitos cristãos colocam em João 3:16 (B12) é (parafraseando) que Deus amou tanto à nós, esses pobres pecadores, que enviou seu único filho para levar nossos pecados sobre seus ombros e morrer por nós. Não é assim que olhamos através das lentes da Ciência Cristã. Deus não sabe nada sobre pecadores mundanos porque Ele não os criou. O homem que Deus criou é espiritual, imortal, sem pecado e cheio de saúde. Jesus, estando plenamente consciente de sua perfeição como descendência de Deus, vem até nós para nos mostrar que também somos descendentes de Deus, e que não apenas a doença e o pecado são impotentes sobre nossa verdadeira natureza, mas a morte também é impotente porque Deus é a nossa Vida. Jesus é verdadeiramente "a luz do mundo" (B13, Lucas 21:37,38). Ele nos mostrou através de seu poder de cura e por sua própria vitória sobre a morte que somos imortais.
Um exemplo do poder de Jesus sobre a morte é a cura da filha de Jairo (B14, João 8:12). É interessante notar que o nome "Jairo" significa "Deus iluminará". Na versão de Marcos, esse homem veio a Jesus quando sua filha estava prestes a morrer. Só podemos imaginar a angústia desse pai. Aqui estava um governante da sinagoga que pode ter sentido pressão para criticar ou duvidar da missão de Jesus, mas teve a humildade de reconhecer que Jesus era a única esperança que sua filha tinha de sobreviver. Sabemos que depois que Jesus concorda em ir com o pai para cuidar de sua filha, Jesus pára para curar alguém no meio da multidão. Nesse ponto, o pai deve estar ansioso, para dizer o mínimo. Quando eles finalmente estão voltando, as notícias são de que é tarde demais, a filha dele já está morta.
Nesse momento, Jairo certamente sentiria como se estivesse no escuro da confusão, se não da escuridão total. No entanto, ele encontra a luz da esperança, pois Jesus, compassivamente, assegura que ele não tenha medo e simplesmente acredite. Quando eles chegam em casa, Jesus rejeita o clamor dos enlutados e cura a menina. Foi mais uma prova de que, mesmo no meio das trevas da morte, a luz pode brilhar (B15, Marcos 5:22-24,35,36,38,39,41,42). Albert Barnes nos diz que o conceito hebraico de “a terra da sombra da morte” é poético:
A ideia é a da morte, como substância ou ser sombrio, lançando uma sombra longa e fria sobre a terra - entre a terra e a luz - e assim se tornando a imagem da ignorância, miséria e calamidade. É frequentemente usado, nas Escrituras, para descrever as regiões que estavam na penumbra desse objeto sombrio e expostas a todos os calafrios e tristezas dessa escuridão melancólica.
Nosso livro-texto nos assegura que podemos encontrar o poder vivificador da Verdade e do Amor a medida que caminhamos na luz e seguimos o exemplo de Jesus (CS18, p. 192). O entendimento da Ciência Cristã nos levará ao entendimento da harmonia eterna. Mas a crença oposta de que o homem mortal e viva em um corpo material leva à morte (CS19, p. 338). Mary Baker Eddy argumenta logicamente que, se a doença e a morte fossem verdadeiras, não haveria maneira de parar o que Deus ordenou. Mas se Deus não os criou, eles não podem ser reais, e a morte é apenas uma ilusão (CS20, p. 230).
Isso não é mera teoria. Jesus provou o nada da morte e Mary Baker Eddy, e muitos outros também provaram. O Ciência e Saúde declara categoricamente: “... a aquilo que aos sentidos parece ser a morte é apenas uma ilusão mortal, pois para o homem real e para o universo real não há processo de morte” (CS21, p. 289). O exemplo de Jesus é prático e comprovável (CS22, p. 31). Esta seção termina com uma das minhas citações favoritas: “Tudo o que é governado por Deus nunca está privado, nem por um instante, da luz e do poder da inteligência e da Vida” (CS23, p. 215). Essa é a poderosa verdade da imortalidade.

Seção 5: “Isto é a Vida eterna…”
As escrituras contam como é: “Não há Deus como tu, nos céus, e nem na terra…” (B16, 2Cron. 6:1). A chave para entender e provar isto é caminhar com Deus com todo [nosso] coração”. Isto não é uma fé cega. Mas sim uma sincera e consciente garantia de que Deus é Tudo e não existe outro.
Não permitimos nenhuma outra possibilidade. Quando sabemos que Deus é Tudo, o medo se dissolve (B17, 2Tim. 1:7,8-10). Barnes disse, “o estado aqui referido é um em que a mente está bem equilibrada, e sob as influências corretas; no qual as coisas são vistas em suas justas proporções e relações…”. Devemos essa habilidade de ver através da morte de Jesus, que em sua missão aboliu a morte e trouxe imortalidade à luz. Paulo fala verdadeiramente quando e nos relembra de que: “o dom gratuíto de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (B18, Rom. 6:23).
Jesus ensinou que o verdadeiro conhecimento de Deus como ele ensinou, “é a vida eterna”. Mary Baker Eddy frisa que isto não é uma promessa futura, mas um fato presente (CS24, p. 410). Ela esperava que todos fossemos capazes de compreender isto, e negar as reclamações da carne seriam um grande passo na direção desse objetivo. Como temos dito, existe uma tendência hoje em dia de sermos felizes com um pouquinho da luz, e também sermos politicamente corretos, dizendo que existem várias maneiras de se chegar a esse entendimento. Mas temos que encarar o que está escrito: “Há um único caminho para o Céu—a harmonia--, e o Cristo, na Ciência Divina nos mostra esse caminho” (CS25, p. 242).
Atingimos isso pela espiritualização do pensamento (CS26, p. 407). O título de margem para a citação é “memória imortal”. Isso indica que não somos mortais trabalhando para nos tornarmos imortais, mas que sempre fomos imortais, e a espiritualização no lembra de quem sempre fomos.
Pelo progresso espiritual, a crença mortal é trocada pela realidade imortal (CS27, p. 296). Novamente, o mortal não se torna um imortal. Mary Baker Eddy diz que mortais e imortais não são iguais. Quando o homem imortal aparece, a crença mortal evapora (CS28, p. 295).

Seção 6: Nossas ordens de marcha
A última seção da lição dessa semana reitera a necessidade de “caminhar na luz de Deus” [Hino 565]. Barnes diz que caminhar é ser “digno de Deus” (B20, 1Tess. 2:11,12), é viver de tal maneira que trazemos honra a Deus, vivendo vidas que não trazem nenhuma desgraça por má-conduta, mas sim viver de acordo com Seus comandos, carregando Seus princípios para cada área de nossas vidas.
A Epistola aos Efésios aponta à necessidade de caminharmos como filhos da luz no Senhor (B21, Efes 5:8). Dunagan aponta que a imagem das trevas e da luz ilustram a natureza intransigente dessa demanda. Não existe área cinzenta aqui. Comportamento tem que se conformar a nossas identidades como filhos de Deus. Na citação B21 a identificação de Deus com “imortal” vem de uma palavra grega que significa Incorruptível. Isso é “uma simples essência não-composta (Clarke).
Nosso livro texto nos incita a aprender sobre essa “real e terna” essência não-composta (CS29, p. 208). A Ciência Cristã é a luz que revela as possibilidades do homem imortal (CS30, p. 288). Se pensamos sobre nós mesmos como mortais, caminhar na luz pode parecer um tanto desafiador, e a imortalidade pode parecer um tanto fora do alcance. Mas se lembramos que o homem é a expressão de Deus, entendemos então que já somos imortais, e que não existem limites ao nosso desenvolvimento (CS31, p. 258).
A lição fecha com um sólido fato: “O Homem, por ser imortal, tem vida perfeita, indestrutível” (CS32, p. 209). Portanto volte-se à luz de Deus e siga em frente!

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A equipe de tradução para o português é composta por Ana Steffler, Elisabeth Zir Friedrichs, Ovídio Trentini e William Trentini. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link http://www.cedarscamps.org/metaphysical.



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